quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Desaparecimentos aumentaram 20% em quatro anos no Rio

Nos 9 primeiros meses deste ano, foram registrados os desaparecimentos de 4.196 pessoas, 5,2% a mais que no mesmo período de 2010

As ocorrências de desaparecimento no Estado do Rio de Janeiro aumentaram 20% em quatro anos. O número de registros passou de 4.562 em 2006 para 5.473 em 2010, segundo dados oficiais do Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão de pesquisa em criminalidade do governo do Estado.

Nos nove primeiros meses deste ano, foram registrados os desaparecimentos de 4.196 pessoas, 5,2% a mais do que no mesmo período do ano passado. “É preciso haver uma pesquisa sobre o paradeiro de pessoas desaparecidas, porque enquanto nós não soubermos quantos foram mortos nestes que estão na lista de desaparecidos, nós nunca vamos poder saber quantas vidas foram interrompidas pelo crime”, ressalta o presidente da organização não governamental Rio de Paz, Antônio Carlos Costa.
Ele cita como exemplo de desaparecidos dois casos emblemáticos no Rio de Janeiro. Um deles é o da engenheira Patrícia Franco, que desapareceu na madrugada de 14 de junho de 2008, na Barra da Tijuca. Seu carro foi encontrado com marcas de bala numa lagoa do Rio, mas seu corpo nunca foi achado. Três anos depois, a Justiça decidiu declarar a morte presumida da engenheira.
Outro exemplo é o caso do menino Juan Moraes, que desapareceu depois de uma operação policial na favela Danon, no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Seu corpo talvez nunca fosse encontrado se a imprensa não se mobilizasse em torno do caso. Dias depois do desaparecimento o corpo do menino foi encontrado na beira de um rio durante uma busca policial.
Dois estudos do Instituto de Segurança Pública (ISP), realizados em 2009 e 2011 com uma amostra de 10% dos desaparecimentos, revelaram que as pessoas retornam para casa em 70% dos casos. Em 15% dos episódios não se sabe o que ocorreu e, em 5% descobre-se posteriormente que a vítima está morta (dos quais 2% são homicídios ainda não registrados).
Por esses cálculos, é possível que o percentual de pessoas mortas depois de desaparecidas chegue a 20% dos casos. Sendo assim, em 2010, poderiam ser contabilizadas mais 1.094 mortes no estado, além das 5.829 óbitos violentos intencionais registrados oficialmente.
Nos nove primeiros meses de 2011, os casos de possíveis mortes decorrentes de desaparecimentos podem chegar a 839, além das 3.850 mortes violentas intencionais registradas pelo ISP. A Agência Brasil procurou a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro para saber o que está sendo feito para reverter a tendência de aumento do número de desaparecidos no estado, mas não obteve resposta.

Garota, desaparecida

O desaparecimento da estudante Maiana Vilela, de 16 anos, está intrigando familiares, vizinhos e até a polícia

A adolescente Maiana Vilela: relacionamento com um homem bem mais velho e desaparecimento misterioso
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
Familiares e o namorado da estudante Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, desaparecida desde a última quarta-feira (21), prestaram esclarecimentos ontem pela manhã no Setor de Desaparecidos da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá.

Além das declarações dos parentes, a Polícia Civil pretende descobrir quais foram os últimos passos da garota, de modo a desvendar o mistério.

À imprensa, o empresário Rogério Silva Amorim, de 38 anos, reconheceu que manteve um relacionamento extraconjugal com a garota antes de se separar oficialmente da esposa - com quem viveu há 11 anos. Rogério contou que a ex-mulher trabalha com ele na empresa, mas que a convivência entre os três era tranqüila - declaração que é posta em dúvida por vizinhos da garota (veja matéria ao lado).

Pai de três filhos de distintos relacionamentos, Rogério Silva disse que estava separado há cinco meses, mas há seis havia iniciado o namoro com Maiana. “Estávamos morando juntos há quatro meses”, disse. Porém, a adolescente teria ganhado uma moto Honda Biz do namorado no dia do seu aniversário, segundo ele, comemorado no dia 29 de maio passado (há sete meses).

“Pedi a autorização da família. Foi um erro, mas foi para que ela pudesse ir para escola à noite”, afirmou.

Maiana está desaparecida desde as 13h30 do último dia 21, quando saiu de moto da casa da sogra, no CPA IV, para trocar um cheque no valor de R$ 500 na agência do Banco Itaú localizada no CPA II. O dinheiro foi dado por Rogério e seria usado para o pagamento do caseiro da chácara de propriedade do empresário e para que a adolescente comprasse uma sandália.

Segundo Rogério Amorim, o cheque foi compensado. Mas, desde então, a adolescente desapareceu. “Já rodei mais de dois mil quilômetros procurando”, disse.

O empresário contou que a família tem recebido ligações ou trotes dando conta do paradeiro da garota. “Já fui até em Chapada dos Guimarães. Têm muitas ligações desencontradas”, comentou. A moto também não foi encontrada.

A família também fixou cartazes com fotos da jovem em locais como o terminal rodoviário e o aeroporto. Prima da adolescente, Polyana Martins, de 28 anos, afirmou que verificou inclusive nas empresas de viagens. “Nas agências também não tinham nenhuma informação sobre a Maiana”, afirmou.

Ainda conforme Polyana, Rogério e Maiana viviam bem. “Não havia nenhuma briga recente. Ela estava feliz e pretendia usar a sandália no Natal”, comentou. Além disso, a adolescente também não teria problemas com amigos ou colegas da escola Paiaguas, na região do CPA, onde cursava o segundo ano do ensino médio. Ela ainda fazia um curso no Senai.

Além de Polyana, também prestou esclarecimentos o pai da adolescente, o cabo da Polícia Militar Élson Alves Vilela, de 49 anos. Lotado no 17º Batalhão de Mirassol do D’Oeste, Élson disse que foi comunicado sobre o desaparecimento da filha no dia 22. “Eu estava meio afastado”, comentou.

O cabo está separado da mãe da adolescente, Sueli Cícero Mariano, há 16 anos. Já Suely passava férias no Paraná e deve ser ouvida hoje à tarde pela polícia.

Além das declarações da família e amigos, a polícia civil deverá requerer imagens internas e externas do sistema de segurança do banco, quebra do sigilo telefônico do aparelho celular da garota, além de verificar em agências de viagens.

Também podem contribuir para as investigações as imagens das câmeras monitoradas pelo Centro de Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), já que uma delas, segundo familiares, está localizada no cruzamento das Ruas Pernambuco e Brasil, no CPA.

Na DHPP as declarações dos familiares foram feitas à investigadora Lauriane Vilar. Quaisquer informações a respeito do caso podem ser dadas pelo número 197. A ligação é gratuita e o sigilo garanantido.



tido. http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=404302

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ANDRELINA LIMA MARQUES

JOSIANE PEREIRA

CARTILHA SOBRE DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS



http://www.andreiazito.com.br/pdf/cartilha-criancas-desaparecidas.pdf

CPI CRIANÇAS DESAPARECIDAS

Faça aqui a sua denúncia anônimamente

Qualquer pessoa ou entidade pode enviar à Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – Crianças e adolescentes desaparecidos, da Câmara dos Deputados,  uma denúncia anonimamente.
A denúncia apresentada, contudo, somente terá seguimento, ou seja, será objeto de investigação e atuação da CPI, se estiver incluída dentre as matérias de sua atribuição, ou seja, neste caso investigar as causas, conseqüências e responsáveis pelos desaparecimentos de crianças e adolescentes no Brasil.
O Artigo 35 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados estabelece: a  Câmara dos Deputados instituirá Comissão Parlamentar de Inquérito para apuração de fato determinado, pelo prazo de 120 dias, prorrogável por mais 60 dias, a qual terá poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, além de outros previstos em lei e neste Regimento.
Se você tem alguma criança ou adolescente desaparecido ou informações sobre crianças e adolescentes desaparecidos, preencha o formulário abaixo. Você não precisa se identificar.

                http://www.cpicriancasdesaparecidas.com.br/denuncie/

Lista de desaparecidos tem falhas

São Paulo (AE) - Ineficiente e desatualizado, o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos está completando dois anos e ainda patina na falta de integração com os órgãos de segurança pública dos Estados. Segundo levantamento feito pela CPI do Desaparecimento de Crianças da Câmara dos Deputados (2008/2010), há 40 mil casos anualmente em todo o País, 9 mil deles somente no Estado de São Paulo. O cadastro prometia ser a principal ferramenta para a localização de crianças desaparecidas no Brasil. "O sistema foi todo desenhado e acoplado ao Infoseg (rede nacional de informações sobre segurança pública). A ideia é que fosse alimentado diretamente pelas Secretarias de Segurança Pública. Tinha portas para as delegacias especializadas, disque-denúncia e conselhos tutelares", contou um dos idealizadores do projeto, Benedito dos Santos, que também é professor da Universidade Católica de Brasília (UCB) e consultor do Fundo das Nações Unidas para a Criança (Unicef). A ideia parecia simples. Qualquer boletim de ocorrência de desaparecimento registrado no País geraria um cadastro imediato no site www.desaparecidos.mj.gov.br. Qualquer pessoa teria acesso, o que facilitaria a localização. Mas isso não acontece, por falta de integração entre os dados das Secretarias Estaduais de Segurança Pública e o sistema de coleta do governo federal.

Segundo o site, são apenas 559 crianças e adolescentes desaparecidos em todo o País. Em São Paulo, seriam 107 desaparecidos. Os números são irreais. Somente na 4ª Delegacia da Divisão Antissequestro (Pessoas Desaparecidas) foi registrado o sumiço de 1.351 menores de até 12 anos entre janeiro e novembro. Desses, 335 ainda não foram encontrados.Titular da 4ª Delegacia, Sergio Marino Pereira disse que a polícia em São Paulo já tem um cadastro interno de desaparecidos Sobre o site nacional, espera que os problemas sejam resolvidos "Vai funcionar. Se fosse atualizado ao menos quinzenalmente, já seria bastante útil". Para o vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da OAB, Ariel de Castro Alves, o desaparecimento de crianças é relegado a um segundo plano.

"No País e no Estado de São Paulo, temos cadastro de veículos e de imóveis, mas não temos um cadastro de pessoas desaparecidas efetivamente funcionando", lamentou. Brigas familiares, disputa pela guarda e rapto estão entre as principais causas do sumiço de crianças no Brasil. Em geral, 15% não são encontradas.

O Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos Humanos informaram que estão finalizando uma proposta de metodologia para o cadastro. O próprio Ministério reconhece que a ausência dessa metodologia dificulta uma orientação para todos os Estados sobre o que deve ser feito. A previsão é de que a nova diretriz esteja disponível ainda no primeiro semestre de 2012. 



http://tribunadonorte.com.br/noticia/lista-de-desaparecidos-tem-falhas/206268

Corpo de criança desaparecida em praia de Ilhéus é encontrada por Bombeiros

O corpo do menino de 12 anos, que desapareceu na praia de São Domingos, na zona norte de Ilhéus, no sul da Bahia, foi encontrado na tarde deste domingo (18) em uma praia anterior a do afogamento. Marcos Felipe Almeida Santos foi encontrado por volta das 13h20 na beira da praia de São Miguel pelo Corpo de Bombeiros.

No momento do acidente, o jovem brincava em uma parte rasa da praia quando foi surpreendido por uma onda forte, na tarde de sábado (18), e arrastado para o mar.

O corpo da criança foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna. Ainda não há informações sobre o sepultamento de Marcos.

Menina está há mais de duas semanas desaparecida em Cambé

A menina de 9 anos, desaparecida em Cambé no último dia 3, ainda não foi encontrada. Josiane Pereira de Moraes foi vista pela última vez a caminho de uma festareligiosa, que acontecia no jardim Santa Eliza III. Integrantes do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) ajudam a polícia local nas investigações. 

A delegada do Sicride, Danielle Oliveira Serighelli, admitiu que está com dificuldades para dar andamento ao caso. "Conseguimos, até agora, descartar a possibilidade de a menina ter desaparecido depois da festa. Conversamos com pessoas que participaram do evento religioso. Ninguém confirmou a presença de Josiane no local", disse. 

O boato de que o corpo da criança já havia sido encontrado também foi desmentido pela delegada. "Até agora, nada sobre isso foi repassado à polícia. Pedimos a cooperação da população, para que especulações do tipo não sejam espalhadas nacidade. Os boatos só atrapalham as investigações." 

Outra informação, de que um garoto teria visto Josiane no carro com duas mulheres, também já foi apurada pelo Sicride. "O menino não consegue confirmar que a criança no veículo era, de fato, Josiane. Por enquanto, descartamos esta hipótese", esclareceu.

Apesar de todas as dificuldades, a delegada garantiu que as investigações só vão ser finalizadas "depois que a menina for localizada". Quem tiver mais informações sobre o paradeiro de Josiane pode ligar para o telefone (43) 3343-4240.



http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--984-20111219&tit=menina+esta+ha+mais+de+duas+semanas+desaparecida+em+cambe

domingo, 6 de novembro de 2011

ISRAEL VELHO INÁCIO

RONALDO SIMÃO GRACIANO

Dois adolescentes desaparecidos na região




Dois garotos estão desaparecidos desde o início da semana na região. Polícia e familiares estão em busca de informações que possam levar ao paradeiro dos adolescentes. Israel Velho Inácio, 14 anos, sumiu da frente de sua casa, em Cocal do Sul, na segunda-feira e Ronaldo Simão Graciano foi visto pela última vez na manhã dessa quinta-feira, em Criciúma.

Ronaldo é estudante da escola Érico Nonnenmacher, no bairro Pinheirinho, em Criciúma, e foi dado como desaparecido na noite de ontem. O garoto saiu cedo de casa para a escola, e até o momento não retornou. Na escola ninguém sabe dizer onde o garoto se encontra, assim como não o viram deixando a unidade educacional.

Durante a madrugada de sexta-feira a família do rapaz andou por toda a cidade em busca de informações. “Ele saiu apenas com o uniforme da escola, uma bermuda, e até agora não nos deu sinal. No recreio foi a última vez que viram ele”, falou o padrasto, Gilberto Pereira Vargas, atordoado com a falta de notícia.

Vargas disse que o enteado na última semana se desentendeu com um colega na escola e acabou ficando uns dias em casa. “Os pais foram chamados na escola e desde então o Ronaldo começou a receber recados de que queriam pegar ele”, lembrou dizendo que na quinta-feira não queria que ele fosse para a escola, mas acabou contrariando e desaparecendo. “A gente fica em casa com as mãos atadas, não sabemos se ele veio embora e o pegaram. Não temos o que fazer”, lamentou.Em Cocal do Sul vive a mesma angustia a família do adolescente Israel. O menino sumiu às 14 horas de segunda-feira, quando foi na frente de casa ver as obras de pavimentação. O tio do garoto, Pedro Velho, disse que ele estava de bermuda e camiseta e havia deixado o celular em cima da mesa. “Ninguém viu e sabe para onde ele foi. A família inteira está procurando”, comentou o homem. Ontem a polícia recebeu informações de que o menino havia sido visto em Urussanga, mas o local mencionado foi checado e ele não estava lá.



http://www.engeplus.com.br/0,,38164,Ds-adescentes-desaparecid-na-regiao.html

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Corpo de menino brasileiro desaparecido em 2009 nos EUA é encontrado Restos mortais de Christopher Szczepanik foram achados no Estado de Nebraska; pais continuam desaparecidos


Restos mortais de Christopher Szczepanik foram achados no Estado de Nebraska; pais continuam desaparecidos



O corpo de um menino brasileiro de 7 anos que estava desaparecido havia quase dois anos com seus pais nos Estados Unidos foi encontrado na terça-feira no rio Missouri, no Estado de Nebraska.
Os restos de Christopher Szczepanik foram encontrados após o depoimento de um dos três brasileiros que foram indiciados pelo assassinato do menino e de seus pais, Vanderlei e Jacqueline Szczepanik.
O desaparecimento da família, em dezembro de 2009, era um grande mistério.
Eles moravam havia quatro anos na cidade de Omaha, onde Vanderlei trabalhava como carpinteiro para uma igreja evangélica, quando sumiram sem deixar pistas. O alarme foi dado poucos dias depois por parentes e amigos no Brasil, preocupados com a falta de notícias da família.
Segundo a mídia local, testes de DNA confirmaram que o corpo encontrado enrolado em um lençol, no leito do rio Missouri, era mesmo de Christopher. Os corpos dos pais, que também teriam sido assassinados, continuam desaparecidos.
Cartões de crédito
Os três brasileiros acusados pelo crime trabalhavam para Vanderlei na reforma de uma escola ligada à igreja à qual eram filiados. A desconfiança sobre os três foi gerada após cartões de crédito da família terem sido usados depois do desaparecimento.
Um dos acusados, Valdeir Gonçalves Santos, fez um acordo com a promotoria para testemunhar contra os dois acusados, José Oliveira Coutinho e Elias Lourenço Batista em troca de uma possível redução na pena.
Ele teria contado que os três mataram Vanderlei Szczepanik a pauladas e depois enforcaram a mãe e o menino, antes de jogar os corpos no rio. Os investigadores esperam agora também encontrar os corpos dos pais próximo ao local onde foi encontrado o de Christopher
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/bbc/corpo-de-menino-brasileiro-desaparecido-em-2009-nos-eua-e-encontrado/n1597295508949.html
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VÍDEO CDEF

VÍDEO FEF

WELLINGTON AGUIAR DA SILVA

WELLEN SANTOS

WELLINGTON EDGAR DE SOUZA

ALINE BARBOSA SOARES

ALEX QUIRINO SILVA

ALINE QUEIROZ DA SILVA

ALEXANDRE RODRIGO SILVA JR

ALESSANDRA MONIQUE C.DA SILVA

ALEXSANDRO DA SILVA SANTOS

ALBERT DE S.DE DEUS

WELLINGTON DE OLIVEIRA

ALINE RAPHAELLA

NYCOLLE XAINDÉ

WELLINGTON FELIPE NUNES

AKEMY GUADALUPE

WALLEF DOS SANTOS

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Irmãos desaparecidos na Espanha-pai sob suspeita

Meninos desaparecidos

Dois irmãos estão desaparecidos desde sábado, em Córdoba, Espanha. A menina de seis anos e o menino de dois estavam à guarda do pai, que reside em Huelva, mas estava em Córdoba de visita à família. 
A polícia espera que pistas encontradas em casa da família paterna possam ajudar a esclarecer o mistério do desaparecimento das duas crianças. As autoridades encontraram restos de uma fogueira e «material orgânico», mas não especifica que tipo de material foi encontrado. 
O pai das crianças não foi ainda declarado suspeito de nada, mas as pistas encontradas colocam-no sob suspeita. Ele e a mãe das crianças estavam em processo de divórcio nada amistoso. 
Foi o próprio pai dos meninos que ligou para a polícia a denunciar o desaparecimento das crianças, cerca das 18:40 locais (17:40 em Lisboa), do parque onde brincava. Mais tarde, de acordo com o jornal online espanhol «20segundos», apresentou uma queixa formal na esquadra. 
A família materna das crianças foi avisada em Huelva, através de um telefonema da polícia. Imediatamente, seguiram para Córdoba, onde integraram equipas de busca. 
Na madrugada de domingo, a mãe das crianças apresentou uma queixa contra o ainda marido, alegando maus tratos físicos e psicológicos. As autoridades esclarecem que, em nenhum momento, a denúncia referia as duas crianças e visava apenas «motivos estritamente matrimoniais».

MAURICIO FERREIRA DOS SANTOS

GUSTAVO HENRIQUE

CAMILA OLIVEIRA PEREIRA

ADSON DA SILVA MELO

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Bebê raptado em Almirante Tamandaré é encontrado pela polícia

Sequestradora teria dito ao namorado que estava grávida. Nove meses depois, decidiu roubar um bebê.




A polícia encontrou nesta terça-feira (6) o bebê de dois meses raptado em Almiranta Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, na última sexta-feira (2). Segundo a delegada do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas), Ana Cláudia Machado, a polícia chegou a sequestradora através de denúncias anônimas.
"A população atendeu o nosso chamado e nos enviou diversas informações. A partir daí chegamos à sequestradora", disse.
Segundo a criminosa, o rapto aconteceu porque ela teria mentido ao namorado que estava grávida e, como os nove meses haviam passado, ela resolveu roubar o bebê. Ainda segundo a acusada, ela conheceu o pai de Natan Thiago de Lara da Silva dois dias antes do sequestro, ao ser indicada para fazer um serviço na residência dele.
"Ela disse que chegou lá, ele contou do filho e da esposa. Dois dias depois, ela resolveu voltar. Conversou com a mãe da criança, convidou ela para fazer compras e sequestrou Natan", explica a delegada.
Ana Cláudia ainda conta que a sequestradora chegou a desenvolver gravidez psicológica e até amamentou o bebê.
Caso - Segundo o superintendente da delegacia de Almirante Tamandaré, Job de Freitas, a suspeita de sequestrar o neném foi até a residência do casal e convidou a mãe, com a criança, para irem até uma loja comprar roupas. No estabelecimento, a suspeita deu varias calças jeans para a mãe provar. Quando ela saiu do provador, seu filho tinha sumido. A dona da loja disse ter visto a senhora sair rapidamente da loja com a criança.


http://www.bemparana.com.br/index.php?n=190163&t=bebe-desaparecido-na-rmc-e-encontrado

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sicride entra na investigação de bebê sequestrado

Suspeita foi até a residência do casal e convidou a mãe, com a criança, para irem até uma loja comprar roupas...



O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) entrou no caso da criança, de dois meses, que foi sequestrada, na noite de sexta-feira (1), em Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba. O Sicride irá auxiliar a delegacia da cidade nas investigações. Nesta segunda-feira (5), foi divulgado o retrato falado da suspeita de levar Natan Thiago de Lara da Silva.

Segundo o superintendente da delegacia de Almirante Tamandaré, Job de Freitas, a família é muito humilde e, havia três dias que era assediada por uma mulher. Na sexta-feira (1), a suspeita foi até a residência do casal e convidou a mãe, com a criança, para irem até uma loja comprar roupas. No estabelecimento, a suspeita deu varias calças jeans para a mãe provar. Quando ela saiu do provador, seu filho tinha sumido. A dona da loja disse ter visto a senhora sair rapidamente da loja com a criança. O local não possui câmeras de segurança.

Segundo relatos do pai do bebê, a mulher sempre mudava o visual. De acordo com o relato na delegacia, ela apareceu com óculos e cabelos soltos, outra vez sem óculos e com touca na cabeça. “Tudo isso dificulta a identificação da sequestradora”, disse Job.

Pessoas que tiverem informações sobre a suspeita podem entrar em contato com o Sicride, pelo telefone (41) 3224-6822 ou com a delegacia de Almirante Tamandaré, pelo (41) 3657-1220

ADOÇÃO DE UM FILHO


Filhos adotados: Pais e mães que querem adotar um menino ou uma menina


Se está pensando em ter filhos, e o caminho escolhido for a adoção, o primeiro é informar-se acerca dos trâmites que terá que realizar.
Desde o ponto de vista jurídico, a adoção se trata de um conjunto de direitos e obrigações derivados do processo e a situação de filiação que se estabelece entre uma família e outra pessoa. Mas é um erro pensar somente nos trâmites e em tudo o que acarreta a parte burocrática. O mais importante é a decisão e a segurança que deve ter para dar este passo tão importante. Adotar ou ter um filho biológico é o mesmo. Diferem-se somente no relacionado à burocracia e ao tempo.

Filho adotado

Se vai adotar um filho, seguramente pensarás uma ou outra vez em: como vai reagir seu filho ou sua filha? que cuidados especiais necessitará? como será seu primeiro encontro com ele ou ela? Adotado ou biológico, um filho muda a vida dos pais. Sua vida experimentará uma mudança radical; haverá um menino ou uma menina que agora te espera em casa e depende absolutamente de você. Adotado ou não, as crianças precisam de muito amor, e como todos terão o direito de conhecer sua identidade e suas origens, no momento certo.
Para alguns, ter um filho adotado significa um ato de solidariedade. Mas para outros, e muitos felizmente, representa apenas uma forma, um caminho escolhido para serem pais e formarem uma família. O que deve estar claro é que um filho será sempre um filho, seja qual tenha sido o lugar ou a circunstância do seu nascimento.
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CRIANÇAS ABANDONADAS


O abandono de crianças sempre existiu no Brasil


No Brasil, o abandono de bebêsvem desde a era colonial, quando era comum encontrar bebês largados em ruas, becos e portas de casa ou em rios, mangues e no lixo. Havia a possibilidade de alguém recolher o neném e criar. Os três últimos configuram a eliminação das crianças. Os recém-nascidos jogados nas ruas corriam risco de ser devorados por cães e porcos que vagavam pela cidade.
O abandono de bebês, muitas vezes era para preservar a honra de moças de família e falta de recursos para criar mais um filho eram motivos do abandono de bebês ou do infanticídio no período colonial. Quando as crianças nasciam com alguma deficiência também eram abandonadas.
No Brasil, parece que assitimos às práticas de infanticídio do Brasil Colônia. É preciso resolver o problema da exclusão social e ter uma melhor política de prevenção de gravidez e controle de natalidade.
Rejeição, doença ou morte e pobreza da mãe ou da família são determinantes na entrega de um bebê para os cuidados institucionais. Vários estudos apontam os efeitos nocivos sobre a formação das crianças quando observadas num processo de separação dos pais e, em especial, da mãe.
O bebê é um ser indefeso e incapaz de sobreviver pelos seus próprios recursos, o que faz-se necessária a presença de um adulto ou responsável. Além da higiene e cuidados com a alimentação, uma criança amada e cuidada é psicologicamente saudável.

Bebês e crianças abandonados

Para os bebês, a mudança de quem recebe cuidados afeta muito o seu desenvolvimento emocional. O desconforto, o sofrimento, atrasam sua adaptação ao meio. A longo prazo, devido relações superficiais, elas, na sua maioria vão crescer como pessoas que não tem calor no contato com os semelhantes.
Para os bebês abandonados, o nascimento representa um corte radical em relação a tudo o que eles conhecem: a voz da mãe, os ruídos de seu corpo, a voz do pai, o ambiente familiar, enfim, tudo aquilo que permite a um recém-nascido se situar nos primeiros momentos de sua vida desaparece.
Por isso, a intervenção psicológica é muito necessária para esses bebês entregues aos cuidados institucionais, tentando garantir que, pelo menos uma vez, eles ouçam sua verdadeira escola.
Devem ser feitos esforços para a manutenção da maternidade, para proteger o desenvolvimento do bebê, e tentar minimizar os efeitos negativos da falta de uma figura materna, pois isso atrapalharia seu desenolvimento e de sua saúde mental.
Os bebês e crianças abandonados ou entregues para os cuidados institucionais contam apenas com o suporte social. Como as agências que cuidam dessas crianças são poucas e com deficiências, fica quase impossivel serem supridas emocional e fisicamente. Por outro lado, a burocracia impede uma facilidade maior no processo de adoção.
A adoção, que deveria ser um processo sadio e uma saída para crianças abandonadas a se sentirem amadas, acolhidas, sendo supridas de toda rejeição, e falta de amor, infelizmente a cada dia descobre-se notícias e escândalos com abusos sexuais, espancamentos, torturas e até mesmo morte de crianças pelos próprios pais adotivos. Isso nos leva a questionar: Há saída para essas crianças?
http://br.guiainfantil.com/adocao/421-criancas-abandonadas.html
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TRABALHO INFANTIL NO BRASIL


Milhares de crianças ainda deixam de ir à escola


O trabalho infantil no Brasil ainda é um grande problema social. Milhares de crianças ainda deixam de ir à escola e ter seus direitos preservados, e trabalham desde a mais tenra idade na lavoura, campo, fábrica ou casas de família, muitos deles sem receber remuneração alguma. Hoje em dia, em torno de 4,8 milhões de crianças de adolescentes entre 5 e 17 anos estão trabalhando no Brasil, segundo PNAD 2007. Desse total, 1,2 milhão estão na faixa entre 5 e 13 anos.
Apesar de no Brasil, o trabalho infantil ser considerado ilegal para crianças e adolescentes entre 5 e 13 anos, a realidade continua sendo outra. Para adolescentes entre 14 e 15 anos, o trabalho é legal desde que na condição de aprendiz.
O Peti (Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil) vem trabalhando arduamente para erradicar o trabalho infantil. Infelizmente mesmo com todo o seu empenho, a previsão é de poder atender com seus projetos, cerca de 1,1 milhão de crianças e adolescentes trabalhadores, segundo acompanhamento do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos). Do total de crianças e adolescentes atendidos, 3,7 milhões estarão de fora.

Ao abandonarem a escola, ou terem que dividir o tempo entre a escola e o trabalho, o rendimento escolar dessas crianças é muito ruim, e serão sérias candidatas ao abandono escolar e consequentemente ao despreparo para o mercado de trabalho, tendo que aceitar sub-empregos e assim continuarem alimentando o ciclo de pobreza no Brasil.

Sabemos que hoje em dia, a inclusão digital (Infoinclusão) é de extrema importância. Além da conclusão do ciclo básico de educação, e da necessidade de cursos técnicos, e da continuidade nos estudos, o computador vem se tornando fundamental em qualquer área de trabalho.

Desde que entrou em prática, no final de novembro de 2005, o projeto de inclusão digital do governo federal, Computador para Todos - Projeto Cidadão Conectado registrou mais de 19 mil máquinas financiadas. Programas do Governo Federal juntamente com governos estaduais, pretendem instalar computadores e acesso a internet banda larga em todas escolas públicas até 2010. Com isso esperam que o acesso a informações contribuam para um melhor futuro às nossas crianças e adolescentes.

Perfil do trabalho infantil no Brasil

Como já era de se esperar, o trabalho infantil ainda é predominantemente agrícola. Cerca de 36,5% das crianças estão em granjas, sítios e fazendas, 24,5% em lojas e fábricas. No Nordeste, 46,5% aparecem trabalhando em fazendas e sítios.

A Constituição Brasileira é clara: menores de 16 anos são proibidos de trabalhar, exceto como aprendizes e somente a partir dos 14. Não é o que vemos na televisão. Há dois pesos e duas medidas. Achamos um absurdo ver a exploração de crianças trabalhando nas lavouras de cana, carvoarias, quebrando pedras, deixando sequelas nessas vítimas indefesas, mas costumamos aplaudir crianças e bebês que tornam-se estrelas mirins em novelas, apresentações e comerciais.
A UNICEF declarou no Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil (12 de junho) que os esforços para acabar com o trabalho infantil não serão bem sucedidos sem um trabalho conjunto para combater o tráfico de crianças e mulheres no interior dos países e entre fronteiras. No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, a UNICEF disse/referiu com base em estimativas que o tráfico de Seres humanos começa a aproximar-se do tráfico ilícito de armas e drogas.
Longe de casa ou num país estrangeiro, as crianças traficadas – desorientadas, sem documentos e excluídas de um ambiente que as proteja minimamente – podem ser obrigadas a entrar na prostituição, na servidão doméstica, no casamento precoce e contra a sua vontade, ou em trabalhos perigosos.
Embora não haja dados precisos sobre o tráfico de crianças, estima-se que haverá cerca de 1.2 milhões de crianças traficadas por ano.
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