segunda-feira, 30 de julho de 2012

Criança de 2 anos está desaparecida

O Ministério Público continua sem informações concretas sobre o paradeiro de Nicolle Alves, a criança de dois anos que desapareceu com a mãe após uma viagem de férias. O pai, Paulo Alves, que já não vê a filha há quase 4 meses, teme que a menor "esteja em perigo".



Pai tem um café em Lagos e está desesperado sem
 notícias da pequena Nicolle (foto pequena)




Tal como o CM já noticiou, o casal está separado e o Tribunal de Família e Menores de Portimão deu autorização para que a mulher viajasse com a filha de férias para a Ucrânia, o seu país de origem. Mas, o regresso, que devia ter acontecido no dia 4 de Maio, nunca chegou a acontecer. O pai vive o drama de não saber notícias da criança e desespera. "Ninguém sabe exactamente onde está a minha filha e estou com medo que lhe aconteça alguma coisa muito grave", lamentou ao CM Paulo Alves, que já accionou a Convenção sobre Rapto Internacional de Crianças.
O Ministério Público já acusou formalmente a mulher pelo crime de subtracção de menor, depois de ter violado a decisão judicial de regressar a Portugal. Mas, até ao final desta semana, ainda não a tinha conseguido localizar e notificar para o julgamento. Ao que o CM apurou, as últimas informações que chegaram às autoridades revelavam que a criança estaria na Ucrânia "em morada desconhecida".
As autoridades daquele país ainda não deram informações sobre o paradeiro da criança.
"A mãe não tem trabalho fixo. Está hoje na Ucrânia e amanhã pode estar em Espanha ou noutro país da Europa", alerta, apreensivo, Paulo Alves.

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sábado, 28 de julho de 2012

Cadastro nacional de desaparecidos poderá incluir adulto

Parente de pessoa adulta desaparecida poderá contar com mais um auxilio para localizar o paradeiro do seu familiar. Projeto de lei com esse objetivo já conta com parecer favorável do relator, senador Paulo Davim (PV-RN), e está pronto para ser votado na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

A proposta (PLS 667/2011) pretende ampliar as ferramentas que o Ministério da Justiça usa para solucionar casos de desaparecimento de pessoas no país. Atualmente, o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos contribuiu para a localização de 700 jovens, segundo informa o autor do projeto, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Vital do Rêgo propõe que seja instituído o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. Ele observa que o desaparecimento de pessoas adultas continua sendo um grave problema da sociedade, afligindo diversas famílias. Para ele, um cadastro nacional que inclua tanto jovens e adultos, organiza o sistema de busca nos estados e agiliza o acesso as informações em regiões que ainda não contam com a ferramenta.

O relator acrescenta que a falta de estatísticas produzidas de maneira centralizada impede que se conheçam as causas que levaram as pessoas a se afastarem de seus lares ou de terem sido induzidas ou forçadas a isso e dificulta o dimensionamento do problema.

Ao apoiar a matéria, Paulo Davim enfatiza que o Estado deve enfrentar o problema do desaparecimento de pessoas adultas a partir de dados nacionalizados para facilitar a busca e o registro, ampliando as chances de solucionar os casos.



http://tribunadonorte.com.br/noticia/cadastro-nacional-de-desaparecidos-podera-incluir-adulto/227055

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Criança desaparecida foi morta pelo vizinho


O drama da família da menina Cíntia Lívia de Araújo, 12 anos, que estava desaparecida terminou ontem após cinco dias com um fim trágico. No início da manhã, o corpo da menina foi encontrado dentro de um cacimbão, na praia das Emanoelas, em Tibau, município distante 328 quilômetros de Natal. Após o reconhecimento do corpo, pela família, o assassino confesso da criança Poliano Cantarele Fernandes Lacerda, 35, foi preso e encaminhado para a delegacia de Mossoró. Poliano trabalhava como caseiro em frente à residência onde o corpo da criança foi encontrado. Além disso, segundo a polícia, Poliano era vizinho da família de Cíntia Lívia e estaria tentando fugir de Tibau. 

De acordo com depoimento de Poliano, o crime aconteceu na noite do último sábado e ele confessou que tentou estuprar a criança. Por volta das 20h, pouco tempo depois da família comunicar o desaparecimento da menina, Cínthia Lívia já estava morta. O crime aconteceu em frente à casa onde o corpo foi encontrado. 

Ao ser preso, Poliano Cantarele sofreu tentativa de linchamento junto com seu filho de 14 anos, mas a polícia encaminhou o caseiro para a delegacia de Mossoró. O delegado titular de Tibau, Renato Batista afirmou que irá pedir a prisão preventiva do assassino.

O corpo de Cíntia foi encontrado por volta das 7h30 de ontem. A delegada Daniele Filgueira, da Delegacia Regional de Polícia Civil de Mossoró, presente no local, pediu uma perícia em caráter de urgência para saber se existem sinais de violência. Os resultados devem sair em até 15 dias e devem apontar se a menina sofreu violência física e sexual. Peritos do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) disseram que o corpo estava no local por pelo menos quatro dias, devido o adiantado estado de decomposição.

O corpo da menina foi encontrado por um caseiro da residência, identificado como Raimundo Nonato da Silva. Ele cuida do imóvel pertencente a um empresário do município de Assú. "Senti um forte cheiro no cacimbão e quando fui verificar, encontrei o corpo", disse.

A residência onde a criança foi encontrada é cercada de outros imóveis, com vários vizinhos, por isso, o caso ainda é um mistério. O corpo da criança foi encaminhado para o Itep de Mossoró.

O caso do desaparecimento da menina Cíntia Lívia mobilizou a sociedade potiguar nos últimos dias através de redes sociais e meios de comunicação, quando ainda se suspeitava que Cíntia tivesse sido vítima de sequestro, pois havia desaparecido quando saiu para um mercadinho em Tibau e não voltou mais. 



FONTE>> http://www.diariodenatal.com.br/2012/07/27/cidades4_0.php



BRUNA ROBERTA BONIFÁCIO DE OLIVEIRA

domingo, 22 de julho de 2012

Reencontrados após o desaparecimento por sequestro ou vontade própria, filhos devolvem às respectivas famílias a alegria de viver




O desespero tomou conta de Geissa Maria da Silva no dia 10 de junho. Mãe de uma menina de 4 anos e de um menino de 8, ela estava com os dois numa igreja evangélica da capital paulista quando Brenda Gabriela, a menor, desapareceu. Ninguém viu ou ouviu nada que pudesse dar uma pista do paradeiro da criança. Duas semanas depois, a garota foi reconhecida por um vizinho em uma lanchonete, que avisou a polícia. O sequestrador conseguiu fugir.

Na volta para casa, Brenda teria dito à mãe que o homem que a sequestrou colocou a mão em sua boca para evitar que ela gritasse por socorro. Contou também que vivia escondida numa carroça e que passou fome. No dia 5 deste mês o suspeito de raptar a menina, o carroceiro Jorge Antunes Cardoso, foi preso em Maringá (PR). A polícia chegou até ele por meio do rastro deixado por operações bancárias que vinha fazendo.

No País, 40 mil crianças e adolescentes desaparecem em todo o Brasil a cada ano e apenas 20% dos casos são solucionados, de acordo com dado divulgado em junho durante a 2ª edição do "Seminário sobre Enfrentamento às Situações de Desaparecimentos de Crianças e Adolescentes", em São Bernardo do Campo (SP). Projetos como o da Fundação Criança, em São Bernardo, e o SOS Crianças Desaparecidas–Fia (Fundação Para Infância e Adolescência), no Rio de Janeiro (RJ), ambos integrados à Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (Redesap), contribuem para a resolução de outros casos.






Mãe de Vinicius da Paz Almeida, Janaína Arruda da Paz sabe bem o que a mãe de Brenda sentiu ao se dar conta do desaparecimento da filha. Em outubro de 2010, o pai do menino foi buscá-lo para passear no fim de semana e prometeu voltar com ele no dia seguinte. A promessa não foi cumprida. Um ano e 3 meses depois, Vinicius foi localizado e voltou para casa, na cidade de Mauá, região metropolitana de São Paulo.

Filho de pais cujo casamento não durou muitos meses, Vinicius tinha 5 anos quando foi levado. Em janeiro deste ano, um morador da cidade de Viana (ES), reconheceu o pai do garoto em uma foto divulgada em um programa de tevê e a família conseguiu chegar ao local onde estavam pai e filho.

Situações distintas podem motivar o desaparecimento. Entre as denominações estabelecidas pelo Ministério da Justiça, o caso de Vinicius foi considerado "conflito de guarda", que ocorre quando a criança é levada para local desconhecido sem o consentimento da pessoa que detém a sua responsabilidade. Desde o ano 2000, 81 casos foram registrados em todo o Brasil (confira outros dados aqui).

Paulo Lucas Costa de Souza, de 12 anos, foi localizado 100 dias após ter ficado longe de casa. Ele desapareceu em janeiro deste ano, em São Bernardo do Campo (SP). "Eu estava no quarto, vendo tevê, quando fui até a cozinha. Percebi que ele tinha saído. Fiquei até meia-noite esperando ele voltar", conta a mãe Altamira Costa de Paula, de 57 anos.






Passados 3 meses, a escola onde ele estudava procurou Altamira. Havia sido contatada por profissionais de uma fundação social com informações sobre o paradeiro de Paulo Lucas. "Fomos buscá-lo e ele chorou muito. Prometeu que nunca mais ia fazer aquilo (fugir de casa)", disse Altamira, revelando ter discutido com o filho no dia em que ele foi embora.

Sair de casa sem dar satisfações, por vontade própria ou por influência de agentes externos, ainda é a maior entre as causas de desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil. De acordo com Glícia Salmeron, presidente da Comissão da Criança, do Adolescente e do Idoso, do Conselho Federal da OAB, casos de "fuga" têm relação com questões de violência doméstica, negligência ou conflitos familiares.


Ajuda tecnológica








No Estado de São Paulo, onde cerca de 9 mil crianças e adolescentes desaparecem todos os anos, um programa de computador é utilizado para atualizar a foto da pessoa desaparecida. A tecnologia, inédita no País, permite a projeção de envelhecimento em terceira dimensão a partir do banco de imagens do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e de fotos dos pais e irmãos do desaparecido.

A primeira progressão foi feita com a foto da Fabiana Renata Gonçalves, que desapareceu aos 13 anos, em 1992. A mãe, Vera Ranu, se emocionou. "Sem a progressão, eu não conseguiria imaginar como ela poderia estar agora." Fabiana saiu para ir à escola e não voltou. Vera preside a ONG Mães em Luta, fundada em 2005 para apoiar famílias de pessoas desaparecidas. Para ela, faltam ações efetivas do poder público para que o número de pessoas localizadas cresça. "O que se vê são ações isoladas de ONGs, organizações e delegacias."

De acordo com o delegado titular da 4ª Delegacia de Pessoas Desaparecidas do DHPP, Sérgio Passos, em 2011 foram registrados mais de 22 mil boletins de ocorrências de pessoas desparecidas de todas as idades só no Estado de São Paulo.

Jornal ajuda nas buscas

Uma parceria entre a Folha Universal e a Fundação para Infância e Adolescência (FIA) contribui para a solução de muitos casos de desaparecidos. Com distribuição nacional e tiragem de mais de 1,8 milhões de exemplares, o jornal divulga a cada semana fotos e informações de crianças e adolescentes que sumiram de suas casas por conta própria ou de maneira forçada. "Com a ajuda da Folha Universal conseguimos localizar várias crianças. O periódico tem uma comunicação intensa que consegue chegar ao País todo. Lembro-me de um caso de uma que sumiu no Rio de Janeiro e que, por causa do jornal, foi localizada no Piauí", afirma Luiz Henrique Oliveira da Silva, coordenador do programa "SOS Crianças Desaparecidas".


FONTE

http://www.folhauniversal.com.br/capa/noticias/o-recomeco-13442.html
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'Amor Eterno Amor' ajuda a encontrar criança desaparecida



A garotinha Maria Vitória do Espírito Santo Silva (4), que estava desaparecida desde o dia 9 de dezembro do ano passado, foi encontrada em Maricá, no Rio de Janeiro, com a ajuda da divulgação de sua foto na novela Amor Eterno Amor.
Segundo Luiz Henrique Oliveira, gerente do programa S.O.S. Crianças Desaparecidas, da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), a menina chegou à sede do órgão por volta das 20h30 desta segunda-feira. "Se trata de um caso em que existe conflito de guarda. A avó materna tem a guarda definitiva, mas a criança estava com a mãe biológica. A foto da criança foi divulgada ontem na novela e foi feita uma ação de busca e apreensão, na qual houve êxito", conta.
Maria Vitória foi encontrada sem sinais de maus tratos. "Acho importante dizer que a criança está bem. Não estava sendo maltratada. Ela já brincou e comeu. Reintegramos a criança à avó materna e, agora, o caso vai ser decidido pelo Conselho Tutelar", explica Luiz Henrique.
"Vale todo o esforço. Eu nunca fiquei tão feliz na vida. Já fiz quase 20 novelas, e nenhuma me causou uma felicidade tão grande. Isso vale por tudo, vale todo o esforço, não tem preço", comemora o diretor da trama, Rogério Gomes (50).
A autora da novela, Elizabeth Jhin (63), também festejou a notícia e afirma sentir que o trabalho valeu a pena. "O clima na equipe toda é de felicidade e comemoração! Eu me senti exultante ao saber da notícia. Havia dito que se uma criança fosse encontrada, nosso trabalho já teria valido a pena. E é assim que estamos hoje, com essa sensação. E com uma esperança renovada de que possa se repetir muitas vezes!"
Ao final de todos os capítulos da novela, são apresentadas fotos de crianças desaparecidas. Isso porque a história começou com o desaparecimento do protagonista, Rodrigo (Gabriel Braga Nunes, 40), na infância. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Governo entende ser necessário maior amparo às crianças


A população alagoana ganhou mais um mecanismo de amparo à criança. O Governo de Alagoas sancionou a Lei Nº 7.380 nesta sexta-feira (13), que cria uma semana estadual de mobilização para a busca e defesa da criança desaparecida.
A semana de 25 a 31 de março integrará o calendário oficial de datas e eventos do Estado e serão desenvolvidas diversas atividades relacionadas ao tema – como palestras, divulgação de material informativo, campanhas institucionais e ações de conscientização.
“A lei irá propiciar um aumento da conscientização da população sobre esta grave problemática, criando uma rede de mobilização social para minimizar o número de crianças desaparecidas”, falou a secretária de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, Katia Born.

Maus tratos em casa - Sinal de alerta total

Em um dia ensolarado a professora identifica um aluno com uma blusa que ele não quer tirar de jeito nenhum. As semanas passam e o menino vai ficando cada vez mais calado, irritado e agressivo com os outros colegas. Em breve ele aparecerá com um olho roxo ou com marcas pelo corpo. O professor, então, pode ligar o seu sinal de alerta total, pois essa criança possivelmente está sofrendo violência doméstica.

Crianças que são muito agressivas com os demais, que tem reações explosivas são as que provavelmente sofrem agressões em casa ou são expostas à violência doméstica. Quando a criança é agressiva com outros é porque alguém é assim com ela ou estão ensinando isso a ela. Se ela é grosseira com um colega na escola e a professora a pune também com agressividade, perpetua o círculo de violência. Cuidado com os exemplos!

Quando o professor identifica uma criança ou jovem com marcas de surras ou espancamentos, deve conversar em particular com esse aluno, perguntando o que está acontecendo e se pode ajudá-lo de alguma forma. É importante mostrar ao jovem ou criança que se está preocupado com sua segurança e bem estar e que deseja auxiliá-lo de alguma forma. Se o professor não conseguir nada na primeira vez, deve insistir, mas com muita delicadeza e cuidado. Vale a pena investir em trabalhos em classe sobre proteção e direitos das crianças, instruindo a vítima e mostrando sua preocupação.

A direção e a coordenação da escola devem ser avisadas para darem apoio ao trabalho do professor e, principalmente, à segurança da criança.

Quando se tem suspeita de que um aluno está sendo agredido em casa, a escola deve convocar imediatamente algum responsável pela criança, de preferência alguém em que ela confie e que não seja o agressor. A escola deve fazer perguntas e tentar entender o que está acontecendo, explicando o sofrimento da criança e as consequências danosas sofridas pela mesma. É importante oferecer ajuda, fazendo encaminhamentos à rede de assistência social, que terá melhores condições de ajudar e proteger a criança.

A escola não pode se omitir diante de um caso ou de uma suspeita de agressão ao menor, pois ele é inclusive amparado por leis e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Recentemente temos a Lei da Palmada já aprovada pela Câmara dos Deputados e aguardando aprovação do Senado. Essa lei prevê punição aos agressores de crianças e adolescentes.

As crianças devem ser protegidas sempre, principalmente quando os agressores são aqueles que primeiro deveriam resguardá-las. A violência doméstica é uma das primeiras formas de agressão a que a criança é exposta, justamente no lugar em que ela deveria sentir-se mais segura. Ficaremos de braços cruzados?

FONTE>>http://www.dicasmulher.com.br/colunistas/27/?artigo_id=117/?artigo_id=117
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NATALIA ALICE SANTOS

CRISTIANE MENEZES FIGUEIREDO

ELINELMA TRINDADE MAIA

YASMIN MONTEIRO

ANNA IARA ALVES COSTA

GESSICA DA SILVA LINA

GRAZIELE SOUZA SANTOS

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Polícia encontra ossadas que podem ser de criança desaparecida em Araucária



Depois de encontrarem na noite desta quinta-feira (12) as roupas de Bruce Sthanley Guimarães, que completa 11 anos hoje, a Polícia Militar resgatou ossadas que podem ser do menino. Um pedaço do crânio e outros ossos foram encontrados. O menino está desaparecido desde a última segunda-feira (09), quando saiu para jogar futebol.
A família de Bruce está nesta sexta-feira realizando as buscas junto com a polícia. Eliane de Andrade, mãe do menino, tem poucas esperanças de encontra o filho vivo. Ela acompanha de perto desde a noite de ontem o trabalho realizado pela Polícia Militar.
A ossada foi encaminhada ao Instituto Médico Legal de Curitiba e, embora as características sejam semelhantes, apenas um exame de DNA poderá precisar se ela pertence ao garoto Bruce.
A investigação do caso está sendo realizado pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (SICRIDE) com apoio da Delegacia de Araucária, Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e o Corpo de Bombeiros.

Pedro Paulo reencontra mãe em Imperatriz após fim do sequestro



Menino desembarcou na cidade às 10h40 desta quarta-feira (11).
Criança foi recebida por sua mãe, Elisângela Mellado, no aeroporto.








Por volta das 10h40 desta quarta-feira (11), o menino Pedro Paulo Mendes finalmente retornou para casa, em Imperatriz. Pedro e seu pai, Jurandir Mellado, desembarcaram na cidade, a bordo do helicóptero do Grupo Tático Aéreo, da Polícia Militar do Maranhão.



O pai do menino, Jurandir Mellado, foi o primeiro a reencontrar a criança. Em entrevista coletiva, ainda no aeroporto de Imperatriz, Jurandir falou sobre o desfecho do sequestro do filho. "Primeiramente eu quero agradecer a Deus, à cidade de Imperatriz e cidades vizinhas e a todas as pessoas que oraram junto com a gente, que nos deram força nesses dias. O Pedro Paulo está bem, tanto fisicamente quanto mentalmente", garantiu o pai.

Sobre os sequestradores do menino, Jurandir disse que ainda não se sabe nada a respeito de quem tenha planejado o sequestro e quem levou a criança. "Não sabemos ainda quem são os sequestradores e nem quem planejou fazer isso. O que eu sei é que foi a polícia civil do Tocantins quem recuperou o Pedro e estamos muito felizes por tê-lo novamente aqui conosco", disse o pai da criança.

Assim que o reencontrou, Jurandir Mellado enviou uma foto de Pedro Paulo à mãe da criança, Elisângela, que em Imperatriz, aguardava pelo filho, que só retornou à cidade, na manhã desta quarta-feira (11).

Entenda o caso

Pedro Paulo, de cinco anos, foi libertado na noite desta terça-feira (10), no distrito de Cicilândia, na cidade de Palmeirante, no Tocantins. O povoado fica a 32 quilômetros de Araguaína, naquele estado.

Família agora respira aliviada depois de 14 dias de
angústia (Foto: Antonio Pinheiro)

A informação da liberação do menino, foi confirmada ao G1, pelo superintendente de Polícia do Interior, Jair Paiva Lima. "O garoto foi libertado por volta de 22h no Tocantins. Os sequestradores foram até um povoado, onde deixaram a criança com um bilhete que continha o telefone dos pais e pedia para avisá-los da libertação da criança. Eles mandaram o menino bater na porta de uma das casas e entregar o bilhete a quem o atendesse", informou o superintendente.

Ao ser informada sobre o fim do sequestro, a mãe de Pedro Paulo, Elisângela Mellado, falou com G1 sobre a libertação do filho.

"O meu filho está vivo e está bem. É isto que importa agora, glória a Deus. Eu quero agradecer primeiramente a Deus. Sem ele, nada disso estaria acontecendo, e queria agradecer a todas as pessoas do Brasil inteiro que oraram para que o meu filho pudesse voltar para nossa família. Eu só tenho a agradecer a todos vocês pela corrente positiva. Agora eu vou esperar o Pedro Paulo que logo estará aqui", disse Elisângela.

Pedro Paulo já está em casa com a família.


FONTE
http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2012/07/pedro-paulo-reencontra-mae-em-imperatriz-apos-fim-do-sequestro.html

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Canadá ganha rede social para localizar crianças desaparecidas


Uma ferramenta está mudando o conceito dos sites de relacionamento no Canadá. The World’s Most Valuable Social Network (algo como "Rede Social Mais Valiosa do Mundo") é dedicada única e exclusivamente a auxiliar na busca por crianças desaparecidas no país. Criado pela agência Grey Canada, em parceria com a organização Missing Children Society of Canada, ela já se tornou um verdadeiro sucesso.
A ideia é bem simples: as pessoas são convidadas a “doarem” os seus perfis de outras redes sociais, como Facebook e Twitter, para a caridade. Como? Basta autorizar o compartilhamento de notícias da entidade em seus feeds. Sempre que uma criança desaparece em uma área próxima a você, a ferramenta dispara um alerta através do seu perfil do Facebook. Assim, a probabilidade de que mais pessoas tomem conhecimento do caso e tenham informações sobre a criança é maior, o que é uma grande ajuda no processo de buscas. 
A ferramenta também cria uma espécie de rede de relacionamentos entre as pessoas de diversas comunidades canadenses, sendo mais fácil, portanto, para que em casos de novos desaparecimentos, a notícia se espalhe mais rapidamente e informações possam ser divulgadas. Afinal, as primeiras horas de um desaparecimento são fundamentais para o sucesso de uma busca.
A iniciativa é nobre e merece atenção não somente dos canadenses como de todo o mundo. Quem sabe o modo de atuação não se torne mais adotado e auxilie famílias a encontrarem entes desaparecidos? Afinal, estar conectado em um site de relacionamentos pode ser muito mais importante do que simplesmente manter contato com os amigos.
Confira abaixo um vídeo de divulgação do projeto:
V

domingo, 8 de julho de 2012

Bebê de quatro dias é sequestrado por bando armado na Região dos Lagos

Homens invadiram casa em Saquarema e levaram recém-nascido.
Mãe está em estado de choque e polícia faz buscas na região.



Um bebê de apenas quatro dias de vida foi sequestrado, por volta das 20h30 de sexta-feira (6), na Rodovia Amaral Peixoto, altura do quilômetro 72, em Bacaxá, Saquarema, na Região dos Lagos, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil.

A polícia trabalha com a hipótese de que criminosos tenham sequestrado o bebê por engano. A informação é da InterTV.

Quem fez o registro na delegacia foi a avó da criança. Segundo a mulher, três homens levaram a criança da casa dos pais na noite de sexta. Dois teriam invadido a residência armados e um terceiro ficou do lado de fora dando cobertura.

A dupla entrou no local procurando por um homem chamado Marcelo, mas, diante da negativa da família de que não havia nenhuma pessoa na casa com este nome, eles destruíram um cômodo do imóvel e levaram o bebê.

Policiais da 124 ªDP (Saquarema) fazem buscas na região para tentar localizar o recém-nascido. Segundo a polícia, a mãe da criança ainda não foi ouvida porque está em estado de choque. Os policias também vão ouvir vizinhos para tentar descobrir quem é o homem que os criminosos procuravam.

Como a criança tem apenas quatro dias de vida, ainda não havia sido registrada e não tem nome.

FONTE>>http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/bebe-de-quatro-dias-e-sequestrado-por-bando-armado-na-regiao-dos-lagos.html

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‘Só quero meu filho’, diz pai que teve bebê sequestrado em Saquarema


Este era o primeiro filho do casal, que é morador de São Gonçalo.
Criança de apenas 4 dias foi levada da casa da avó.

Desesperado, o caminhoneiro Rodrigo Francisco dos Santos, pai do bebê de quatro dias que foi sequestrado em Saquarema, na Região dos Lagos, contou que este era o primeiro filho dele e da mulher, que resolveu se mudar para aquela cidade para ter a criança perto da família dela. Os dois são moradores de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e estão em Saquarema há apenas uma semana, como mostrou o RJTV.

Na noite de sexta-feira (6), dois homens armados chegaram ao imóvel do casal, na Rodovia Amaral Peixoto, altura do quilômetro 72, procurando um homem chamado Marcelo, mas, diante da negativa da família de que não havia nenhuma pessoa na casa com este nome, eles destruíram um cômodo e levaram o bebê.

“Eu não sou Marcelo eu sou Rodrigo, pai de Gustavo e não devo nada para ninguém, sou trabalhador, eu só que meu filho”, disse ele, explicando.

A polícia ainda não tem pistas dos sequestradores e também não descarta a possibilidade de que o bebê tenha sido levado por engano.

Cartazes com a foto do bebê foram distribuídos pela cidade. A família passou o dia em vigília na porta da 124ª DP (Saquarema). O recém-nascido estava com a mãe, Gabriela Sabino Ferreira, de 17 anos, na casa da avó, Patrícia Sabino Ferreira, em Bacaxá, distrito de Saquarema.

Os homens teriam fugido em um carro que estava na Rodovia Amaral Peixoto. As buscas pela criança começaram na sexta-feira e se estenderam por todo o sábado. Até esta noite, não houve qualquer contato ou pedido de resgate para o desespero da família.

Testemunhas prestaram depoimento, entre elas a avó e o pai da criança. A mãe da criança não pode depor porque está em estado de choque.

O delegado Luciano Coelho, titular da 124ª DP, trabalha com a hipótese de sequestro e cárcere privado. Ele diz que o trabalho está focado em descobrir quem é o homem que os criminosos procuravam e porque o recém-nascido foi levado.

Como foi o caso

Quem fez o registro na 124ª DP foi a avó da criança. Segundo a mulher, três homens levaram a criança da casa dos pais. Dois deles teriam invadido a residência armados e um terceiro ficou do lado de fora dando cobertura.

De acordo com a família, os criminosos disseram que o levariam como pagamento de uma dívida. Como a criança tem apenas quatro dias de vida, ainda não havia sido registrada e não tem nome.



FONTE>>http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/so-quero-meu-filho-diz-pai-que-teve-bebe-sequestrado-em-saquarema.html
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Bebê pode ter sido sequestrado por engano em Saquarema, diz polícia


Recém-nascido foi levado da casa dos pais nesta sexta (6).
Polícia faz buscas pela região.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que criminosos tenham sequestrado um bebê de quatro dias de vida por engano, na sexta-feira (6), na Rodovia Amaral Peixoto, altura do quilômetro 72, em Bacaxá, Saquarema, na Região dos Lagos. A informação é da InterTV.

Quem fez o registro na 124ª DP (Saquarema) foi a avó da criança. Segundo a mulher, três homens levaram a criança da casa dos pais. Dois deles teriam invadido a residência armados e um terceiro ficou do lado de fora dando cobertura.

A dupla entrou no local procurando por um homem chamado Marcelo, mas, diante da negativa da família de que não havia nenhuma pessoa na casa com este nome, eles destruíram um cômodo do imóvel e levaram o bebê. De acordo com a família, os homens, que sequestraram a criança, disseram que o levariam como pagamento de uma dívida.

Policiais da 124 ªDP fazem buscas na região para tentar localizar o recém-nascido. Segundo a polícia, a mãe da criança ainda não foi ouvida porque está em estado de choque. Os policias também vão ouvir vizinhos para tentar descobrir quem é o homem que os criminosos procuravam.

Como a criança tem apenas quatro dias de vida, ainda não havia sido registrada e não tem nome



FONTE>>http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/bebe-pode-ter-sido-sequestrado-por-engano-em-saquarema-diz-policia.html
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FIA disponibiliza telefone para receber denúncias
sobre bebê sequestrado em Saquarema




Bebê foi levado por engano, por homens armados, durante tentativa de vingança





O programa SOS Crianças Desaparecidas, da FIA (Fundação para a Infância e Adolescência) disponibilizou um telefone para receber informações sobre o paradeiro de Gustavo Sabino dos Santos, o bebê de apenas cinco dias que foi sequestrado por engano durante uma tentativa de vingança, em Saquarema, na região dos Lagos, na noite da última sexta-feira (6).

O telefone do SOS Crianças Desaparecidas é o 21 2286-8337. Outra opção é ligar para o Disque-Denúncia (21 2253-1177), que também pode receber este tipo de denúncia. A FIA também divulgou uma foto do pequeno Gustavo.


Entenda o caso


Um bebê de apenas quatro dias foi sequestrado na noite da última sexta-feira (6), em Saquarema, na região dos lagos. O recém-nascido Gustavo foi retirado dos braços da mãe por três homens armados e encapuzados, no distrito de Bacaxá.

Segundo a avó da criança, que registrou queixa na Delegacia de Saquarema (124ª DP), Patrícia Sabino, dois homens arrombaram a porta da casa e um terceiro ficou do lado de fora dando cobertura à ação.

Os criminosos perguntavam insistentemente por um homem chamado Marcelo, que teria contraído uma dívida com eles. Diante da resposta de que não havia ninguém com esse nome na família, os criminosos ameaçaram a avó e a mãe do bebê, de 17 anos, e tomaram a criança dos braços da mãe e a levaram como forma de vingança contra o homem que eles pensavam ser o pai de Gustavo.

A família, que vive no km 72 da rodovia Amaral Peixoto, está apavorada. O pai está muito abalado e a mãe ficou em estado de choque. Segundo o delegado Luciano Coelho, ela vai prestar depoimento neste sábado (7).

O delegado informou, por meio da assessoria de comunicação, que policiais da 124ª DP fazem diligências para encontrar o bebê e os autores do crime, que foi registrado como sequestro.

Segundo a polícia, os pais ainda não haviam registrado a criança e a única foto de Gustavo foi retirada pelo celular do pai. O avô da criança, Luís dos Santos, disse que o celular da avó do bebê foi roubado e que, ao ligarem para o número, uma pessoa atendeu, deu risadas e desligou.

— A família está apavorada, o meu filho não sabe o que fazer. Eles estavam com máscaras e a gente não viu quem fez essa maldade.

Para a família, houve um engano. Os familiares acreditam que os bandidos tenham se confundido porque não há nenhum Marcelo na família e eles não contraíram dívida com ninguém.



FONTE>>http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/fia-disponibiliza-telefone-para-receber-denuncias-sobre-bebe-sequestrado-em-saquarema-20120708.html
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Sequestro de bebê de Saquarema teria sido por herança de R$ 500 mil


Casal preso ganharia dinheiro da família, se conseguisse ter um filho.
Mulher perdeu bebê aos 3 meses de gestação.


Pais reecontram filho sequestrado (Foto: Nina Lima / Agencia O Globo)

O delegado Luciano Coelho 124ª DP (Saquarema) afirmou, neste domingo (8), que o sequestro do bebê de Saquarema, na Região dos Lagos, teria sido motivado por uma herança de R$ 500 mil. Segundo o delegado, o casal que sequestrou o pequeno Gustavo, se conseguisse ter um filho, ganharia o dinheiro como um adiantamento da herança, como havia prometido o sogro do sequestrador, Altair Ferreira dos Santos, preso neste domingo juntamente com a mulher.

O bebê foi encontrado pela polícia neste domingo, na casa do casal suspeito. Os dois foram presos.

À polícia, o casal afirmou que ela chegou a ficar grávida, mas perdeu o bebê no terceiro mês de gestação. Altair Ferreira, mais conhecido na cidade como Coca Melo , teria então decidido sequestrar a criança, que nasceu no mesmo período em que estava programado o seu filho.

De acordo com o delegado, Altair, além de ser assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), também trabalhava na administração do Hospital Municipal Nossa Senhora Nazareth, em Bacaxá, onde o bebê sequestrado nasceu.

Segundo o depoimento de uma testemunha, uma semana antes de sequestrar Gustavo, Altair propôs que ela vendesse o filho dela por mais de R$ 10 mil. Mas a testemunha teria se recusado.

O delegado Luciano explicou que Altair era um dos seus suspeitos. Em depoimento, a avó de Gustavo disse que tinha visto Altair no quintal de sua casa.

A polícia faz buscas pelos dois homens que invadiram a casa e sequestraram o recém-nascido.

Altair será exonerado da Alerj
Altair é assessor parlamentar no gabinete do presidente da Alerj, Paulo Melo, que enviou nota na tarde deste domingo lamentando o episódio e afirmando que irá exonerá-lo.

Segundo a Alerj, o deputado “está extremamente decepcionado com o ato que considera insano, covarde e brutal”. O presidente da Alerj determinou a exoneração imediata do funcionário, que sairá publicada no Diário Oficial da próxima terça-feira (10). A nota diz também que Paulo Melo espera que “a Justiça atue com o rigor da lei”.

Bebê encontrado

O recém-nascido de 5 dias que foi sequestrado na noite de sexta-feira (6) foi encontrado no início desta tarde, através de denúncia anônima. Policiais militares do 25° BPM (Cabo Frio) acharam a criança com o casal suspeito, dentro de uma casa no distrito de Bacaxá.

Segundo a tia da criança, Marina Sabino Ferreira, 28 anos, o pai, a mãe e a avó do bebê foram para a delegacia. "Estamos muito felizes e comemorando muito", afirmou Marina. A ocorrência foi registrada na 124ª DP (Saquarema).

Na manhã deste domingo, familiares do recém-nascido fizeram uma manifestação no Centro de Bacaxá, na Região dos Lagos, pedindo agilid

ade da polícia nas investigações e que as pessoas que tivessem informações sobre o paradeiro da criança denunciassem.

“Estou trêmula até hoje. No dia que o bebê foi levado, estava ajudando a minha sobrinha a cuidar dele. Ela só faz chorar e pedir o filho dela de volta. A Gabriela está com o peito cheio de leite para amamentar o filho e não pode”, afirmou Marina. Com cartazes, familiares e moradores da cidade caminhavam pela Praça de Bacaxá gritando: “Justiça, justiça”.

Criminosos invadiram casa

Na noite de sexta-feira, dois homens armados chegaram ao imóvel do casal, na Rodovia Amaral Peixoto, altura do quilômetro 72, procurando um homem chamado Marcelo, mas, diante da negativa da família de que não havia nenhuma pessoa na casa com este nome, eles destruíram um cômodo e levaram o bebê.

“Eu não sou Marcelo eu sou Rodrigo, pai de Gustavo e não devo nada para ninguém, sou trabalhador, eu só que meu filho”, disse ele, explicando.Desesperado, o caminhoneiro Rodrigo Francisco dos Santos, pai do bebê, contou que este era o primeiro filho dele e da mulher, que resolveu se mudar para aquela cidade para ter a criança perto da família dela. Os dois são moradores de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e estão em Saquarema há apenas uma semana.



FONTE>> http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/sequestro-de-bebe-de-saquarema-teria-sido-por-heranca-de-r-500-mil.html
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

A Polícia Civil do Paraná, por meio do Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride) divulgou o retrato falado de duas mulheres suspeitas de envolvimento no desaparecimento da garota Stefani Vitória

A Polícia Civil do Paraná, por meio do Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride) divulgou o retrato falado de duas mulheres suspeitas de envolvimento no desaparecimento da garota Stefani Vitória Rochinski, de 10 anos, em maio deste ano, na cidade de Porto Amazonas. Segundo a Agência Estadual de Notícias, os retratos são baseados no depoimento de uma moradora do município de Palmeira (Campos Gerais) que procurou o Sicride no início de junho. Ela contou que estava parada com seu veículo na estrada da Acelpa, na Colônia Quero Quero, quando viu um veículo Ford/Focus, de cor preta, parado no acostamento na contramão. 

A testemunha disse que viu uma mulher morena, de cabelos escuros, ao lado do veículo usando o telefone celular. Em seguida, outro carro – um Hyundai/I30, de cor bege – encostou ao lado. Segundo o relato, a mulher morena foi até o Hyundai e pegou uma menina de cabelo loiro que aparentava ser Stefani. 

A testemunha disse que a criança abraçou a mulher e parecia estar calma. Ela teria entrado no veículo preto, que seguiu no sentido da cidade de Irati. Acrescentou ainda que a mulher que estava no carro bege era loira, de rosto cheio e cabelos curtos e ondulados. 

Divulgação 

A polícia localizou também outra testemunha que disse ter visto um carro bege circulando pela cidade nos dias que antecederam o desaparecimento de Stefani. Ela fez uma descrição da motorista semelhante à da primeiro testemunha – loira de cabelos curtos. Diante da possibilidade de se tratar da mesma pessoa, o perito responsável pelo setor de retrato falado do Sicride, Diego Pires, elaborou os dois retratos falados para auxiliar nas investigações. 

Informações que possam contribuir para esclarecer o caso devem ser encaminhadas para o Sicride pelo telefone (41) 3224-6822, que funciona 24 horas por dia


FONTE>>http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--1386-20120629

Mexicanas são as principais vítimas da onda de violência de Ciudad Juárez


Primeiro foram encontrados ossos e partes de corpos em um vale perto de Ciudad Juárez, no México. Pelo menos quatro mulheres haviam sido mortas e seus corpos, abandonados, segundo autoridades. Então, na mesma área, os investigadores fizeram outra descoberta no início deste ano: mais uma dúzia de corpos de mulheres e meninas.
A maioria desapareceu entre 2009 e 2010, e quando foram vistas vivas pela última vez muitas delas eram adolescentes felizes com a possibilidade de ter uma vida inteira pela frente. Mas elas se tornaram apenas sombras do que poderiam ter sido.


Criança passa por pôsteres de mulheres desaparecidas em Ciudad Juarez

A mãe de Idali Juache ainda insiste que sua filha está desaparecida, embora a polícia tenha ligado seu DNA a fragmentos cranianos encontrados no vale. Elvira Gonzalez disse que sentiu o que parecia ser o espírito de sua filha em casa, antes de descobrir que seu corpo havia sido abandonado no vale.
"Eu nunca pensei que ela seria encontrada dessa maneira", disse Elvira, se esforçando para não chorar. "Eu sempre acreditei que ela seria devolvida para nós com vida."
Ciudad Juárez se tornou famosa por ter passado por uma onda de ataques que deixou centenas de mulheres mortas ao longo de uma década.
A atenção internacional diminuiu, mas os assassinatos continuam, com uma segunda onda ainda maior do que a primeira. Mesmo que a violência na região tenha diminuído, novos grupos de mulheres mortas estão sendo descobertos.
Cerca de 60 mulheres e meninas foram mortas nesta região neste ano, enquanto ao menos cem foram dadas como desaparecidas nos últimos dois anos. E, embora o número de mulheres mortas até agora neste ano esteja abaixo da alta de 304 registrada em 2010, autoridades estaduais dizem que mais mulheres foram mortas em 2012 do que em qualquer ano da chamada “era do femicídio”.
Dessa vez, porém, a reação da população foi decepcionante. "As pessoas não reagiram com a mesma força que antigamente", disse Gustavo de La Rosa, um investigador de direitos humanos para o Estado de Chihuahua. "A maioria acha hoje que isso é normal."
Massacre sem fim
Para muitos, essas mulheres são agora parte do que parece ser um massacre que não terá fim. No gabinete que o Estado abriu há alguns anos para investigar a violência contra as mulheres, as mesas estão constantemente cobertas com arquivos de casos bastante violentos.
Um comitê do governo encontrou uma série de causas para a antiga onda de assassinatos. Após o levantamento de 155 assassinatos dos 340 casos documentados entre 1993 e 2003, a comissão constatou que cerca de metade deles foi inspirada por motivos como violência doméstica, roubo e guerras de gangues, enquanto um pouco mais de um terço deles envolveu assédio sexual.
Advogados das vítimas, no entanto, argumentam que as mortes das mulheres encontradas no vale neste ano envolveram motivos um pouco mais bizarros.
Francisca Galvan, uma advogada que tem trabalhado com os pais de meninas desaparecidas, disse que a filha de Gonzalez, Perla, 15 anos, foi vista pela última vez no centro da cidade conversando com um homem de meia idade na hora do almoço. Várias outras garotas encontradas no vale, juntamente com algumas que ainda não foram encontradas, também desapareceram de locais nas proximidades, disse Galvan.
Todas tinham em torno da mesma idade e várias delas se pareciam bastante umas com as outras: cartazes colocados por volta de toda cidade demonstraram que elas todas tinham cabelos longos, lisos, escuros e eram bem magras.
"As autoridades não querem enxergar a verdade", disse Galvan. "Nessa região não se dá tanto valor à vida das pessoas.”
Ela tem suas próprias teorias: talvez as meninas tenham sido alvo de roubo de órgãos, talvez os assassinos tenham voltado ao México como resultado da onda de deportações que enviou milhares de imigrantes criminosos dos Estados Unidos para Ciudad Juárez. Embora não esteja claro se as vítimas foram estupradas, ela acrescentou que talvez os assassinatos tenham começado como agressões sexuais.

Elvira Gonzalez segura retrato da filha, Perla, cujos restos foram encontrados em um vale

Autoridades americanas em El Paso, no Texas, disseram que também estão perplexas com a situação, pois normalmente quando traficantes se envolvem em assassinatos famosos, informantes costumam ligar com dicas. Mas no caso das mortes no Vale Juárez isso não aconteceu.
Para os pais, o sofrimento foi agravado pelas autoridades, que têm feito muito pouco para tentar explicar os acontecimentos, na sua opinião. Várias mães de meninas desaparecidas disseram que os promotores se recusaram a deixá-las visitar o necrotério, ao mesmo tempo que as autoridades oferecem relatos conflitantes sobre o número de corpos femininos que foram encontrados na região do vale.
"Eles são mentirosos", disse Norma Laguna Cabra, mãe de Idali.
Gonzalez disse que um investigador do Estado chegou a afirmar que falou com o espírito de sua filha desaparecida. Segundo ela, o investigador visitou sua casa depois da descoberta do túmulo, mas antes das identificações terem sido anunciadas. Após ter passado pelo quarto de Perla, ele disse que ela queria lhe dar uma mensagem: "Eu estou a caminho."
"Diga-me onde você está. Onde devemos procurar por você", Gonzalez disse ter gritado. Mas não adiantou: "Eu não posso dizer", foi a resposta do investigador.
Duas semanas depois, as autoridades disseram a Gonzalez que Perla estava morta. Profundamente religiosa, ela disse que havia concluído que a mensagem - seja verdadeira ou falsa - só poderia ter vindo do diabo, pois aumentou a sua dor.
"O único que nos dá justiça e obediência à lei é Deus", disse ela. "E não há como escapar dele."
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PSP lança programa “Estou aqui” para ajudar a encontrar crianças perdidas


A PSP lançou esta segunda—feira o programa “Estou aqui” que, mediante a distribuição gratuita de cinco mil pulseiras, se propõe a facilitar a localização de crianças desaparecidas e promover o reencontro destas com os seus responsáveis.
De acordo com a subcomissária da PSP de Portalegre, Samanta Martins, o programa vai funcionar, nesta fase piloto, até 15 de Setembro e destina-se a crianças a partir dos dois anos de idade.
Os interessados devem dirigir-se a uma esquadra, levantar a pulseira e posteriormente aceder à Internet onde terão de preencher um formulário em que associam o número de identificação da pulseira aos seus contactos pessoais.
Apesar de ser possível tecnicamente, as pulseiras do programa ” Estou aqui” não estão dotadas de nenhum sistema de georeferenciação, esse sim, susceptível de ajudar a localizar crianças desaparecidas, mas sim de um número de serie.
Segundo dados da PSP, 12.491 desaparecimentos de crianças e adolescentes foram registados entre 2006 e 2010, sendo que a respetiva taxa de reaparecimento foi de 97%.

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