quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Cão salva criança desaparecida



Uma menina russa de três anos que tinha estado desaparecida foi encontrada viva numa floresta ao fim de 11 dias. Foi o cão da criança que colocou as autoridades na pista certa.



Uma menina russa de três anos esteve desaparecida durante 11 dias numa floresta e foi encontrada pela polícia com a ajuda do seu cão.   Karina tinha saído de casa, no dia 29 de julho, para ir passear o cão numa floresta próxima da aldeia onde mora. O local onde a menina esteve perdida é conhecido por ter animais perigosos, como lobos e ursos.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/cm-tv/atualidade/cao-salva-crianca-desaparecida

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Vitória da esperança: famílias encontram crianças desaparecidas

O desespero trazido pelo desaparecimento de um familiar chegou ao fim para ao menos duas famílias nesta semana.
A mãe de Raudhatul Jannah encontrou a filha 10 anos depois de um tsunami atingir a Indonésia. Sua família afirma que a menina estava desaparecida desde 2004 e foi reencontrada por um tio, que a viu andando na rua.
Ela teria sido resgatada de uma ilha remota por um pescador, que cuidou da menina na última década. A mãe de Raudhatul, que hoje tem 14 anos, acreditava ela estivesse morta e disse que, ao ver a jovem, teve certeza de que era sua filha.
Sua chegada trouxe mais boas notícias: a garota afirma que seu irmão mais velho, que ainda está desaparecido, também sobreviveu ao tsunami mas foi resgatado da ilha por outra família. “Tenho certeza que ele está vivo, vamos encontra-lo”, disse a mãe.
O alívio também chegou para uma avó da Praça de Maio, que encontrou neto após 36 anos de buscas. Estela de Carlotto, líder das Avós da Praça de Maio, que luta para localizar os desaparecidos durante a ditadura argentina, encontrou o neto Guido depois de mais de três décadas de buscas.
Logo depois de nascer ele foi separado da mãe, que acabou sendo assassinada por militares. Estela disse que continuará na militância com as Avós para buscar outras 400 pessoas que ainda não foram encontradas depois da ditadura militar argentina.

FONTE>>https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/vitoria-da-esperanca-familias-encontram-criancas-desaparecidas/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Falsa publicação em rede social coloca babá como procurada


Detida mulher que raptou e vendeu criança em 1984

Sequestros não prescrevem na Guatemala  (foto AP)

As forças de segurança da Guatemala prenderam uma mulher de 56 anos por um crime que terá alegadamente cometido há 30 anos, revelou Polícia Nacional Civil.

Rosario Colop Chim é acusada de ter sequestrado uma menina de quatro anos, em 1984, e de a ter vendido a uma família belga.

A criança, sequestrada em 1984 em Quetzaltenango, oeste do país, é presumivelmente Dolores María Preat, de 34 anos e nacionalidade belga, confirmou a Fundação Sobreviventes, uma organização de acompanhamento humano e profissional às mulheres vítimas de violência.



FONTE>>http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=493099
08:49 - 05-08-2014







Google revela identidade de utilizador de e-mail com imagens explícitas de criança



Um homem foi detido em Houston, nos Estados Unidos, depois de o Google ter denunciado ao centro nacional de crianças desaparecidas e exploradas que no e-mail do indivíduo existiam imagens explícitas de uma criança. Num caso como este, o alerta do motor de busca às autoridades foi saudado, mas por outro lado coloca-se a questão do direito à privacidade online.
Segundo o canal de televisão KHOU, o homem detido por posse de pornografia infantil tem um passado de abusador sexual, condenado por agressão sexual a uma criança em 1994. Identificado como John Henry Skillern, 41 anos, o indivíduo teria três imagens na sua conta de e-mail de uma rapariga, o que levou o Google a alertar a polícia.
“Ele mantinha-as no interior do e-mail. Não posso ver essa informação, não posso ver essa fotografia, mas o Google pode”, disse à KHOU o detective David Nettles, da unidade de combate a crimes na Internet contra crianças.
Após o alerta do Google, a polícia fez buscas ao domicílio de Skillern, onde encontrou mais imagens suspeitas e mensagens escritas comprometedoras. O homem está detido, tendo-lhe sido determinada uma caução de 200 mil dólares (150 mil euros).
A empresa norte-americana recusou-se a comentar o caso, nomeadamente a responder à questão se a sua denúncia não terá quebrado o direito à privacidade do utilizador ao visionar o seu e-mail pessoal.
O motor de busca financia a Internet Watch Foundation e trabalha ainda com o centro nacional de crianças desaparecidas e exploradas nos Estados Unidos. O responsável pelos serviços jurídicos do Google, David Drummond, disse noutra ocasião que a empresa “criou tecnologia que alerta outras plataformas para conhecidas imagens de abuso sexual de crianças”. “Podemos rapidamente removê-las e alertar para a sua existência às autoridades”, explicou o responsável.
O Google passa por um sistema todas as contas de e-mail para colocar publicidade dentro do Gmail, actualmente com mais de 400 milhões de utilizadores em todo o mundo.
Em Abril, o Google reviu os termos e condições do serviço de e-mail e informou os utilizadores: “Os nossos sistemas automatizados analisam os vossos conteúdos [incluindo e-mails] para vos fornecer pessoalmente características relevantes de produtos, como resultados de busca e publicidade personalizados e detecção de spam e malware. Esta análise ocorre quando o conteúdo é enviado, recebido, e quando é armazenado". Esta alteração surgiu após a empresa ter sido processada na Califórnia por o seu sistema de análise de e-mails ter sido utilizado para avançar com publicidade a universitários.
Apesar de ninguém contestar a protecção de crianças contra predadores sexuais, ficam as questões sobre a privacidade dos utilizadores do Gmail e em que outras circunstâncias o Google alerta as autoridades depois de detectar algo suspeito no e-maildos seus clientes.
E se o Google se enganar e confundir uma imagem inocente de uma criança nua com uma de cariz sexual? Recentemente, o Instagram cometeu esse erro quando fechou a página de uma mulher que tinha publicado uma fotografia da filha pequena a mostrar a barriga.
O Google prefere manter-se em silêncio quanto a estas questões. Argumenta apenas que, ao ser parco nas explicações, protege a sua forma de apanhar os criminosos, impedindo que estes a conheçam.

Menina desaparecida é localizada no litoral paranaense

Policiais civis do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) encontraram na manhã de quarta-feira (30), no litoral do Estado, uma garota de 11 anos que estava sendo procurada pela família desde o dia anterior, quando saiu de casa para ir à escola. 

Na manhã de quarta, a mãe da criança foi ouvida no Sicride e os policiais passaram a checar vários locais indicados por ela, onde possivelmente a menor poderia ser encontrada. A equipe de investigação localizou uma amiga da desaparecida. Ela recebeu um telefonema da menina, dizendo que estava em Praia de Leste com três amigos, também menores, e que necessitavam de dinheiro e roupas. No telefonema a menina de 11 anos pediu a amiga que fosse ao encontro do grupo. 

A garota de 11 anos, em virtude da idade, será encaminhada para atendimento no setor de psicologia do Sicride.


FONTE>>http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--1088-20140731

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Registro imediato de casos de pessoas desaparecidas agora é lei em São Paulo

DESAPARECIDO
Por força de lei aprovada pela Assembleia Legislativa, a Delegacia Geral de Polícia Civil editou, no último mês de junho, portaria determinando que nos casos de registro de desaparecimento de criança, adolescente ou de pessoas com deficiência física, mental e/ou sensorial, qualquer que seja sua idade, a unidade policial civil deverá providenciar imediata comunicação à Polícia Federal, aos portos, aeroportos, terminais rodoviários, ferroviários, polícia rodoviária e companhias de transporte intermunicipais, interestaduais e internacionais existentes ou que operem em sua respectiva circunscrição policial, fornecendo-lhes todos os dados necessários à identificação do desaparecido.
A decisão acompanha as diretrizes preconizadas na Política Estadual de Busca de Pessoas Desaparecidas, institucionalizada pela Lei estadual 15.292/2014. É uma iniciativa que tem como objetivo a procura e a localização de todos aqueles que, por qualquer circunstância anormal, tenham seu paradeiro considerado desconhecido, encontrando-se em lugar incerto e não sabido.
Prazo indefinido
A Política Estadual de Busca de Pessoas Desaparecidas preconiza a execução de programas e ações de inteligência e articulação entre órgãos públicos e unidades policiais na investigação das circunstâncias do desaparecimento, até a definitiva solução; o apoio e o empenho do poder público à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico voltados às análises que auxiliem e contribuam para a elucidação de todos os fatos, até a localização da pessoa; a participação dos órgãos públicos, assim como da sociedade civil, na formulação, definição e controle das medidas.
O prazo para encerramento das investigações dos casos de desaparecimento também sofreram alteração a partir da promulgação da lei. Agora elas só serão interrompidas quando a pessoa desaparecida seja encontrada. A lei estabelece, ainda, que nenhum corpo ou restos mortais encontrados sejam sepultados como indigentes sem que antes seja realizado o cruzamento de dados, coleta e inserção de informações no Banco de Dados estadual.
Os hospitais, clínicas e albergues, públicos ou privados, assim como entidades religiosas, comunidades alternativas e outras que acolham pessoas serão obrigados a informar às autoridades públicas os casos de ausência de identificação. Os casos de desaparecimentos também deverão ser comunicados pelos órgãos públicos aos veículos de comunicação.
As empresas de telefonia com atuação no Estado de São Paulo também serão envolvidas, para efeitos de investigação e busca, e deverão disponibilizar às autoridades, informações sobre o uso do sistema de telefonia fixa e móvel, que possam levar ao paradeiro da pessoa desaparecida.
Milhares de desaparecidos
Na justificativa do projeto aprovado, o autor da proposta referia-se a dados da Polícia Civil, divulgados pela imprensa em fevereiro de 2011, que informavam que o número de pessoas desaparecidas chegou a 13.089 entre 1º de janeiro de 2008 e 9 de fevereiro de 2011, uma média de 11 pessoas desaparecidas por dia, entre crianças, idosos, mulheres e homens. Nesse mesmo período, parentes e amigos comunicaram às delegacias paulistas o sumiço de 63.150 pessoas.
Desses casos, 50.061 foram esclarecidos. Em boa parte deles, felizmente aconteceu o reaparecimento de forma espontânea das pessoas; outros casos, porém, foram solucionados com a descoberta do corpo das vítimas. De qualquer forma, restavam ainda cerca de 13 mil casos de desaparecimento em aberto, sem contar existentes anteriormente a 2008.
Diante de tais dados, a ausência de uma articulação entre os vários órgãos públicos e a polícia, e de um serviço de informação baseado em banco de dados de âmbito do Estado de São Paulo, mas interligado ao já existente Sistema Nacional de Informações ” a Rede Infoseg “, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, vinha relegando aos parentes, familiares e amigos, todos os esforços, mobilização e diligências visando à procura e localização daqueles que desapareceram.
Dor das famílias
O que o autor da propositura a se debruçar sobre o tema foi o infortúnio de um amigo que, no ano de 2010, se viu na situação de ter sua filha, já adulta, desaparecida do convívio de seus familiares. “A sequência de eventos experimentadas por esse pai e o choque de realidade, arrebatador, quando concluímos que o maior e mais desenvolvido Estado da Federação era desprovido de instrumentos hábeis e eficientes que permitissem a busca e a localização de pessoas desaparecidas, foram decisivo para que procurássemos dotar o Estado de um instrumento normativo que definisse as diretrizes para uma Política de Busca de Pessoas Desaparecidas”, afirmou.
No período de colheita de subsídios para tal política, foram ouvidos relatos e testemunhos de pessoas que tiveram parentes desaparecidos, bem como entidades que congregam tais pessoas, como o Movimento Mães da Sé e o Movimento Mães em Luta.
“Foi com tristeza que pudemos verificar o sentimento de desamparo de tais pessoas diante do descaso e da falta de sensibilidade do aparelho administrativo estatal em face de um assunto delicado, mas ao mesmo tempo grave e caro para essas pessoas, que era o fato de estarem noticiando o desaparecimento de um ente querido, ao mesmo tempo em que pediam a adoção de providências, e ouvirem dos agentes públicos respostas burocráticas que em nada aplacavam aquele sentimento de perda ou, ao menos, fornecesse um alento de esperança”.
CPI do Desaparecimento de Pessoas
Em 2013, o tema também foi objeto de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada com base em Requerimento n180/2011. A CPI teve a finalidade de investigar e apurar o desaparecimento de pessoas no Estado de São Paulo e funcionou entre os meses de setembro de 2013 e março de 2014, tendo o seu relatório final sido aprovado em 2/4/2014. Foram realizadas sete reuniões, ouvidas 12 pessoas entre autoridades e representantes de entidades, além de três autoridades do Estado de Santa Catarina.
Entre as conclusões constantes do relatório final da CPI, destacam-se: indicação ao governador do Estado, para que realize investimentos em um Sistema Eletrônico Integrado das Polícias Paulistas, para efeito de comunicação ágil, rápida, dinâmica e eficiente entre todas as unidades do Estado; indicação ao ministro da Justiça para que também o governo federal realize investimentos num sistema eletrônico que integre as polícias de todos os estados à Rede Infoseg, da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Moções
Também o relatório indica o envio de moções ao Congresso Nacional pedindo alteração da Lei Federal 12.435/2011, que instituiu o Sistema Único de Assistência Social, para incluir a tipificação e regras para o atendimento dos familiares de pessoas desaparecidas pelos Centros de Referência da Assistência Social; e a alteração do artigo 83 do Estatuto da Criança e do Adolescente ” Lei federal 8.069/1990 “, visando incluir os adolescentes na necessidade de autorização judicial para viajar fora da comarca onde residem, se desacompanhados dos pais ou responsáveis.
Também foram elaboradas moções no sentido de que emissoras de rádio e tevê, que têm funcionamento garantido por concessão pública, divulguem com rapidez os desaparecimentos de pessoas. Tratam-se das moções 71, 72, 73, 74 e 75, todas de 2014. O teor das moções e sua tramitação podem ser consultadas no Portal da Assembleia – al.sp.gov.br ” no link Projetos. Através do link Comissões ” CPIs, podem ser acessadas as atas das reuniões, bem como o relatório final.
Notícias provenientes da Alesp – www.al.sp.gov.br