sábado, 28 de maio de 2011

Ministério Público do Rio e Disque-Denúncia se unem na busca por desaparecidos

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) assinou um convênio ontem com o Instituto Brasileiro de Combate ao Crime, responsável pelo Disque-Denúncia, que estabelece a troca de informações sobre pessoas desaparecidas.
O compromisso, válido por 60 meses, permitirá operacionalizar o Programa de Desaparecidos do Disque-Denúncia em parceria com o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID), do Núcleo de Apuração Criminal do MP-RJ.
Segundo o MP-RJ, o convênio estabelece que o PLID transmitirá informações de sua base de registros para o banco de dados de um portal na internet, a ser criado pelo Disque-Denúncia. Assim, uma foto recebida pelo MP será divulgada no site do Disque-Denúncia ou em outras mídias utilizadas pela entidade. Quem quiser comunicar um desaparecimento ao PLID poderá fazê-lo também por meio do Disque-Denúncia.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

ADOLESCENTE LOCALIZADA SEM VIDA ENTERRADA NO QUINTAL DA CASA DE NAMORADO

Assassino matou e enterrou namorada no quintal 


Crime foi motivado por ciúmes


O delegado titular da Polícia Civil de Osvaldo Cruz, Marcelo Marques Silva Lemes, concedeu entrevista a pouco para falar sobre o assassinato da jovem Fabíola Nava Ursolino, de apenas 16 anos de idade.

De acordo com o delegado o boletim de ocorrência por desaparecimento, feito em São Paulo, via Delegacia Eletrônica, chegou até delegacia de Osvaldo Cruz há cerca de um mês.


“No histórico do B.O constava que a última notícia da família teria da vítima é que de ela (Fabíola) estaria residindo com um indivíduo que também era de São Paulo”, disse Lemes.

Com o nome do rapaz em mãos, diligências foram iniciadas a polícia pôde constatar que Marciano Alves Soares, 33, realmente estava na cidade. 



Mentiras

Nos primeiros contatos, Marciano confirmou que Fabíola teria vindo de São Paulo para Osvaldo Cruz, mas, depois de algum tempo a jovem foi para casa de alguns parentes, no Mato Grosso.

No entanto, a polícia descobriu que os parentes moram em Minas Gerais. Com isso, o fato começou a chamar ainda mais a atenção dos policiais.

Após diligências na Vila Esperança (bairro onde Marciano Morava com a jovem), vizinhos confirmaram à polícia que o casal tinha residência no local, porém, Fabíola já estava desaparecida há pelo menos 20 dias.

“Passado alguns dias, soubemos que o rapaz havia adquirido dois sacos de cimentos e isso chamou a nossa atenção”, revelou o delegado.






Assassinato foi por ciúmes





Por várias vezes os policias foram atrás de Marciano, mas a casa estava sempre vazia.

Na tarde de ontem, o rapaz procurou pela polícia para saber o porquê dos civis estarem indo ao seu encontro.

“Nós passamos todas as evidências que tínhamos sobre o caso e ele começou a cair em muitas contradições. Aí, o rapaz acabou entregando que, por ciúmes de um ex-namorado dela, houve uma discussão. Ele empurrou Fabíola e ela bateu a cabeça e desfaleceu na hora. Ele amarrou as mãos e os pés da jovem, enterrou no quintal e cimentou o corpo”, contou o delegado.

O rapaz mostrou aos policiais onde o corpo estava enterrado e autorizou que o local fosse cavado.

“Assim que localizamos a ossada, acionamos o instituto de criminalística e o Instituto Médico Legal (IML) que foram até o local e retiraram o corpo”, disse.

Foi feito o pedido de prisão temporária para Marciano. O homicídio foi qualificado por motivo fútil e a pena varia entre 12 e 30 anos. Além disso, houve ocultação de cadáver e a pena pode chegar a três anos.

LOCALIZADAS SEM VIDA

Amante do pai de Lavínia confessa que matou a menina



LOCALIZADA SEM VIDA

MENINO LÉO FOI LOCALIZADO SEM VIDA


Chegou ao fim, na tarde de 20/05/2011, um dos casos de desaparecimento mais longos registrados no Paraná. Numa cerimônia íntima e marcada pela emoção, familiares e amigos puderam velar por algumas horas o corpo do pequeno Leonardo de Mello e Silva, o Léo, 3, – que desapareceu há mais de dez anos do Parque 1º de Maio em Umuarama. Em 2006, uma ossada que podia se tratar de Léo foi encontrada, porém, um exame de DNA que tardou seis anos para ser concluído chegou às mãos da família somente no mês passado, e confirmou que se tratava mesmo do garoto. Com a chegada do laudo, a polícia encerra a investigação do desaparecimento do garoto e inicia agora outra fase ao caso. A pergunta dos investigadores é o que teria causado sua morte.
O corpo do menino chegou a uma das capelas do Cemitério Municipal por volta das 14h, onde foi velado até 16h. A cerimônia contou com a presença de familiares e conhecidos que oraram e fizeram homenagens a Léo. Num culto, um pastor tentou trazer conforto à família e aos amigos que se emocionaram durante um discurso da mãe de Léo.

Em sua despedida, Leonice Furtado de Mello Silva confessou aos presentes que estava aliviada, visto que sabia que Léo estava com Deus.
Após as despedidas, o corpo de Léo foi enterrado na sepultura de sua família sob aplausos.
O caso do menino Léo, como ficou conhecido é envolto em mistérios e perguntas ainda não respondidas. Segundo inquérito instaurado pela polícia há dez anos, o menino saiu de casa cedo para brincar com os amigos na rua dos Vigilantes no Jardim 1º de Maio. Próximo ao horário do almoço, a mãe foi chamá-lo, mas ele já havia desaparecido. Nos dias, meses e até anos que se seguiram, moradores e amigos da família organizaram mutirões para procurar o garoto, mas nunca o encontraram.


Leia na íntegra: http://www.ilustrado.com.br/2011/ExibeNoticia.aspx?Not=Desaparecido%20h%C3%A1%20dez%20anos,%20menino%20L%C3%A9o%20%C3%A9%20sepultado&NotID=3

Mães de desaparecidos pedem cadastro único nacional


Dezenas de mães e parentes de desaparecidos pediram dia 25/05/2011 a criação de um cadastro nacional unificado com informações e dados sobre as pessoas procuradas. Durante protesto, que percorreu as ruas do centro da capital paulista, as famílias expuseram cartazes e fotos de parentes sumidos e manifestaram apoio a um projeto de lei paulista que obriga o estado a unificar informações sobre os desaparecidos.
“A polícia de São Bernardo do Campo não sabe de um boletim de ocorrência feito em Mogi das Cruzes. Com isso, a investigação fica à mercê da boa vontade e caridade de algumas pessoas que têm pena das famílias dos desaparecidos”, diz Elvira Scaquetti, mãe de Sulamita Scaquetti Pinto, 32 anos, desaparecida em 16 setembro de 2010, em São Paulo.
Sulamita desapareceu após deixar de tomar seus remédios para a depressão a pedido de um pastor. A jovem, que tinha compulsão por comer, não foi mais vista depois de iniciar um jejum de sete dias, sugerido pelo religioso. De acordo com sua mãe, as buscas estão sendo feitas pela própria família, quase sem ajuda de órgãos oficiais.
“Você tem a notícia de que viram a sua filha em um terminal de ônibus. A gente corre para lá. Mas a polícia de lá não sabe de nada. Você fala para a polícia e eles pegam um cartaz dela e põem no carro. Isso na era da informática, do grande avanço tecnológico. Isso é desumano”, desabafa.
Na tentativa de aprimorar os sistemas de busca dos desaparecidos em São Paulo, o deputado estadual Hamilton Pereira (PT) apresentou proposta de lei que pretende integrar em uma mesma plataforma as informações das polícias, do Ministério Público, dos conselhos tutelares, de instituições de direitos humanos, hospitais e institutos médicos legais.

“Teremos um banco de dados no estado com todas as características das pessoas desaparecidas e mais um banco de DNA que seria integrado ao Infoseg, o sistema de informações da Secretaria Nacional de Segurança Pública”, diz o deputado.
FONTE>>http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110525172024&assunto=5&o

Final feliz Menina desaparecida em Vilhena encontrada no Mato Grosso; Sequestrador foi preso


A menina Lorrayne Sarah da Silva, de apenas 7 anos, que estava desaparecida em Vilhena, foi localizada em Comodoro, no Mato Grosso. A menina foi sequestrada por um andarilho, Ari Filho Terra. Ele já havia sido visto rondando a casa de Lorrayne dia antes de sequestrá-la.
Na sexta-feira. 13, quando Lorrayne ia para a escola, Ari ofereceu carona e a menina se negou a acompanha-lo. Ele então pegou-a pela cintura e a sentou em uma bicicleta. “Fica quieta”, disse o sequestrador para a menor, e a levou para o mato.

Ari amarrou e deixou Lorrayne numa casa na área rural de Vilhena. Saia para a rua e, quando conseguia alimento, levava para ela. Ela dormia amarrada e passou fome e sede. Depois foi levada de bicicleta para Comodoro.

Uma moradora de Comodoro, cujo nome ainda não foi revelado, chegou em Vilhena na quinta-feira, 19, para fazer compras no Supermercado Pato Branco e lá ela viu o cartaz e a foto da pequena Lorrayne e voltou a cidade.

Essa mulher trabalha com brinquedos para criança na Praça de Comodoro. Neste sábado, 21, ela estava trabalhando e Lorrayne chegou perto da filha dela, de apenas três anos. Lorrayne estava com uma blusa de manga comprida e também usava um boné, parecendo um menino.


A filha da mulher perguntou para Lorrayne: “Ei rapazinho, cadê sua mãe?”. Lorrayne respondeu: “Não, eu sou uma menina também, minha mãe mora em Vilhena”. A criança voltou a perguntar “E o que você está fazendo aqui?”.



Nesse instante, a senhora se aproximou de Lorrayne, e ela pediu ajuda: “Ô tia me ajuda, eu quero minha mãe”. A mulher observou de perto e reconheceu que Lorrayne era a menina do cartaz que havia visto em Vilhena.

Ela pediu para uma amiga cuidar das meninas, que estavam brincando, e foi chamar a polícia. Em poucos minutos a polícia prendeu o sequestrador e também levou Lorrayne à delegacia.

Segundo os policiais, Ari jurava que era o pai de Lorrayne e que já havia sido casado com Marta Ferreira da Silva, mãe dela. Enquanto a polícia entrava em contato com Marta, a mulher insistia com os policiais de que a menina era Lorrayne, criança que havia desaparecido em Vilhena, ela havia visto no cartaz.

Até esse momento, como não havia provas, a polícia queria soltar o sequestrador, mas pesquisaram na internet e viram a foto de Lorrayne. Ele ficou preso em Comodoro.

Marta e o padrasto Rudinei da Silva Ângelo se deslocaram até Comodoro imediatamente. “Quando cheguei na delegacia de Comodoro, ela estava dormindo num colchãozino. Quando encostei nela, ela gritou mãe, mãe! Comecei a chorar junto com ela e o pessoal da delegacia também chorou”, disse Marta.

Lorrayne emagreceu e tem tosse. Ela foi levada para o Hospital Regional, mas não havia médico às 02h00 deste domingo, 22. O médico só chegaria às 07h00, Lorrayne estava trajando a camisa suja de Ari e o jaleco de um policial civil. Todos esses dias ela não tomou banho, por isso adiaram o exame médico, para ela poder tomar banho e descansar.



FONTE>>http://www.rondoniagora.com/noticias/menina-desaparecida-em-vilhena-encontrada-no-mato-grossou-sequestrador-foi-preso-2011-05-22.htm

terça-feira, 3 de maio de 2011

TRÁFICO DE SERES HUMANOS

TRÁFICO DE CRIANÇAS É PROBLEMA GLOBAL

Mão-de-obra barata
Depois do tráfico de drogas e de armas, o de pessoas é o ramo mais lucrativo do crime organizado. No mínimo 1,2 milhão de crianças são vendidas por ano no mundo. O Unicef exige uma reação global para combater o negócio em franca expansão por meio da internet.


Os negócios com seqüestro e escravização de crianças, muitas das quais são forçadas a praticar a prostituição, cresceu também nos países ricos da União Européia nos últimos anos. Segundo o juiz italiano Ferdinando Imposimato, que trabalha para a ONU na questão do comércio de crianças, são várias as causas dessa tragédia infantil. Uma delas seria a procura crescente por mão-de-obra barata, e a globalização se encarregaria do resto.


Reação global – São vendidas anualmente cerca de 120 mil crianças da Europa Oriental para a Ocidental, avalia o Unicef. E Imposimato vê nisso uma evolução assustadora a exigir uma estratégia internacional, que deve compreender um acordo entre os órgãos públicos dos países de origem, dos que servem de corredor do tráfico e também das nações de destino das crianças vendidas ou seqüestradas. Só uma estreita cooperação entre estes Estados poderia evitar o tráfico humano.
A ONG Terre des Hommes confirma que mais de um milhão de crianças são vendidas anualmente. Como mão-de-obra barata, elas são obrigadas a tecer tapetes, a trabalhar em pedreiras ou na agricultura. Muitas são forçadas à prostituição e sofrem abusos sexuais e violência. A maioria é levada para longe de sua pátria e muitas são aprisionadas e maltratadas.
Oferta e procura – As crianças vendidas para a Alemanha são em muitos casos exploradas sexualmente e forçadas a atividades criminosas, como roubar ou vender drogas, segundo a Terre des Hommes. Em muitas cidades grandes existe o problema cada vez maior dos trombadinhas – crianças trazidas do Leste Europeu especialmente para bater carteiras. Outro ramo de trabalho dos traficantes é a adoção ilegal. Como mercadorias, crianças são oferecidas em catálogos na internet.
As preferidas para adoção são brancas, saudáveis e recém-nascidas.


Existem muitos traficantes poderosos em vários países europeus. O juiz Imposinato cita a Rússia e a Albânia como exemplos. Como se trata de um mercado que atua conforme a lei de oferta e procura, a responsabilidade, na sua opinião, é também das nações européias ocidentais; pois se a oferta das máfias russa e albanesa é grande na internet, a procura também é enorme nas nações ocidentais ricas. Daí a razão de o juiz italiano exigir um combate eficaz do crime organizado tanto nos países de origem quanto na Europa Ocidental "como mercado consumidor".


Negócio complicado – Na maioria dos casos, o tráfico de crianças não é a simples venda de A para B. Ele percorre muitas estações em diversos países e existe uma ação recíproca entre os diferentes ramos do crime organizado. As atividades dos traficantes de drogas, armas e pessoas são estreitamente entrelaçadas e contam com a ajuda da corrupção, que é especialmente grave em países europeus orientais como a Rússia e a Albânia, segundo o juiz.


Meios modernos e impunidade – Tudo isso dificulta o combate ao tráfico humano por parte da polícia, que em muitos países também é corrupta. Além do mais, os criminosos contam com os meios mais modernos de comunicação. A internet é uma plataforma confortável para oferecerem seus produtos além fronteiras e, com freqüência, faltam possibilidades de perseguir e punir tais criminosos, lamenta Imposimato.
Daí o juiz insistir na necessidade urgente de se encontrar um sistema para rastrear os que usam a internet como plataforma no comércio de mulheres e crianças. Ele exige também uma cooperação mais estreita entre os países europeus e ajuda dos mais ricos aos que não podem lutar com meios próprios.


"Nós temos também de fazer com que haja leis mundiais para combater o tráfico de mulheres e crianças. Temos igualmente de fomentar uma sensibilidade social, a fim de combater a lei do silêncio que existe em torno do tráfico humano", concluiu Imposimato. Há estimativas de que 500 mil mulheres são contrabandeadas por ano do Leste Europeu para os países ocidentais.
*

BANNER DO DIA DAS MÃES

COMO AGE POLICIA EM CASO DE DESAPARECIMENTO


VÍDEO CDEF>>CONTRA A PEDOFILIA

VÍDEO>>DIA DAS MÃES

MEU FILHO DESAPARECEU,O QUE DEVO FAZER?


LARISSA IZABEL HEYMER