domingo, 22 de janeiro de 2012

Civil finaliza nesta semana inquérito sobre morte de menina em Cambé

O delegado de Cambé (16 km de Londrina), Jorge Barbosa, deve concluir até esta sexta-feira (20) o inquérito policial que investigou a morte da menina Joseane Pereira de Moraes, de 9 anos. A garota ficou desaparecida por cerca de um mês até uma ossada ser encontrada em um fundo de vale na região. Apuração da delegacia e do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) apontaram Adão Xavier, de 48 anos, como autor do assassinato.
Barbosa explicou nesta terça-feira (17) que aguarda a entrega dos documentos da delegada do Sicride, Daniela Serighelli. Ele disse que o suspeito do crime foi indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável, homicídio qualificado e ocultação de cadáver e teve sua prisão decretada assim que confessou o assassinato.
"Assim que o encontramos ele confessou o crime. Contou como encontrou a criança, que abusou sexualmente e a matou com diversos golpes na cabeça. Ele foi indicado no mesmo dia", comentou.
Se somada a pena prevista para cada crime a prisão de Adão Xavier pode chegar a mais de 50 anos, conforme o delegado. O indiciado deverá permanecer na Casa de Custódia de Londrina até que haja alguma decisão da justiça no caso.
A Polícia Civil ainda aguarda resultado do exame de DNA que confronta o material coletado com material genético cedido pela mãe de Josiane. A mãe e a avó da criança já teriam reconhecido algumas amostras do cabelo como sendo da criança. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) confirmou a morte por sequências de golpes na cabeça.
O assassino confesso de Joseane teria contado que estava bêbado quando matou a menina. Ele teria passado o dia bebendo pinga e cerveja. Após estuprar a criança, ele ficou com medo que ela o denunciasse e matou a vítima.
Adão era vizinho da família da garota e uma de suas filhas era amiga da criança. As investigações da polícia chegaram até ele após encontrarem a ossada, que estava envolvida em um saco. O material era identico ao encontrado em sua residência. Adão ainda teria demonstrado comportamento agressivo e ameaçado a família de Joseane.


http://londrina.odiario.com/policia/noticia/533032/civil-finaliza-inquerito-sobre-morte-de-menina-em-cambe/
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Polícia de Ribeirão usa Facebook para localizar pessoas


As redes sociais se transformaram em um novo instrumento utilizado pela polícia para procurar pessoas desaparecidas. Delegados confirmam que a internet é um meio eficiente, porém fazem uma ressalva: a web deve ser usada com moderação para não atrapalhar investigações.
A divulgação de fotos e informações de desaparecidos em comunidades online é uma ação recente, segundo o delegado Haroldo Chaud. "É um movimento sem custo financeiro e que tem um grande alcance porque as pessoas vão compartilhando as fotos e a informação se espalha", afirma o delegado. Chaud faz parte de dois grupos na rede social Facebook: Pessoas desaparecidas e Desaparecidos do Brasil.
O delegado posta fotos de várias pessoas. A última postagem foi do sumiço de Rafael Chale, que desapareceu em janeiro de 2011, em Ribeirão Preto. "Antes de publicar alguma coisa, faço uma checagem", explica.
Segundo Haroldo, antes de divulgar um desaparecido é importante verificar se a família está de acordo. "Quando se trata de crianças ou pessoas com perturbação mental acho que vale a pena postar", comenta.
O delegado Ricardo Turra lembra dois exemplos recentes em Ribeirão Preto. "No caso de um rapaz que desapareceu no Novo Shopping, valeu a pena ter divulgado. Ele apareceu. Agora, o caso de Amanda [jovem que foi encontrada morta, nesta semana], que foi sequestrada, tratava-se de um crime, é arriscado", afirma.
Segundo a Delegacia Seccional de Ribeirão Preto, em 2011, foram registradas 315 pessoas desaparecidas, média de 26 por mês. Foram encontradas 120.
Esperança só na web
"Hoje vivo em prol da minha filha", diz Sandra Moreno, mãe de Ana Paula Moreno Germano, 25 anos, desaparecida desde 2009.
Em 2010, Sandra criou um perfil no Facebook para divulgar a foto da filha. No ano passado, uma amiga dela ajudou a criar o grupo Pessoas Desaparecidas.
Sandra nunca teve nenhuma pista de Ana Paula. A mãe registrou um boletim de ocorrência, mas não teve a ajuda que queria da polícia. "Até hoje não tive a permissão para a quebra do sigilo telefônico. São dois anos de luta", afirma.
Hoje, Sandra acredita no poder da internet. "Pretendo juntar 1,5 milhão de assinaturas para entregar um projeto de lei ao Congresso para que o Estado nos ajude nessa busca", afirma.

Cadastro não acompanha número de pessoas que desaparecem pelo país

No portal do Ministério da Justiça, aparecem apenas 126 casos, em São Paulo
Há oito meses, quase todos os dias, a auxiliar de enfermagem Carmen distribui cartazes pelo bairro da Zona Norte de São Paulo com a foto da filha. Larissa, de 12 anos, deveria ter ido para a escola, e sumiu.

“Não tem coisa pior do que uma pessoa desaparecida. Uma pessoa desaparecida você não sabe se está viva, se está morta”, diz Carmen.

As mãos tremem. Dona Maria de Fátima fica nervosa ao falar do neto Vinicius, de 6 anos. “O pai dele o pegou para visita, e não devolveu mais”, conta Dona Maria.

Pai e filho podem estar em qualquer lugar do Brasil. Mas, a informação sobre o desaparecimento ficou restrita a camisetas e cartazes, espalhados pela região do ABC Paulista. E há uma infinidade de casos parecidos com o de Vinicius.

“Nós temos cadastros de veículos, cadastros de imóveis, precisamos ter cadastros de crianças e adolescentes desaparecidas”, avalia Ariel De Castro Alves, da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente/OAB.

Tiago, Francisca, Stephany, Rubens, todos fazem parte da lista dos 9 mil adolescentes e crianças que desaparecem por ano, só em São Paulo. As fotos e as informações sobre eles deveriam estar disponíveis na internet para todo o país, mas os casos não foram incluídos no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas.

No portal do Ministério da Justiça, aparecem apenas 126 casos, em São Paulo. Outros estados, como Alagoas e Amazonas têm três casos, cada. No Amapá, dois. Roraima, um. E, no Acre, nenhum.

A lei, criada em dezembro de 2009, diz que a União deve manter a base de dados, com características físicas e dados pessoais dos desaparecidos. Desesperadas, as famílias apelam também às redes sociais na internet, enquanto os computadores do Governo Federal e dos estados não se entendem.

“O estado de São Paulo possui um cadastro próprio. O Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas ainda não está em pleno funcionamento, em razão de problemas técnicos de bancos de dados”, destaca Sérgio Pereira Passos, da Delegacia de Pessoas Desaparecidas de SP.

“A raiz do problema, do mau funcionamento desse sistema no Brasil, é o fato de os estados não alimentarem a base de dados nacionais, e muitas vezes sequer alimentam suas bases internas, estaduais, muito menos a nacional”, explica Luiz Paulo Barreto, secretário executivo do Ministério da Justiça.

Segundo a delegacia de desaparecidos de São Paulo, a falta de uma carteira de identidade nacional prejudica a atualização do cadastro.
 

Credito: G1.com.br
http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=112566

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Cresce número de desaparecidos

O governo encontra dificuldade para quantificar as pessoas desaparecidas em 
todo o Brasil São Paulo O número de casos de desaparecimento de pessoas no
País é muito maior do que estimam o governo e entidades civis organizadas. Um
levantamento inédito, junto a 19 estados, para identificar o tamanho desse problema
revelou números alarmantes: em 2011, uma pessoa desapareceu no Brasil, em média,
a cada 11 minutos. Foram 141 por dia e, ao todo, 51.703 mil casos registrados em
delegacias de polícia. Para as estimativas oficiais, eles seriam cerca de 40 mil por ano.

No próximo mês, o cadastro nacional de pessoas desaparecidas completará dois anos
do seu lançamento e, apesar de todas as promessas feitas pelo governo federal na
época,o sistema, até hoje, não entrou em operação e o Ministério da Justiça sequer 
tem conhecimento de quantos são os casos de crianças e adultos nessa situação.

Para ter uma ideia de como o assunto tem sido tratado pelo governo, a mais recente
iniciativa nessa área ocorreu em 2002, com a criação de um site para divulgar fotos e
dados de desaparecidos. A página não é atualizada há pelo menos dois anos, e hoje tem 
557 casos.

Na esfera estadual o descaso não é diferente. Oito estados não apresentaram dados
sobre esse tipo de ocorrência, revelando uma situação de total descontrole no trato da 
questão.Foram eles: Ceará, Alagoas, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraíba 
e Rondônia.

Isso significa que o número de desaparecidos no País é ainda maior do que os 51.703 -
isso sem falar dos casos que não foram registrados.

Estatísticas confiáveis sobre o índice de casos solucionados não existem. Estima-se que
cerca de 80% das pessoas acabam retornando para casa, seja de forma voluntária ou encontradas.

A falta de investigações e de ações integradas dentro dos estados e em âmbito nacional
é apontada por entidades ligadas à causa como o principal entrave para a solução dos
casosmais complicados. Não é raro uma criança que teve seu desaparecimento registrado 
pelafamília na delegacia ficar meses num abrigo público e a polícia desconhecer, mesmo 
assim, oseu paradeiro por não haver troca de informações entre as áreas do governo.

Se o desaparecido deixar seu estado de origem, então, as chances de localização
tornam-se ainda mais reduzidas. Apesar de ter havido um lançamento em fevereiro
de 2010 pelo governo federal do cadastro nacional de pessoas desaparecidas, não
há hoje nenhum sistema integradoe público em funcionamento que possa ajudar 
nas buscas.

Em novembro, o Diário do Nordeste publicou uma série de reportagens mostrando o
cenáriodos desaparecidos no Estado. Na reportagem, segundo dados da Delegacia de 
Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) em 2011, foi registrado o 
desaparecimento de 75 adolescentes. Além desses jovens, segundo o Centro de 
Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) desapareceram 10 adultos e 
um idoso.

Sergipe terá Cadastro Estadual de Crianças Desaparecidas

O serviço tenta evitar que as crianças sejam expostas ao abuso
A publicação é de autoria da deputada Ana Lúcia (Foto: Arquivo Infonet)
Todos os dias são registrados vários casos de crianças e adolescentes que desaparecem no Brasil. E Sergipe não apresenta uma realidade diferente do quadro nacional. Mas a publicação no Diário Oficial de Sergipe da lei 7.321, de autoria da deputada Ana Lúcia Vieira Menezes (PT), que cria o Cadastro Estadual de Crianças e Adolescentes Desaparecidos, sinaliza um esforço extra para auxiliar o serviço de busca e evitar que estas crianças e adolescentes sejam expostas a abusos fora de casa.

O presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Denival Falcão, avalia que a lei pode surtir efeito se ela assegurar recursos para a estrutura necessária ao levantamento destes dados. Ele cita que a falta de uma equipe técnica, disponibilidade e de estrutura para a coleta de informações são obstáculos que a Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescente Desaparecidos (Redesap), e o SIPIA (Sistema de Informações para a Infância e Adolescência) já encontram, e que refletem no trabalho de toda a Rede de Atendimento à Criança e ao Adolescente. “Muitas vezes a notificação nem chega ao Conselho Tutelar porque o cidadão não acredita que o problema será resolvido. E este levantamento de dados tem que ser feito para provar que é necessário investir em toda a Rede de Proteção aos Direitos da Infância e Adolescência”, avaliou.

A conselheira tutelar Adriana Morais, que atua no 5º Distrito de Aracaju – abrangendo toda a região da Olaria –, relata que em Sergipe parte das crianças deixam seus lares para viver nas ruas, e muitos não se distanciam tanto de seus lares, sendo que às vezes os próprios pais sabem onde seus filhos estão. “O Cadastro de Crianças e Adolescentes desaparecidos é importante para visualizarmos esta realidade através de dados que indiquem onde e como devemos intervir de forma mais incisiva”, avaliou.

Os motivos mais comuns para o desaparecimento são os conflitos familiares, o sequestro e o tráfico para exploração sexual, o desacordo entre mães e pais separados e a negligência dos responsáveis. Adriana informa que em Sergipe a maioria dos casos de desaparecimento são informados diretamente à Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Sergipe, pelo telefone (079) 259-1144 ou através do e-mail: depca_se@ig.com.br.

Fonte: Assessoria Parlamentar



http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=122986

Polícia Civil identifica suspeito de matar menina de 9 anos

Cambé – Um vizinho da família pode ter violentado e matado a menina Joseane Moraes, de 9 anos. Com essa conclusão o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) deve fechar o caso, que ganhou repercussão em todo o Estado. Segundo a polícia, Adão Barbosa Xavier, de 48 anos, confessou o crime e permanece detido na delegacia de Cambé. Segundo a polícia, o suspeito deverá responder pelos crimes de estupro, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Quinta-feira (12) a justiça determinou a prisão preventiva de Adão Xavier, que já foi transferido para o Centro de Custódia de Londrina.
A menina Josiane Moraes desapareceu no dia 3 de dezembro, quando teria ido a uma festa em uma igreja da cidade. A identificação do suspeito só foi possível graças ao trabalho minucioso de investigação do Sicride, que recebeu informações da Delegacia de Cambé, que denúncias anônimas apontaram Xavier como o autor da suposta morte da menina desaparecida.
Na quarta-feira (11), a família da vítima informou a polícia sobre um comportamento agressivo do suspeito, que foi procurado em casa várias vezes para prestar depoimento, mas não foi encontrado pelos policiais. Segundo o Sicride, Adão Xavier chegou a ameaçar a família de Josiane, caso os policiais continuassem o procurando em sua residência.
A equipe do Sicride se deslocou novamente até a residência de Adão, para melhor esclarecer os fatos, mas encontrou apenas a mulher e os filhos do suspeito, que informou que ele estaria trabalhando numa distribuidora de um supermercado local. Ao ser localizado, Xavier aceitou acompanhar os policiais até a delegacia, onde ele confessou ter matado Josiane.
Com a confissão do suspeito, a Polícia Civil aguarda agora o resultado do exame de DNA, que confronta o material coletado com material genético cedido pela mãe de Josiane. O corpo que pode ser o da menina desaparecida foi encontrado dia 2 de janeiro, num local próximo a residência da criança. Nesta quinta-feira (12), o IML (Instituto Médico Legal) emitiu laudo comprovando tratar-se de um corpo de uma criança. O laudo também comprovou uma série de pancadas na cabeça como a causa da morte.
O corpo foi encontrado sob um saco de estopa e um pedaço de espuma, às margens de um córrego, próximo à residência da menina desaparecida. Segundo a polícia, a localização do corpo foi possível graças a denúncias de crianças que brincavam naquelas imediações.
Investigação
Logo que foi acionado após o desaparecimento de Josiane, o Sicride iniciou as investigações com equipes que se revezaram no levantamento de informações. De acordo com a Polícia Civil, uma série de informações chave levou os policiais até o suspeito. Segundo o Sicride, a família de Adão era muito próxima à família da menina desaparecida, que sempre andava em companhia da filha de Xavier. No dia do desaparecimento de Joseane, a filha do suspeito teria ido sozinha à mesma festa que teria ido Joseane.
Na casa do suspeito, os policiais encontraram a frente da residência muito suja, com lixo por toda a parte havendo, inclusive, muitos sacos e espuma semelhantes aos encontrados junto ao cadáver achado no córrego próximo dali.

http://www.ilustrado.com.br/2011/ExibeNoticia.aspx?Not=Pol%C3%ADcia%20Civil%20identifica%20suspeito%20de%20matar%20menina%20de%209%20anos&NotID=17104

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Atenção redobrada com as crianças nas férias


Atenção redobrada com as crianças na época de férias


Nesta época de férias e viagens, os pais devem ficar ainda mais atentos com as crianças e adolescentes. Não dá para descuidar em nenhum minuto, ainda mais em locais desconhecidos. A delegada Daniele Serigheli, do Sicride, lembra que as crianças devem ficar sob a visão dos pais ou de responsáveis o tempo todo.


Em grandes eventos ou em espaços abertos, como a praia, os pais devem redobrar a atenção. É preciso explicar bem para a criança o que fazer no caso de se perder. Não dá para apenas proibir a criança de falar com estranhos ou não aceitar caronas. “Também é necessário manter o diálogo. Tem que explicar sobre aquela atitude e é muito importante instruir a criança a saber o nome completo dela, endereço, os nomes dos pais”, conta a delegada.

Escola

No período escolar é bom acompanhar os filhos no trajeto entre a residência e a escola. Se isto não for possível, a orientação é conversar bastante com as crianças. “A criança fica sozinha e muitos se aproveitam desta situação”, ressalta a delegada.
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/584198/?noticia=ATENCAO+REDOBRADA+COM+AS+CRIANCAS+NA+EPOCA+DE+FERIAS

Ambientes hostis contribuem para fuga de crianças

Outro motivo bastante recorrente para o desaparecimento é a fuga de casa, especialmente quando há um ambiente hostil e agressões. As crianças não querem mais aquele contexto em suas vidas e fogem de casa. Há muitos casos em que isto se torna fato comum em uma mesma família.


“Existem desaparecimentos também porque o ambiente familiar é tão ruim que a criança prefere fugir e ir para mais longe o possível do que ficar em casa e sofrer algum tipo de agressão ou desrespeito por parte dos pais ou responsáveis. Muitas inclusive são encontradas pelas nossas equipes e não querem voltar de jeito nenhum. Se a criança faz isto com frequência, ela está avisando de que alguma coisa não está certa”, comenta Daniele de Oliveira Serigheli, delegada titular do Sicride.


Investigação


Cada caso é verificado e a criança passa por uma série de entrevistas e atendimento com especialistas, incluindo um psicólogo. Se for uma situação de negligência ou agressão, ela é repassada pelo Sicride ao Núcleo de Proteção a Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), também da Polícia Civil. Ou ainda para os conselhos tutelares.

Quem tiver informações sobre crianças desaparecidas, pode repassá-las ao Sicride nos telefones (41) 3224-6822.
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/584200/?noticia=AMBIENTES+HOSTIS+CONTRIBUEM+PARA+FUGA+DE+CRIANCAS