segunda-feira, 30 de abril de 2012

Polícia procura criança desaparecida há 33 anos


Etan Patz tinha 6 anos quando desapareceu, corria o ano de 1979 (foto AP)
Polícia procura criança desaparecida há 33 anos


A polícia norte-americana reabriu o caso do desaparecimento de uma criança de seis anos em 1979. As incertezas sobre o paradeiro de Etan Patz chocaram os Estados Unidos e agora, volvidos 33 anos, as buscas são retomadas.

O menino tinha saído sozinho de casa, pela primeira vez, para apanhar o autocarro escolar. Desde esse dia, 25 de maio de 1979, nunca mais foi visto, gerando uma profunda revolta no país. A fotografia da criança foi divulgada, mas sem sucesso.

CNN revela agora que alguns investigadores suspeitam de um carpinteiro, hoje com 75 anos, que residia perto de Etan, que teria conhecido a criança na véspera do seu desaparecimento e que lhe teria dado um dólar.

O homem mora perto do sítio onde o autocarro escolar ia passar, no bairro do SoHo, em Manhattan. É precisamente nesse local que agora as autoridades estão a escavar, depois de alegadamente terem recebido uma denúncia da existência de restos mortais de Etan.

Existem também informações de que cães pisteiros do FBI teriam detetado a presença de um cadáver no local e que existem vários suspeitos. Na altura do desaparecimento, as suspeitas recaíam sobre José Antonio Ramos, que tinha sido condenado por abuso de crianças e que conhecia a ama de Etan. No entanto, nunca foi indiciado.

A criança foi dada oficialmente como morta em 2001. Antes disso,
Em 1983, o então presidente norte-americano Ronald Reagan declarou o dia 25 de maio, aniversário do desaparecimento de Etan, o Dia Nacional das Crianças Desaparecidas. 

Em site de crianças desaparecidas, homem descobre que foi sequestrado ainda bebê


Steve Carter, de 35 anos, descobriu fatos surpreendentes sobre seu passado após uma busca na Internet. O homem, que nasceu na cidade de Hau’ula, Havaí, havia sido sequestrado pela própria mãe aos seis meses de idade em junho de 1977. Seu pai o procurava desde então.
Carter decidiu pesquisar sobre seu passado após ler sobre o caso de Carlina White, uma mulher de Atlanta que descobriu ter sido raptada em um hospital. O homem sempre havia se perguntado por que sua certidão de nascimento fora feita após um ano de seu nascimento. Com esta dúvida, ele acessou o site missingkids.com, conhecido por buscas de crianças desaparecidas. Então veio a surpresa: o pai de um desaparecido havia postado uma projeção de como o filho estaria hoje em dia, e a semelhança da imagem com Carter era enorme.
Ao entrar em contato com o homem, o nome da mãe foi revelado e ele teve certeza de que era o desaparecido. De acordo com Mark Barnes, pai de Carter, ele foi sequestrado pela própria mãe, Charlotte Moriarty, quando tinha apenas seis meses.
Para tirar as dúvidas restantes, Steve e Mark fizeram teste de DNA, que comprovou que eram pai e filho. Carter, que trabalha para uma empresa de software na Filadélfia e é casado, disse que, com a descoberta, pretende se encontrar com o pai e a irmã mais velha em julho para conhecer suas verdadeiras origens.
Imagem divulgada pelo site mostrando como ele estaria hoje (Foto: Reprodução/ DayliMail) (Foto: Imagem divulgada pelo site mostrando como ele estaria hoje (Foto: Reprodução/ DayliMail))Imagem divulgada pelo site mostrando como ele
estaria hoje (Foto: Reprodução/ DayliMail)

Corpos de quatro crianças desaparecidas são encontrados enterrados no México


Villahermosa (México), 27 abr (EFE).- As autoridades do estado mexicano de Tabasco encontraram nesta sexta-feira os corpos de quatro crianças de uma mesma família que tinham sido anunciados como desaparecidos na última terça-feira, informaram fontes oficiais.
Os cadáveres dos menores foram enterrados em duas fossas e foram achados por um agricultor em uma fazendo do município de Tacotalpa, cerca de 72 horas após o desaparecimento.
O prefeito de Tacotalpa, Ulises Solís, disse à Agência Efe que um trabalhador de uma fazenda da vila Tapijulapa comunicou a descoberta dos corpos às autoridades locais. 'Ele viu que havia um braço que saia da terra', explicou o prefeito.
As vítimas são os irmãos Blanca Elena, Gustavo Adolfo e Jesús Alberto Gutiérrez Álvarez, de 10, 8 e 7 anos de idade, respectivamente, e Samuel Vázquez Gómez, de 7. Os menores eram procurados pela Polícia desde o desaparecimento em 24 de abril, depois de sair da escola.
Em sua conta de twitter, o Governo estadual informou que as autoridades legistas já estão no local para realizar os procedimentos necessários. O prefeito explicou que os corpos já foram exumados e levados a Villahermosa, capital do estado de Tabasco. EFE

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Corpo de menina desaparecida é encontrado



O corpo de Karina Colimo, de 10 anos, desaparecida desde a última quinta-feira, foi encontrado por volta das 13h dessa quarta-feira em um matagal, em Bocaiúva do Sul, na região metropolitana de Curitiba.
Principal suspeito é o jardineiro, que está desaparecido / Divulgação/ Band 

Ele foi localizado por policiais civis do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas), da Delegacia de Bocaíuva do Sul e do Corpo de Bombeiros, depois de acionados por moradores que viram corvos sobrevoando o local, conforme disse o delegado de Bocaiúva do Sul, Homero Vieria, à TV Band.

O cadáver estava em área rural, em região próxima de onde o corpo da madrasta Lucineia Luiza de Almeida, de 27 anos, foi localizado, na última segunda-feira.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, ainda não há informações sobre a causa da morte da menina.

Suspeito
O delegado Homero Vieria disse que o principal suspeito é o jardineiro Altamir, que havia se mudado há pouco tempo para a região e teria sido contratado pela família para fazer um roçado.

Segundo Vieira, Altamir, que tem passagem pela polícia, está desaparecido desde a quinta-feira, último dia em que Karina e Lucineia foram vistas, na chá- cara onde moravam com o pai da menina.

O delegado conta que a mulher do jardineiro procurou a polícia para notificar o desaparecimento do marido. Ela teria informado sobre uma ligação que recebeu dele, em que disse: “Fiz uma bobagem”. Desde então, ele não foi mais visto e é procurado pela polícia.

Madrasta
O corpo de Lucineia Luiza de Almeida foi encontrado dentro de uma mala, na última segunda-feira. Segundo a Polícia Civil, a causa da morte foi asfixia mecânica.

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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Menina raptada ainda não foi encontrada pela polícia


Divulgação
Karina era disputada pelos pais.

A policiais e bombeiros continuam com buscas por Karina Colimo, 10 anos, desaparecida desde a última quinta-feira (18), em Bocaiuva do Sul. A madrasta dela (e não mãe, como divulgado ontem), Lucinéia Luiza de Almeida, 26, foi localizada na tarde de segunda-feira (23) perto da fazenda onde vivia com seu marido, pai de Karina, na Estrada do Jacaré.
Um investigador da delegacia local relatou que Lucinéia estava amordaçada, com as mãos amarradas para trás, dentro de uma mala. O corpo foi levado ao IML, onde será verificado de que forma ela foi morta. A delegacia trabalha com o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), para tentar localizar Karina.


Suspeitas
Divulgação
Lucinéia foi achada em mala.
O suspeito do crime continua sendo um roçador de mato, contratado para limpar um campo da propriedade. O fazendeiro, dono de uma fábrica de tintas automotivas, em Curitiba, deixava a esposa e a filha sozinhas quando ia trabalhar. O roçador teria se aproveitado da situação, estuprado as duas e passado a ameaçá-las para que não contassem nada a ninguém. O fazendeiro declarou à polícia que, no dia do desaparecimento, chegava em casa e cruzou com o roçador. Ele disse ao fazendeiro que as duas mulheres tinham ido a um hospital, pois Lucinéia havia sido mordida por algum animal, e que elas tinham pego carona, num carro dirigido por um homem. O roçador é procurado para dar explicações. A polícia prefere, por enquanto, não divulgar o nome do suspeito.


Judicial


A polícia também passou a investigar se o assassinato e o sumiço da criança tem ligação com a briga judicial entre o fazendeiro e a mãe de Karina, pela guarda da menina.

Direitos das Crianças em debate na Rússia


Às vésperas do Quinto Congresso de Representantes Regionais Para os Direitos das Crianças da Rússia, a ser realizado em São Petersburgo entre os dias 24 e 26 de abril, o Procurador Geral Para os Direitos das Crianças do país, Pavel Astakhov, concedeu entrevista exclusiva à agência russa de notícias RIA Novosti, explicando como será este importante evento. Os melhores momentos desta entrevista você acompanha a partir de agora.
RIA Novosti (RIA) – Procurador Pavel Astakhov, o Sr. poderia nos falar sobre esse congresso, e dizer quais serão as principais questões a serem abordadas durante a sua realização?
Pavel Astakhov (PA) - Esse será o maior congresso do gênero já realizado no país, tanto em número de participantes quanto pela sua duração. Além de receber os representantes de todas as 83 regiões da Rússia, o evento contará com a participação de muitos convidados de outras organizações públicas, como o governador de São Petersburgo e representantes da Igreja Ortodoxa Russa. Durante o congresso, serão discutidas questões de suma importância. O primeiro dia do evento será dedicado ao bem-estar e à defesa dos direitos das crianças confinadas em instituições de tratamento de regime interno. Após a realização de uma sessão plenária para discutir a questão, usaremos a segunda metade do dia para visitar um orfanato de crianças com problemas de retardo mental.
RIA – O Sr. pode citar um caso específico desta instituição que será visitada pelos Procuradores Para os Direitos das Crianças da Rússia?
PA - Nessa instituição que iremos visitar, vive o menino Ilyushin cujas fotografias praticamente rodaram o mundo há cerca de um ano e meio. A criança foi fotografada por voluntários em um hospital de São Petersburgo, no qual estava internada em condições de extremo emagrecimento, provocado pelos maus tratos e pela negligência dos funcionários do orfanato em que esta criança se encontrava. Quando perguntei à ex-diretora da instituição o que se passava com o menino, recebi a resposta de que ele estava simplesmente se consumindo. É claro que esta resposta não agradou nem a mim nem aos voluntários presentes. A diretora foi demitida, os voluntários foram encaminhados até a instituição, e um deles se tornou o seu vice-diretor.
Com o exemplo desse internato, nós vamos mostrar como é possível mudar uma instituição infantil para melhor. Mostraremos também como deve ser feita a recuperação e a reabilitação das crianças internas, tanto da parte do governo como por instituições privadas. Todos os encarregados dos direitos infantis possuem sua própria experiência, suas próprias organizações voluntárias. E é essa experiência que deve ser compartilhada durante o congresso. Eu estive presente em mais de 50 instituições desse tipo em toda a Rússia, e posso dizer que apenas algumas delas possuem uma infraestrutura decente, capaz de atender às suas obrigações.
RIA - O que está previsto para acontecer nos dois outros dias do congresso?
PA - O segundo dia será dedicado às questões das buscas de crianças desaparecidas. Para isso, convidamos duas organizações voluntárias, a Liza Alert, e a organização de São Petersburgo Busca por crianças desaparecidas. O exemplo destas instituições será utilizado para demonstrar como é possível agir com poucos recursos financeiros e administrativos. Os voluntários, unidos, muitas vezes demonstram um trabalho mais eficaz do que até mesmo as agências governamentais encarregadas de buscar e salvar crianças desaparecidas são capazes de fazer. Os ativistas do grupo Liza Alert darão palestras sobre métodos investigativos, relatando como eles são aplicados na prática. Quando se recebe um alerta de desaparecimento, é preciso saber com exatidão todos os procedimentos necessários a serem adotados assim como saber exatamente que serviços de busca devem ser contatados. Já o terceiro dia do congresso será dedicado à colaboração com a Igreja Ortodoxa Russa, instituição com a qual, recentemente, nós assinamos um acordo de cooperação.
RIA - Por que a escolha pela Igreja Ortodoxa Russa?
PA – Primeiramente, porque ela foi a primeira organização religiosa a fechar um acordo desse tipo conosco. Segundo, porque é a maior das organizações não governamentais do país. A Igreja Ortodoxa Russa acolhe cerca de centenas de instituições infantis além de escolas dominicais e ginásios ortodoxos, nos quais as crianças recebem educação religiosa e também aprendem outros aspectos essenciais da educação como música, artes e esporte. Além disso, durante o congresso iremos discutir a proposta do Santíssimo Patriarca da Igreja Ortodoxa de criar, no interior das paróquias, centros de proteção familiar. Nós mesmos, da Procuradoria Geral Para os Direitos das Crianças, já vínhamos defendendo a ideia de criação desses centros no interior das regiões russas.
RIA - Quais documentos serão aprovados durante o congresso?
PA - Ao final do terceiro dia do congresso, pretendemos aprovar no mínimo três resoluções além de redigir algumas recomendações e avaliar projetos que já estão em andamento.
RIA - Na sua opinião, quais regiões da Rússia não conseguem dar conta do trabalho de defesa dos direitos das crianças?
PA - Muitas. Há pouco tempo, estive na região de Tver e, para falar a verdade, fiquei surpreso com a precariedade desse setor por lá. Eu acreditava que o último governador daquela região era um gestor eficaz, mas ele certamente deixou de lado a questão das crianças, não tendo criado programas voltados para essa área. Nem mesmo um sistema de trabalho ou cooperação entre as instituições do ramo foi estabelecido com a administração regional. Isso é muito grave porque a região de Tver tem inúmeros profissionais de qualidade especializados em assuntos infantis. Outras regiões que considero problemáticas são as de Leningrado, Karelia, Amur, Zabaikal, Altai e Vladimir. A legislação voltada para a defesa das crianças é muito fraca nestas regiões e existem poucos programas voltados para esta área. Por exemplo, há um número crescente e assustador de abortos entre menores de idade, um considerável aumento de crimes de caráter sexual, e não existe um sistema de registro de famílias com problemas sociais potencialmente nocivos ao desenvolvimento de crianças. Portanto, os administradores destas regiões simplesmente desconhecem quando os problemas residem no interior das famílias, e não conseguem saná-los. Então, o nosso objetivo nesse congresso é justamente ajudar essas regiões a implantar sistemas que permitam assistir às famílias que enfrentam problemas.
RIA - A prática da demissão de funcionários públicos regionais e de diretores de instituições infantis é uma solução real, que funciona na prática?
PA - É real, mas eu certamente descontinuaria essa prática caso tudo estivesse em ordem. Um funcionário público tem medo de ser demitido, principalmente, se for em razão de uma queixa deselegante. Mas não somos bárbaros e sempre damos a chance da pessoa deixar o cargo de forma voluntária. O que posso afirmar é que nós, certamente, vamos nos desfazer daquelas pessoas que se recusam a exercer as suas obrigações diretas relativas à educação das crianças e à defesa dos seus direitos. Não temos tempo de ficar convencendo as pessoas a exercerem as suas próprias funções.
RIA - Quantos funcionários já foram demitidos por sua iniciativa?
PA - Mais de duzentos.
RIA – O Sr. costuma dar espaço para uma segunda chance?
PA - Quando vejo que um professor, um diretor de orfanato, um ministro regional ou um diretor de algum departamento começa a mentir, está tudo terminado. A pessoa que mente não deve trabalhar na área infantil. Como exemplo, posso citar o caso da cidade de Tambov, onde em uma instituição infantil, junto de uma criança, foram encontrados CDs pornográficos. Eu não queria demitir a diretora da instituição, mas ela começou a inventar desculpas, dizer que aquilo não era pornografia, mas sim material erótico, e que não eram vários CDs e apenas um, e assim por diante. Depois, ainda inventaram uma versão de que o menino achou esses CDs na rua e os levou para o quarto sem vê-los, simplesmente por ter achado a sua embalagem bonitinha, e que os guardou por engano sem nenhuma outra intenção. É impossível acreditar em tudo isso. Então, precisei interromper a conversa com essa diretora simplesmente porque não aguento quando mentem para mim na cara dura.
Essa foi a entrevista que Pavel Astakhov, Procurador Geral Para os Direitos da Criança da Rússia, concedeu à agência de notícias russa RIA Novosti às vésperas do Quinto Congresso de Representantes Regionais Para os Direitos da Criança da Rússia, que será realizado em São Petersburgo, entre os dias 24 e 26 de abril.


http://www.diariodarussia.com.br/fatos/noticias/2012/04/25/direitos-das-criancas-em-debate-na-russia/

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Crianças desaparecidas: Mãe pede divórcio

Ruth Ortiz, mãe de Ruth e José, as crianças desaparecidas em Córdoba, Espanha, em Outubro, pediu o divórcio do marido, José Bréton, que se encontra em prisão preventiva, suspeito de envolvimento no desaparecimento dos filhos.


http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/criancas-desaparecidas-mae-pede-divorcio
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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Programa distribui 40 mil cartazes com fotos de crianças desaparecidas

Programa distribui 40 mil cartazes com fotos de crianças desaparecidas

Lançamento é uma iniciativa do Programa SOS Crianças Desaparecidas.
Material com 75 fotos pode ser retirado em Botafogo, na Zona Sul do Rio.





















O Programa SOS Criança Desaparecida da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA/RJ) começou a distribuir 40 mil novos cartazes com 75 fotos de crianças, adolescentes e jovens desaparecidos, na quarta-feira (28), conforme mostra o Bom Dia Rio.
Essa ação faz parte da Semana de Mobilização Nacional para Busca e Defesa da Criança Desaparecida, que acontece em todo o Brasil entre os dias 25 e 31 de março de 2012.
A distribuição acontece também em escolas, delegacias, aeroportos, rodoviárias, juizados, hospitais e empresas privadas de todo o país. Nos últimos 16 anos, o SOS Desaparecidos encontrou 2.646 crianças e adolescentes, alcançando um índice de 85% de localização. Ainda existem 479 desaparecidos cadastrados no programa, sendo que 391 já alcançaram a maioridade.

O lançamento é uma iniciativa do Programa SOS Crianças Desaparecidas em parceria com a empresa Supergasbras, através do Projeto Chega de Saudade e da Infraero, que está veiculando as fotos por meio dos aparelhos de videowall e monitores do Sistema Informativo de Voo (SIV), do Aeroporto Santos Dumont, no Centro da cidade.
O material pode ser solicitado e retirado na sede da Fundação para a Infância e Adolescência
Serviço
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 120, Botafogo.
Telefones:  2334-8012/ 2334-8030/ 2334-8014.
E-mail: fia@fia.rj.gov.br

Para mais informações, os interessados podem acessar www.fia.rj.gov.br

Piauí irá intensificar buscas por crianças desaparecidas

Cadastro de desaparecido pode ser feito pela internet e não é mais necessário esperar 48 horas para iniciar as buscas.

Os Conselhos Tutelares do Piauí irão intensificar campanha em busca de crianças desaparecidas. A ação tem como base a Semana de Mobilização Nacional para Busca e Defesa da Criança Desaparecida.


O conselheiro Itapuam Cavalcante disse que hoje o cadastro de crianças e adolescentes desaparecidos é simplificado e qualquer pessoa pode realizar a notificação. Antes o cadastro era feito somente através das delegacias.

Outra mudança para facilitar o encontro de jovens desparecidos é que agora a lei determina que não é necessário aguardar 48 horas para iniciar a procura. A busca é imediata e o cadastro pode ser feito da própria residência, através do site www.desparecidos.gov.br

No Piauí haverá um moderador para checar os dados e evitar trotes e informações incorretas. Quem quiser mais informações basta ligar para o número 0800 2805 101 (ligação gratuita).

A Semana de Mobilização Nacional, que vai até 31 de março, visa também colaborar na formulação de políticas públicas de garantia de direitos na área da infância e adolescência, bem como implementar e articular serviços e ações de proteção social, de natureza especial, no âmbito da média e alta complexidade, essencialmente voltados para crianças e adolescentes que se encontram com seus direitos violados e ou ameaçados.

A ação é considerada fundamental para investir no atendimento e prevenção dos casos de violência doméstica e sexual com ações de promoção da família. Em média, 78% dos casos de desaparecidos envolvem fugas dos lares motivadas pela violência doméstica.
http://www.cidadeverde.com/piaui-ira-intensificar-buscas-por-criancas-desaparecidas-98329
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MPPE adere à campanha de busca às crianças desaparecidas

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), agora, faz parte da campanha do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e do Centro de Estudos Avançados (Ceac), em busca de crianças desaparecidas. Uma reunião, na manhã desta sexta-feira (30), entre o procurador-geral de Justiça Aguinaldo Fenelon, e o diretor do Cremepe, Ricardo Paiva, e a coordenadora executiva do Ceac, Fernanda Soveral, marcou a parceria entre os órgãos. A ideia é firmar um convênio, entre cartórios e maternidades particulares, para tornar obrigatório o registro imediato de crianças recém-nascidas. O MPPE ficará responsável por fiscalizar o cumprimento de uma lei, a ser criada com este sentido. A parceria entre MPPE, Cremepe e Ceac faz parte das comemorações alusivas à Semana de Busca e Defesa da Criança.

A campanha tem o intuito de prevenir o desaparecimento de crianças e instruir médicos para identificar essas crianças. A iniciativa conta com o apoio do Governo do Estado e ficou estabelecido que todas as crianças que saem das maternidades públicas, devem estar registradas nos cartórios. Com a preocupação de instalar a mesma logística em maternidades particulares, o MPPE apoia a medida. De acordo com Fenelon, Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) poderão ser expedidos pelos promotores de Justiça de Infância e Juventude, para que o mesmo sistema adotado por hospitais particulares. Além disso, a campanha contará com o acompanhamento do MPPE perante às maternidades.   

Outro pedido acatado pelo procurador-geral foi a de que uma reunião, trimestral ou semestral, seja realizada com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento das ações. Para esta reunião, seriam convocados representantes do Cremepe, das Secretarias da Infância, Direitos Humanos e da Defesa Social (SDS), da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), das Polícias Federal e Rodoviária Federal, da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), além de promotores da Infância e de Direitos Humanos. Representantes de hospitais particulares também seriam convocados. Uma reunião será agendada no MPPE para que o tema seja discutido.

O cadastro de crianças desaparecidas, sob responsabilidade do Ministério da Justiça, está desatualizado. Em contrapartida, a atuação de Pernambuco na busca das crianças, que é feita pela GPCA, é satisfatória. Entre 2007 e 2012, foram 1765 casos de desaparecimento. Destes, 1635 crianças foram encontradas, o que representa um resultado de 92%. O principal motivo: desavença familiar. O registro de crianças desaparecidas no Estado, porém, não está sendo feito. O procurador-geral, quanto a isso, sugeriu articular junto à GPCA a realização de um cadastro estadual.  

Para evitar que haja o desaparecimento, a campanha colocou o médico como protagonista. Estimular a denúncia por parte dos médicos foi um dos focos. Pedir documentação dos acompanhantes, analisar as atitudes das crianças durante as consultas, procurar conhecer os antecedentes das crianças e identificar marcas de violência foram algumas dicas de proteção divulgadas para os médicos.



http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2012/03/30/mppe_adere_a_campanha_de_busca_as_criancas_desaparecidas_128516.php
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