quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Bebê raptado em Almirante Tamandaré é encontrado pela polícia

Sequestradora teria dito ao namorado que estava grávida. Nove meses depois, decidiu roubar um bebê.




A polícia encontrou nesta terça-feira (6) o bebê de dois meses raptado em Almiranta Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, na última sexta-feira (2). Segundo a delegada do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas), Ana Cláudia Machado, a polícia chegou a sequestradora através de denúncias anônimas.
"A população atendeu o nosso chamado e nos enviou diversas informações. A partir daí chegamos à sequestradora", disse.
Segundo a criminosa, o rapto aconteceu porque ela teria mentido ao namorado que estava grávida e, como os nove meses haviam passado, ela resolveu roubar o bebê. Ainda segundo a acusada, ela conheceu o pai de Natan Thiago de Lara da Silva dois dias antes do sequestro, ao ser indicada para fazer um serviço na residência dele.
"Ela disse que chegou lá, ele contou do filho e da esposa. Dois dias depois, ela resolveu voltar. Conversou com a mãe da criança, convidou ela para fazer compras e sequestrou Natan", explica a delegada.
Ana Cláudia ainda conta que a sequestradora chegou a desenvolver gravidez psicológica e até amamentou o bebê.
Caso - Segundo o superintendente da delegacia de Almirante Tamandaré, Job de Freitas, a suspeita de sequestrar o neném foi até a residência do casal e convidou a mãe, com a criança, para irem até uma loja comprar roupas. No estabelecimento, a suspeita deu varias calças jeans para a mãe provar. Quando ela saiu do provador, seu filho tinha sumido. A dona da loja disse ter visto a senhora sair rapidamente da loja com a criança.


http://www.bemparana.com.br/index.php?n=190163&t=bebe-desaparecido-na-rmc-e-encontrado

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sicride entra na investigação de bebê sequestrado

Suspeita foi até a residência do casal e convidou a mãe, com a criança, para irem até uma loja comprar roupas...



O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) entrou no caso da criança, de dois meses, que foi sequestrada, na noite de sexta-feira (1), em Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba. O Sicride irá auxiliar a delegacia da cidade nas investigações. Nesta segunda-feira (5), foi divulgado o retrato falado da suspeita de levar Natan Thiago de Lara da Silva.

Segundo o superintendente da delegacia de Almirante Tamandaré, Job de Freitas, a família é muito humilde e, havia três dias que era assediada por uma mulher. Na sexta-feira (1), a suspeita foi até a residência do casal e convidou a mãe, com a criança, para irem até uma loja comprar roupas. No estabelecimento, a suspeita deu varias calças jeans para a mãe provar. Quando ela saiu do provador, seu filho tinha sumido. A dona da loja disse ter visto a senhora sair rapidamente da loja com a criança. O local não possui câmeras de segurança.

Segundo relatos do pai do bebê, a mulher sempre mudava o visual. De acordo com o relato na delegacia, ela apareceu com óculos e cabelos soltos, outra vez sem óculos e com touca na cabeça. “Tudo isso dificulta a identificação da sequestradora”, disse Job.

Pessoas que tiverem informações sobre a suspeita podem entrar em contato com o Sicride, pelo telefone (41) 3224-6822 ou com a delegacia de Almirante Tamandaré, pelo (41) 3657-1220

ADOÇÃO DE UM FILHO


Filhos adotados: Pais e mães que querem adotar um menino ou uma menina


Se está pensando em ter filhos, e o caminho escolhido for a adoção, o primeiro é informar-se acerca dos trâmites que terá que realizar.
Desde o ponto de vista jurídico, a adoção se trata de um conjunto de direitos e obrigações derivados do processo e a situação de filiação que se estabelece entre uma família e outra pessoa. Mas é um erro pensar somente nos trâmites e em tudo o que acarreta a parte burocrática. O mais importante é a decisão e a segurança que deve ter para dar este passo tão importante. Adotar ou ter um filho biológico é o mesmo. Diferem-se somente no relacionado à burocracia e ao tempo.

Filho adotado

Se vai adotar um filho, seguramente pensarás uma ou outra vez em: como vai reagir seu filho ou sua filha? que cuidados especiais necessitará? como será seu primeiro encontro com ele ou ela? Adotado ou biológico, um filho muda a vida dos pais. Sua vida experimentará uma mudança radical; haverá um menino ou uma menina que agora te espera em casa e depende absolutamente de você. Adotado ou não, as crianças precisam de muito amor, e como todos terão o direito de conhecer sua identidade e suas origens, no momento certo.
Para alguns, ter um filho adotado significa um ato de solidariedade. Mas para outros, e muitos felizmente, representa apenas uma forma, um caminho escolhido para serem pais e formarem uma família. O que deve estar claro é que um filho será sempre um filho, seja qual tenha sido o lugar ou a circunstância do seu nascimento.
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CRIANÇAS ABANDONADAS


O abandono de crianças sempre existiu no Brasil


No Brasil, o abandono de bebêsvem desde a era colonial, quando era comum encontrar bebês largados em ruas, becos e portas de casa ou em rios, mangues e no lixo. Havia a possibilidade de alguém recolher o neném e criar. Os três últimos configuram a eliminação das crianças. Os recém-nascidos jogados nas ruas corriam risco de ser devorados por cães e porcos que vagavam pela cidade.
O abandono de bebês, muitas vezes era para preservar a honra de moças de família e falta de recursos para criar mais um filho eram motivos do abandono de bebês ou do infanticídio no período colonial. Quando as crianças nasciam com alguma deficiência também eram abandonadas.
No Brasil, parece que assitimos às práticas de infanticídio do Brasil Colônia. É preciso resolver o problema da exclusão social e ter uma melhor política de prevenção de gravidez e controle de natalidade.
Rejeição, doença ou morte e pobreza da mãe ou da família são determinantes na entrega de um bebê para os cuidados institucionais. Vários estudos apontam os efeitos nocivos sobre a formação das crianças quando observadas num processo de separação dos pais e, em especial, da mãe.
O bebê é um ser indefeso e incapaz de sobreviver pelos seus próprios recursos, o que faz-se necessária a presença de um adulto ou responsável. Além da higiene e cuidados com a alimentação, uma criança amada e cuidada é psicologicamente saudável.

Bebês e crianças abandonados

Para os bebês, a mudança de quem recebe cuidados afeta muito o seu desenvolvimento emocional. O desconforto, o sofrimento, atrasam sua adaptação ao meio. A longo prazo, devido relações superficiais, elas, na sua maioria vão crescer como pessoas que não tem calor no contato com os semelhantes.
Para os bebês abandonados, o nascimento representa um corte radical em relação a tudo o que eles conhecem: a voz da mãe, os ruídos de seu corpo, a voz do pai, o ambiente familiar, enfim, tudo aquilo que permite a um recém-nascido se situar nos primeiros momentos de sua vida desaparece.
Por isso, a intervenção psicológica é muito necessária para esses bebês entregues aos cuidados institucionais, tentando garantir que, pelo menos uma vez, eles ouçam sua verdadeira escola.
Devem ser feitos esforços para a manutenção da maternidade, para proteger o desenvolvimento do bebê, e tentar minimizar os efeitos negativos da falta de uma figura materna, pois isso atrapalharia seu desenolvimento e de sua saúde mental.
Os bebês e crianças abandonados ou entregues para os cuidados institucionais contam apenas com o suporte social. Como as agências que cuidam dessas crianças são poucas e com deficiências, fica quase impossivel serem supridas emocional e fisicamente. Por outro lado, a burocracia impede uma facilidade maior no processo de adoção.
A adoção, que deveria ser um processo sadio e uma saída para crianças abandonadas a se sentirem amadas, acolhidas, sendo supridas de toda rejeição, e falta de amor, infelizmente a cada dia descobre-se notícias e escândalos com abusos sexuais, espancamentos, torturas e até mesmo morte de crianças pelos próprios pais adotivos. Isso nos leva a questionar: Há saída para essas crianças?
http://br.guiainfantil.com/adocao/421-criancas-abandonadas.html
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TRABALHO INFANTIL NO BRASIL


Milhares de crianças ainda deixam de ir à escola


O trabalho infantil no Brasil ainda é um grande problema social. Milhares de crianças ainda deixam de ir à escola e ter seus direitos preservados, e trabalham desde a mais tenra idade na lavoura, campo, fábrica ou casas de família, muitos deles sem receber remuneração alguma. Hoje em dia, em torno de 4,8 milhões de crianças de adolescentes entre 5 e 17 anos estão trabalhando no Brasil, segundo PNAD 2007. Desse total, 1,2 milhão estão na faixa entre 5 e 13 anos.
Apesar de no Brasil, o trabalho infantil ser considerado ilegal para crianças e adolescentes entre 5 e 13 anos, a realidade continua sendo outra. Para adolescentes entre 14 e 15 anos, o trabalho é legal desde que na condição de aprendiz.
O Peti (Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil) vem trabalhando arduamente para erradicar o trabalho infantil. Infelizmente mesmo com todo o seu empenho, a previsão é de poder atender com seus projetos, cerca de 1,1 milhão de crianças e adolescentes trabalhadores, segundo acompanhamento do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos). Do total de crianças e adolescentes atendidos, 3,7 milhões estarão de fora.

Ao abandonarem a escola, ou terem que dividir o tempo entre a escola e o trabalho, o rendimento escolar dessas crianças é muito ruim, e serão sérias candidatas ao abandono escolar e consequentemente ao despreparo para o mercado de trabalho, tendo que aceitar sub-empregos e assim continuarem alimentando o ciclo de pobreza no Brasil.

Sabemos que hoje em dia, a inclusão digital (Infoinclusão) é de extrema importância. Além da conclusão do ciclo básico de educação, e da necessidade de cursos técnicos, e da continuidade nos estudos, o computador vem se tornando fundamental em qualquer área de trabalho.

Desde que entrou em prática, no final de novembro de 2005, o projeto de inclusão digital do governo federal, Computador para Todos - Projeto Cidadão Conectado registrou mais de 19 mil máquinas financiadas. Programas do Governo Federal juntamente com governos estaduais, pretendem instalar computadores e acesso a internet banda larga em todas escolas públicas até 2010. Com isso esperam que o acesso a informações contribuam para um melhor futuro às nossas crianças e adolescentes.

Perfil do trabalho infantil no Brasil

Como já era de se esperar, o trabalho infantil ainda é predominantemente agrícola. Cerca de 36,5% das crianças estão em granjas, sítios e fazendas, 24,5% em lojas e fábricas. No Nordeste, 46,5% aparecem trabalhando em fazendas e sítios.

A Constituição Brasileira é clara: menores de 16 anos são proibidos de trabalhar, exceto como aprendizes e somente a partir dos 14. Não é o que vemos na televisão. Há dois pesos e duas medidas. Achamos um absurdo ver a exploração de crianças trabalhando nas lavouras de cana, carvoarias, quebrando pedras, deixando sequelas nessas vítimas indefesas, mas costumamos aplaudir crianças e bebês que tornam-se estrelas mirins em novelas, apresentações e comerciais.
A UNICEF declarou no Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil (12 de junho) que os esforços para acabar com o trabalho infantil não serão bem sucedidos sem um trabalho conjunto para combater o tráfico de crianças e mulheres no interior dos países e entre fronteiras. No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, a UNICEF disse/referiu com base em estimativas que o tráfico de Seres humanos começa a aproximar-se do tráfico ilícito de armas e drogas.
Longe de casa ou num país estrangeiro, as crianças traficadas – desorientadas, sem documentos e excluídas de um ambiente que as proteja minimamente – podem ser obrigadas a entrar na prostituição, na servidão doméstica, no casamento precoce e contra a sua vontade, ou em trabalhos perigosos.
Embora não haja dados precisos sobre o tráfico de crianças, estima-se que haverá cerca de 1.2 milhões de crianças traficadas por ano.
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RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR O SEQUESTRO DO SEU FILHO


No mundo todo o sequestro infantil tem se tornado cada vez mais frequente, e os requintes de crueldade são marcantes. Lugares como teatros, parques, circos, clubes sociais, etc. são alvo de sequestradores de crianças.
Num simples descuido a criança já não está ali. Muitas vezes sequestram e pedem dinheiro pelo resgate, mas em outras com covardia e violência, muitos tem abusado sexualmente e depois matam friamente, atingindo toda família e a sociedade como um todo.
Cabe aos pais e professores, orientarem filhos e alunos a se protegerem corretamente, uma vez que é impossível estarem com eles o tempo todo.
O diálogo e aconselhamento diário são essenciais. Promovam discussões nas escolas, com vizinhos, etc.


Recomendações básicas para as crianças contra os sequestros


- Evitar ir sozinho à escola. A companhia de um adulto é sempre necessária.
- Não aceite nada de desconhecidos (doces, balas, chicletes).
- Conte sempre com a ajuda de policiais ou segurança da própria escola.
- Quando estiver dentro de veículo, mantenha o pino da porta abaixado.
- Quando estiver esperando transporte para a escola, ou quando voltar à casa, evite os pontos de parada escuros ou sem movimento.
- Não acredite em recados de estranhos como se estivessem trazendo recado de familiares.
- Caso se sinta seguido por algum estranho, entre na primeira casa habitada e peça socorro.
- Se alguém o atacar, grite, esperneie e faça muito barulho pedindo ajuda.
- Se moleques de rua o agredirem para tomarem sua mochila ou tênis, entregue o que pedem. Quando puder peça ajuda à polícia.
- Nunca aproxime-se de algum veículo quando te oferecerem carona ou pedirem alguma informação. Não dê atenção e afaste-se.
- Se estiver desacompanhado e alguém o incomodar, grite bastante para chamar a atenção, principalmente se quiserem pegar no seu corpo.
- Se você ainda não consegue guardar na memória o seu endereço ou o telefone de sua família, peça que os escrevam em um cartão e carregue-o sempre com você.
- Caso precisar de ajuda, produre um policial.




Recomendações para os pais contra os sequestros



- Quando for levar seu filho à escola, entregue-o somente ao monitor da escola na entrada. Caso utilize de serviço de transporte, informe-se muito bem sobre o condutor, pegando informações com outros pais e professores da escola.
- Portas e travas de carros sempre fechados.
- Apresente seus filhos aos policiais do seu bairro, torne-os seus amigos e conhecidos.
- Toda criança deve saber seu endereço, telefone, nome dos pais, ou responsáveis, ou de quem vai buscá-la na escola.
- Sempre oriente seu filho a andar em grupo em qualquer trajeto e longas caminhadas. Nunca andar sozinho em locais isolados próximos à escola.
- Ensine seus filhos a não aceitarem nada de estranhos nem darem atenção a eles.
- Evite parar em fila dupla e não demore no embarque ou desembarque.
- Fale aos filhos que não aceitem convites de estranhos para entrarem em carros, ir à praia, entrar em casas, terrenos ou garagens, mesmo que ofereçam doces, sorvetes, chocolates ou refrigerantes. Esse é um recurso muito usado por pedófilos, maníacos, sequestradores e tarados. Oriente-os a gritarem muito por socorro e chamarem a polícia.
- Esclarecer desde a infância sobre os perigos das drogas e consequências.
- Más companhias conduzem ao crime e às drogas. Selecione as companhias de seus filhos e o ambiente que eles freqüentam (clubes, festinhas, casas de jogos eletrônicos etc.).
Os sequestros, cada vez mais comuns, quando não acabam em morte da criança, pode gerar inúmeros traumas em quem sofreu a violência e nos seus familiares. Por isso todo cuidado é pouco. Basta um único momento de descuido e tudo pode acontecer. Cuide do seu maior bem aqui na terra: seus filhos.
http://br.guiainfantil.com/pedofia-e-abuso-sexual/427-recomendacoes-para-evitar-o-sequestro-de-seu-filho.html