sexta-feira, 30 de novembro de 2012

BEBE DE APENAS DOIS MESES DESAPARECEU DENTRO DA CASA DA FAMILIA.

Volta Lucas


Por favor, ajude-me a encontrar meu filho!



Meu nome é Søren Lindemann Aagesen. Sou dinamarquês e resido na cidade de Malmö, na Suécia. Meu filho chama-se Lucas Lindemann Aagesen e tem hoje 7 anos de idade.

Em maio de 2008, a mãe de meu filho Lucas o trouxe para o Brasil, mais especificamente para Atibaia, em São Paulo.

Ainda em 2008, protocolei na Justiça Federal de Bragança Paulista, em São Paulo, uma ação pedindo o retorno de meu filho para a Suécia, com base na Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças. Algum tempo depois, o governo brasileiro, por meio da União Federal, pediu a sua entrada no processo, também requerendo o retorno do meu filho Lucas para a Suécia, em aplicação à Convenção de Haia.

Em 28 de novembro de 2011, a Justiça Federal de Bragança Paulista acolheu meu pedido e ordenou o retorno de Lucas para a Suécia, com base na Convenção de Haia. A sentença determinou à mãe de Lucas que me entregasse o nosso filho em 16 de fevereiro de 2012, quando então eu poderia finalmente retornar para a nossa casa na Suécia.

Lucas
A Justiça Federal de Bragança Paulista determinou também que o período entre 28 de novembro de 2011 e 16 de fevereiro de 2012 deveria ser utilizado para que meu filho e eu pudéssemos nos readaptar à companhia um do outro, antes da viagem de retorno para a Suécia.

Mas o que aconteceu foi que, durante esse período de adaptação determinado pela Justiça Federal, mais especificamente no dia 13 de fevereiro de 2012, a mãe de Lucas deixou o endereço em que nosso filho permanecia no Brasil desde 2008, mudando-se com ele para local desconhecido de mim e da própria Justiça.


Desde o dia 13 de fevereiro de 2012, portanto, eu não mais tive nenhum contato com Lucas, nem mesmo por telefone ou e-mail. Não sei onde meu filho está nem onde esteve desde 13 de fevereiro de 2012. Sei apenas que Lucas foi inclusive retirado da escola que freqüentava em Bragança Paulista, naquele mesmo dia 13 de fevereiro.

Lucas
Retornei ao Brasil em 23 de junho de 2012, numa nova tentativa de pelo menos ver ou falar com meu filho. No entanto, em contato com o advogado da mãe de Lucas, fui informado por ele de que eu somente poderia ver meu filho se pedisse à Justiça brasileira a permanência dele no Brasil.
Desde 13 de fevereiro de 2012, foram proferidas sete decisões pela Justiça brasileira rejeitando pedidos formulados pela mãe de meu filho, que pretendia impedir o cumprimento da sentença da Justiça Federal de Bragança Paulista. A sentença está em pleno vigor neste momento e, nos seus termos, Lucas deveria ter sido entregue a mim em 16 de fevereiro de 2012.

Lucas é este adorável garoto que aparece nas fotografias (você pode ver mais fotos do Lucas aqui). Se você o vir, ou se o tiver visto nas últimas semanas ou meses, ou se tiver qualquer informação sobre a sua localização, por favor me avise, no endereço de e-mail: voltalucas@gmail.com
Por favor, inclua na sua mensagem seu nome completo e seus detalhes para contato (por exemplo, seu número de telefone), porque somente serão consideradas informações de pessoas que se identifiquem.

Qualquer ajuda será muito apreciada. Estou desesperado e gostaria muito de saber onde está meu filho.

Agradeço muito e de coração qualquer ajuda.


Søren Lindemann Aagesen

FONTE>>http://www.voltalucas.blogspot.com.br/2012/07/por-favor-ajude-me-encontrar-meu-filho.html

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

YASMIN SILVA

Em busca de crianças desaparecidas

Mesmo com uma longa angústia, famílias nunca perdem a esperança de achar vivos menores sumidos há muitos anos. Só em 2012, delegacia especializada já registrou 161 casos em Minas




Todos os dias, há mais de 36 anos, Maria Francisca acende uma vela na esperança de achar a filha sumida em Guarapari


Minas Gerais também tem a sua Madeleine MacCann, garotinha inglesa desaparecida desde 2007, aos 3 anos, enquanto passeava com os pais, médicos, em um resort em Portugal. O caso ganhou fama devido em grande parte à beleza da criança, eternizada na foto distribuída em escala mundial. Com os mesmos cabelos louros e sorriso de anjo, Cecília São José de Faria, de Belo Horizonte, tinha 1 ano e 10 meses quando sumiu em Guarapari (ES), enquanto passava férias com os pais, no caso mais antigo em andamento em Minas Gerais. De janeiro a outubro, 161 novos registros de crianças de até 11 anos, o que dá uma média de uma a cada dois dias, deram entrada na Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Polícia Civil de Minas Gerais, uma das poucas do país criadas especificamente com a função de localizar pessoas.

Nos casos envolvendo crianças, minutos de desatenção podem render anos de desespero. Desde as férias na Praia do Morro, há mais de 36 anos, a mãe da menina, a advogada Maria Francisca São José Faria, de Betim, na Grande BH, nunca mais conseguiu descansar. A contar da data do desaparecimento, 2 de fevereiro de 1976, a mulher acende todos os dias uma vela rezando pela volta da filha, que estaria atualmente com 37 anos. Ao todo, são 13.428 dias de espera e angústia. “Confio que minha menina esteja viva porque, naquele momento de total desespero, eu ainda consegui raciocinar e fazer uma oração: Cecília São José de Faria, o manto de Jesus te cubra onde quer que você vá”, revela a mãe.

“Lembro como se fosse hoje. Fomos com as crianças à praia pela manhã. Depois do almoço, Cecília estava brincando de bola com o irmão. Ele jogou a bola para o lado da cozinha. Ela foi buscá-la e não voltou. Neste momento, a babá foi chamá-la para tomar banho e não a encontrou”, detalha. Maria Francisca chegou a fazer dois cursos superiores, na esperança de reencontrar Cecília convivendo com pessoas que estariam na mesma faixa etária. “Meu tempo está acabando”, avisa a mãe, hoje com 74 anos. O pai, o funcionário público aposentado Alberto Geraldo de Faria, tem 64. Na época, ao saber do sumiço da filha, ela redigiu uma petição mandando fechar todas as entradas de Guarapari. O documento foi negado pelo juiz local, preocupado com possíveis transtornos na cidade lotada de turistas em pleno verão.

“É preciso seguir sempre os passos do filho. Mesmo nas cidades tidas como pacatas, não se pode mais confiar que a irmã mais velha vá buscar o mais novo na escola nem mandar o menino pegar pão na padaria ou deixar andar de ônibus sozinho. Se o raptor estiver seguindo os passos da vítima, ele vai aguardar o momento certo, seja com objetivo de adoção irregular, abuso sexual ou aliciamento de jovens para prostituição”, alerta Carlos Rodrigues, coordenador da organização não governamental Gente Buscando Gente, de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. Em cinco anos de funcionamento, a entidade já localizou 1.116 vítimas e mantém cerca de 500 na lista de procurados.

POR PERTO A mãe de Cecília imagina que a filha possa estar em Miami, na Flórida (EUA), onde, segundo ela, morava o irmão de uma vizinha que não podia ter filhos e chegou a pedir a menina em adoção. Já a delegada Cristina Coeli, titular da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Polícia Civil, defende uma tese mais simples. “O mais certo é Cecília estar perto de nós, em uma cidade do interior de Minas ou do Brasil”, afirma. Segundo ela, Cecília pode ter sido adotada de forma irregular por outra família, que a registrou com outro nome e data de nascimento.

Para ajudar nas investigações do caso mais antigo da divisão, Coeli determinou que fosse feito um retrato de Cecília atualizado aos dias de hoje. “O fato de nunca ter sido encontrado o corpo indica que ela possa estar viva. A maior dificuldade é que a menina, que hoje é uma mulher feita, precisa se reconhecer na projeção e talvez ela nem saiba que foi adotada”, completa a delegada. Como forma de prevenção, ela orienta os pais a tirar a carteira de identidade dos filhos pequenos, não apenas por conter a foto da criança, mas principalmente em função da coleta da impressão digital, única a cada pessoa no mundo.


Vale tudo por uma pista


Pelo menos 10 desaparecimentos em Minas estão enquadrados como enigmáticos, quando não há qualquer pista sobre a possível motivação ou autoria do crime. Todos eles envolvem crianças de 1 a 11 anos, sumidas há mais de três anos das mais diversas localidades (veja quadro). A Polícia Civil trabalha com hipóteses como tráfico doméstico ou internacional de crianças para adoção irregular ou aliciamento de adolescentes para prostituição infantil.

Uma delas é a princesa Bruna Marques Melo, de 4 anos. Em outubro, fez três anos que ela foi vista pela última vez quando andava de bicicleta na rua com o irmão gêmeo, Bruno, e outras crianças em Frutal, no Triângulo Mineiro. “Fizemos diligências em São Paulo, Mato Grosso e em um acampamento de ciganos em Rondônia, onde havia pistas sobre a existência de uma menina com as mesmas características dela atualmente. Mas comprovamos que a criança era membro da família de ciganos”, afirma Cleysson Rodrigo Brene, delegado da Furtos, Roubos e Tóxicos de Frutal.

Segundo ele, a suspeita é de que Bruna possa ter sido sequestrada, mas nenhuma hipótese é descartada pela polícia. Nem mesmo a participação dos pais nos casos de desaparecimento deixa de ser cogitada. “Foi o que ocorreu no caso Madeleine. Os pais dela, médicos, contaram à polícia ter saído para jantar com amigos e deixado as crianças dormindo no quarto do hotel. Só que, em um dado momento, Madeleine poderia ter se acidentado ou ingerido sedativos em excesso, ministrados pelos pais. A menina teria morrido e os pais teriam forjado o desaparecimento da filha para sumir com o corpo. Depois, convocaram a imprensa para ‘justificar’ o crime. No entanto, até agora nada ficou comprovado”, relata o delegado.


Já em março de 2009, sumiu o garoto Adriel Filipe Tavares, então com 6 anos, quando brincava no quintal de casa em São Gonçalo do Pará, no Centro-Oeste de Minas. “Não convivia muito com eles, mas fico aflito com a ideia de que um garoto desta idade possa estar perdido por aí, sem a mãe e ninguém para orientar”, lamenta o tio Dinarte Camilo dos Santos, 55, contador, que mora em BH. Ele tem uma casa em São Gonçalo do Pará, a um quarteirão do local onde desapareceu o sobrinho. “Não sei se onde está a verdade. Sei que o pai e a mãe estão separados e não descarto o sequestro do menino, que era comportado, estudioso e quietinho. Nunca o vi brincando na rua”, diz o tio, que conseguiu divulgar a foto de Adriel na conta de luz, mas sem resultado.


FATALIDADE

Nesses casos, como não foi encontrado corpo nem há indícios de violência, as buscas continuam. Em outras palavras, resta ainda uma esperança. Em outubro, porém, duas famílias mineiras pagaram um preço alto demais para sair da lista de quem procura filhos desaparecidos. No dia 23, foi encontrado o corpo de Ana Clara Cunha da Mata, de 11, morta em local ermo quando saiu para buscar o irmão na escola em Araxá, no Alto Paranaíba. Na semana anterior, Kamila Graziele Santos Vitoriano, de 5, era enterrada sob forte comoção em Bom Sucesso. O corpo foi encontrado dentro de um saco de ração, com sinais de queimadura e violência sexual. Passado um mês, até hoje não estão presos os assassinos de nenhuma dessas crianças.


DEZ EXEMPLOS ENIGMÁTICOS

Os mais antigos registros de desaparecimento de crianças de até 11 anos ainda sem solução NO ESTADO


1) Cecília São José de Faria
Desaparecimento: 2/2/1976
Idade: 1 ano e 10 meses
Local: Guarapari (ES)
2) Bruna Marques de Melo
Desaparecimento: 23/10/2009
Idade: 4 anos
Local: Frutal (MG)
3) Adriel Filipe Tavares Cordeiro
Desaparecimento: 13/03/2010
Idade: 06 anos
Local: São Gonçalo do Pará (MG)
4) Michele de Souza Ferreira
Desaparecimento: 1/8/2008
Idade: 11 anos
Local: Amparo da Serra (MG)
5) João Vitor de Oliveira
Desaparecimento: 12/6/2007
Idade: 7 anos
Local: Contagem (MG)
6) Maurício Bertoldo Bicalho
Desaparecimento: 4/8/2008
Idade: 11 anos
Local: Contagem (MG)
7) Rai Alves Ferreira
Desaparecimento: 28/1/2010
Idade: 4 anos
Local: Ibitiúra de Minas (MG)
8) Anderson Faria de Assis
Desaparecimento: 30/5/2005
Idade: 9 anos
Local: Contagem (MG)
9) Gabriel dos Passos Andrade
Desaparecimento: 31/12/2007
Idade: 7 anos
Local: Bairro Leonina, BH
10) Daniel Paulino Graciano
Desaparecimento: 27/5/2007
Idade: 11 anos
Local: Bairro Santa Mônica, BH


Fonte: Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da PCMG

ORIENTAÇÕES AOS PAIS


– Orientar os filhos a não aceitarem doces, presentes, ou qualquer outro objeto de estranhos, podendo aceitá-los de conhecidos e parentes, somente com prévio consentimento dos responsáveis.
– Manter bom relacionamento com a vizinhança.
– Procurar conhecer as pessoas que convivem com seu filho.
– Participar ativamente dos eventos envolvendo o seu filho, como aqueles ocorridos em escolas e aniversários.
– Ensinar ao seu filho o seu nome completo, endereço e telefone e os nomes dos pais e irmãos.
– Não autorizar o seu filho a brincar na rua sem a supervisão de um adulto conhecido.
– Evite deixar o seu filho em casa sozinho.
– Providenciar a carteira de identidade do seu filho, através do Instituto de Identificação.


Como posso ajudar?


– Observar o comportamento de novos vizinhos em relação ao tratamento dispensado aos menores que com eles convivem, comunicando à Polícia qualquer fato suspeito.

– Observar, em via pública, o trânsito de menores desacompanhados, idosos e portadores de necessidades especiais, caso apresentem desorientação, possibilidade de extravio ou mesmo dificuldade de expressão. O ideal é que você possa levar a pessoa até o posto policial mais próximo.

– Em casos de desaparecimento, a família deve seguir a trilha da pessoa desaparecida. Verifique primeiro se ela não está com um vizinho ou amigo. Se sumiu à noite, procure se informar se houve algum acidente. Caso não encontre, registre o boletim de ocorrência. Lembre-se de que não é necessário aguardar 48 horas para registrar o desaparecimento.

– Informações sobre pessoas desaparecidas ou suspeitas devem ser relatadas à Polícia Civil pelo telefone 0800-2828-197 (A ligação é gratuita e o informante não precisa se identificar).

fonte>>http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/11/20/interna_gerais,330877/em-busca-de-criancas-desaparecidas.shtml
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domingo, 18 de novembro de 2012

Caso Sibele: IML divulga resultado de DNA

Exame deu 99,9% positivo para amostras da ossada e o sangue da mãe da vitima confirmando a identidade.


Aarão José - POAL
O diretor do Instituto Médico Legal Estácio de Lima Luiz Mansur recebeu na tarde hoje, 17, o resultado do exame de DNA feito na ossada humana encontrada em um canavial em Pilar. O exame foi realizado pelo Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) chefiado pelo Dr. Luiz Antônio Ferreira da Silva.

Segundo o laudo, as peças de amostra retirada da ossada em comparação com o material recolhido da senhora Sueli Ferreira dos Santos deu positivo. Com isso se confirma oficialmente que a ossada humana encontrada é da menina Sibele Ferreira dos Santos, 8 anos de idade, que havia desaparecido quando brincava em frente a sua residência no município de Pilar.

Agora com o exame em mãos, o diretor do IML informou que o resultado será entregue ao perito médico legal, Dr. Jânio Macário, responsável pelo exame de necropsia e que emitira o laudo cadavérico junto com a declaração de óbito, para que o corpo seja liberado. Cópia dos exames também será encaminhada para a delegacia responsável pela investigação do caso.

O diretor explicou que depois dos procedimentos legais irá acionar a família para buscar os restos mortais e assim finalmente realizar o sepultamento da menor. Mansur agradeceu o empenho o doutor Luiz Antônio e sua equipe na parceria com o IML e em agilizar o resultado do exame, previsto para trinta, mas que saiu em menos de dez dias.

FONTE>>http://www.periciaoficial.al.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/2012/10-outubro/caso-sibele-iml-divulga-resultado-de-dna
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Stênio Rezende propõe divulgação de crianças desaparecidas no diário da AL

O deputado Stênio Rezende (PMDB) encaminhou uma indicação à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (14), para que sejam anexadas fotos de crianças desaparecidas na última página do diário desta Casa com o objetivo de divulgá-las.

Stênio abraçou a causa, pois, segundo ele, o desaparecimento de crianças e adolescentes é um problema muito sério no Brasil. É um número muito grande, porém ainda incerto, porque muitas famílias nem sequer registram seus casos.

De acordo com a Associação Brasileira de Busca e defesa das crianças desaparecddias, somem a cada ano no pais cerca de 40 mil crianças. Desse total, cerca de 10% a 15% (de 4 mil a 6 mil brasileirinhos) nunca mais voltam pra casa.

As fotos e os dados das crianças a serem anexados podem ser obtidos nos seguintes endereços: www.dpf.gov.br, da Polícia Federal e www.fia.rj.gov.br/sos.htm, do SOS Crianças Desaparecidas, uma ação Integrada alcance nacional voltada para localizar crianças e adolescentes desaparecidos, pertencente a FIA (Fundação para Infância e Adolescência)

FIA — A Fundação para a Infância e Adolescência FIA-RJ, é um órgão da administração indireta do governo do Estado do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH).

Tem como obejtivo colaborar na formulação de políticas públicas de garantia de direitos na área da infância e adolescência, bem como implementar e articular serviços e ações de proteção social, de natureza especial, no âmbito da média e alta complexidade, essencialmente voltados para crianças e adolescentes que se encontram com seus direitos violados e ou ameaçados. Garantia de direitos, sob a ótica da proteção integral, cujos marcos legais são: as Constituições Federal e Estadual, a Lei Federal nº 8.069 (ECA), e a Lei Federal nº 8.742 LOAS.

Os atendimentos promovidos pela FIA, por meio de parcerias ocorrem no contexto dos Programas Atenção a Crianças e Adolescentes usuários de drogas, Atenção a Crianças e Adolescentes em situação de risco, Atenção a Crianças e Adolescente vítimas de maus tratos, Atenção a Crianças e Adolescentes com deficiências, e Trabalho Protegido para Adolescentes (antigo Programa Trabalho Educativo - PTE).

SOS Crianças Desaparecidas

Ação integrada à Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (REDSAP), de alcance nacional, voltada para localizar crianças e adolescentes desaparecidos através de fotos divulgadas na mídia em geral e pesquisa em abrigos, com o objetivo de reintegrá-las às famílias. A ação visa também a implantação da cultura da identificação, evitando assim o desaparecimento de crianças em locais de grande concentração de pessoas

FONTE>>http://www.jornalpequeno.com.br/2012/11/14/stenio-rezende-propoe-divulgacao-de-criancas-desaparecidas-no-diario-da-al-236428.htm
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CAMILY VITÓRIA GUEDES PASSOS



Disque-Denúncia pede ajuda para achar menina que sumiu em Sepetiba

S.O.S Crianças Desaparecidas também pedem apoio da população.
Criança brincava na porta de casa quando sumiu, há 13 dias.


O Disque-Denúncia e o S.O.S Crianças Desaparecidas pedem o apoio da população para localizar a menina de 4 anos que sumiu há 13 enquanto brincava na porta de casa, no Conjunto Nova Sepetiba, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A polícia investiga o caso, como mostrou o RJTV deste sábado (17).

A criança sumiu as 7h30 do último dia 4. Camile Vitória Guedes Passos estava sentada na calçada de casa, na Avenida Dois, quando desapareceu, segundo a avó dela Sandra Regina Guedes de Sá, de 40 anos. “Ela estava comigo na calçada, sentada, quando eu entrei para beber água”, contou. “Eu olhei lá de dentro, ela estava sentadinha brincando com a boneca dela”, disse ela, ao G1.

Sandra Regina conta que ao perceber que a menina havia sumido, os familiares começaram a procurá-la nas redondezas. “Primeiro a gente procurou nos parquinhos aqui de perto, na creche onde ela estudava. Como não encontramos, a gente foi direto na polícia”.

A menina estava com uma saia branca com flores vermelhas e uma blusa do Brasil, no dia em que sumiu. Camile Vitória mora com a avó e é filha única. Sandra Regina conta que a neta é uma criança muito esperta.

VEJA O VÍDEO AQUI
V
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/11/disque-denuncia-pede-ajuda-para-achar-menina-que-sumiu-em-sepetiba.html
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domingo, 4 de novembro de 2012

Farsas - Elas já foram encontradas...


Você Sabia?


Caso você receba mensagens com esse tipo de conteúdo, solicitando-lhe para reenviá-la, consulte-nos antes, encaminhando a mensagem para os endereços criancasdesaparecidas@sedh.gov.br ou criancasdesaparecidas@mj.gov.br . Desta forma, procederemos a verificação e atualizaremos esta seção, combatendo o uso inadequado de imagens de crianças e adolescentes com finalidades obscuras (às vezes divulgam links comerciais junto às mensagens e há quem afirme que esta é uma forma de se obter endereços eletrônicos para o envio de SPAM)-
Mensagens recorrentes via e-mail (SPAM) 

http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/

Esta seção destina-se a orientar o público quanto a mensagens com pedidos de ajuda enviadas indiscriminadamente por correio eletrônico e que se transformam em "correntes", circulando indefinidamente pela Internet, sem que se saiba se se tratam de fatos verdadeiros ou não. 

Através das suas "agências executoras" a ReDESAP está investigando cada uma destas mensagens e o resultado das investigações é exibido no site. Desta forma, as pessoas têm como verificar o status atual dos casos, antes de resolverem reencaminhar a mensagem para sua lista de endereços eletrônicos.

ESTAS CRIANÇAS JÁ FORAM ENCONTRADAS
CUIDADO AO REPASSAR E-MAIL -
NA DÚVIDA CONSULTE O  SITE DO GOVERNO 
 -http://www.desaparecidos.mj.gov.br/frmMensagensRecorrentesLista.aspx

MENSAGENS RECORRENTES: 
mARIA Luiza (Malu) Desaparecidos do Brasil Farsas

  Nome: MARIA LUISA "MALU"

Status do caso: A garotinha MALU foi resgatada em bom estado físico, após a polícia alagoana ter "estourado" o cativeiro dos sequestradores, em 10/10/06. O caso ocorreu em Maceió/AL - Favor interromper o envio de e-mails com a foto da menina.

Responsável pela verificação: Ednildo Macena - Delegacia dos Crimes Contra a Criança e o Adolescente de Alagoas.





Tiago (procura sua família) Falso Desaparecidos do Brasil



Nome: TIAGO

Status do caso: Em 14/07/06, resultado de exame de DNA comprovou a filiação de Wesley Alexandre, verdadeiro nome de "Tiago". Após avaliação técnica pela VIJ/DF, retornou ao convívio da família. Favor interromper a corrente de e-mails.

Responsável pela verificação: Coordenação da ReDESAP 


Italo Leoni  (Farsas) Desaparecido do Brasil



Nome: ITALO LEONI

Status do caso: O menino realmente havia desaparecido, na cidade do Gama/DF, mas foi localizado pela família em 10/06/06, na casa de uma amigo, fato confirmado por esta coordenação. Fazer interromper o envio dessa mensagem.

Responsável pela verificação: Alexandre Reis / Coordenador da ReDESAP 



Diana Ventura ( Farsas ) Desaparecidos do Brasil
Status do caso: Conseguimos falar por telefone com o pai da menina, Sr. Antônio Ventura. O caso é procedente de Portugal e Diana já retornou para casa há mais de 2 anos. Pede-se, encarecidamente, interromper a corrente.

Responsável pela verificação: Alexandre Reis - Coordenador nacional da ReDESAP.


Bruno Tavares ( Farsas) Desaparecidos do Brasil

Nome:BRUNO TAVARES

Status do caso: Com relaçao ao Bruno Tavares... o mesmo já foi encontrado há 3 anos (2000).
José Manuel Agrela


Fabilnho ( Farsas) Desaparecidos do Brasil
Nome:FABINHO 


Status do caso:Quanto ao ''desaparecido" NADA CONSTA em nossos bancos de dados de pessoas desaparecidas e encontradas. Os telefones constantes da mensagem NÃO EXISTEM, ou PERTENCEM A TERCEIROS que nada sabem sobre o fato.


Karina dos Santos ALVES (Farsas) Desaparecidos do Brasil
Nome:KARINA DOS SANTOS ALVES


Status do caso: Trata-se de TROTE. A respeito do caso, recomendamos a leitura da excelente matéria "Cibermentira - trotes infernizam internautas" - em    http://www.atheniense.com.br/juridico/default.cfm?id=9 
Responsável pela verificação: Coordenação da ReDESAP






 Sabrina (Farsas) Desaparecidos do Brasil
Nome: SABRINA 

Status do caso: Esse é um caso dos Estados Unidos, divulgado no site (www.missingkids.com) da organização Missing Kids, que acompanha o caso. A menina foi levada pela mãe, que não detinha a guarda legal. Não há qualquer indício de que tenham vindo para o Brasil

Responsável pela verificação: Alexandre Reis - Coordenador Nacional da ReDESAP








Nome: MARIANE PEREZ 
Mariane Perez (Farsas) Desaparecidos do Brasil
Status do caso: Em nossos cadastros de pessoas desaparecidas e encontradas não consta nenhum registro de criança desaparecida com esse nome. O número de telefone não existe e o celular não atende.

Responsável pela verificação: Dr. Marcos Carneiro Lima - Delegado Titular da Delegacia de Pessoas Desaparecidas da DHPP - SSP/SP 








Taiane Cristina Fontes (Farsas) Desaparecidos do Brasil
  Nome: TAIANE CRISTINA FONTES

Status do caso: Conversamos com a mãe da adolescente ao telefone e ela informou que a mesma já está reintegrada ao lar. Favor não retransmitir e-mails desse caso.

Responsável pela verificação: Coordenação da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos 







Bia ( Farsas) Desaparecidos do Brasil
Nome: BIA


Status do caso:A menina foi realmente seqüestrada na praia de Maresias/SP, mas já foi resgatada e retornou à família. Favor interromper o envio de e-mails sobre o caso.

Responsável pela verificação: Coordenação da ReDESAP








Rui Pedro ( Farsas) Desaparecidos do Brasil
Nome: RUI PEDRO

Status do caso: O caso é real e ocorreu em Portugal em 1998. O garoto, que continua desaparecido, foi identificado pelo pai num site de pornografia infantil. Contato em Portugal: http://www.policiajudiciaria.pt/htm/contactos.htm

Responsável pela verificação: Coordenação da ReDESAP








 Nome: MARIA CECÍLIA

Status do caso: A criança já retornou ao convívio da mãe. Favor interromper a corrente de e-mails.

Responsável pela verificação: Coordenação da ReDESAP 








 Nome: KARINA CARON MADEJ 

Status do caso: A menina realmente foi seqüestrada na porta de sua casa, em Campo Largo-PR, no dia 25/08/05, mas a polícia encontrou o cativeiro e realizou o resgate no dia 27/08/05. Favor interromper a corrente.

Responsável pela verificação: Equipe do 


SICRIDE/PR. CRIANÇA DESCONHECIDA 

Status do caso: Não conseguimos identificar a criança, nem a fonte dessa mensagem. O endereço eletrônico veiculado na mensagem (douglas@fiap.com.br) foi checado e está desativado. Localizado, Douglas, antigo detentor do e-mail, nada sabe sobre o caso.

Responsável pela verificação: Coordenação da ReDESAP


 Nome: PIETRA MAESTRI DAS NEVES

Status do caso: Em contato telefônico em 28/12/05 com o senhor Jean Carlos, pai de Pietra, este informou-nos que a criança foi localizada e já está em sua companhia.

Responsável pela verificação: Coordenação ReDESAP. 







 Nome: DANIEL CARVALHO DA SILVA DE JESUS


Status do caso: O caso é procedente de Portugal, e o menino Daniel foi localizado há mais de 3 anos, segundo informação do Tribunal de Família e Menores de Lisboa, 3º Juízo, 2ª Seção. Favor interromper o envio dessa mensagem.

Responsável pela verificação: Coordenadora da Linha SOS Criança Desaparecida, do Instituto de Apoio à Criança em Lisboa, Portugal.
Em 21/02/2007.






HOAX - FALSAS MENSAGENS E CASOS RESOLVIDOS 

DIVULGUE O  CARTAZ DE ESCLARECIMENTO PARA SEUS AMIGOS

CARTAZ PARA DIVULGAÇÃO - III
CLIQUE PARA aumentar e COPIAR.




CARTAZ DIVULGAÇÃO II




Responsável pela verificação:Dr. Paulo Fernando Villaça Koch - Delegado Titular da Delegacia de Pessoas Desaparecidas - DPP/DHPP/SSP/SP 

Responsável pela verificação:Setor de Crianças Desaparecidas - SEADS/SP

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Crimes e brigas familiares aparecem como principais causas de sumiços de crianças



Um levantamento feito pela Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida (DRPD) da Polícia Civil (PC) mostra que, entre janeiro e setembro de 2012, foram registrados 140 desaparecimentos de crianças em Minas Gerais. O número corresponde a meninos e meninas entre zero e 11 anos de idade.
 
 
 
Conforme a delegada responsável pela divisão, Cristina Coelli, existem três motivações principais para os desaparecimentos.
 
 
 
— Os principais [motivos para registros de desaparecimentos] são situações criminosas, conflitos familiares e disputas de guarda.
 
 
 
Ainda de acordo com Cristina, nos casos de conflitos em casa, muitas crianças decidem fugir por conta própria.
 
 
 
— Já houveram casos de crianças de oito, nove anos, que saíram de casa de forma voluntária para traçar trajetória de rua, para conviver com meninos em trajetória de rua por que há um conflito familiar.
 
 
 
Quando observados os números relativos ao período entre os anos de 2006 e 2012, a estatística salta para 818 casos. Destes, 73 continuam em investigação, o equivalente a 8% dos desaparecimentos. Destes, 40 são meninos e o resto, meninas. Para a delegada, a marca expressiva pode ter como motivo o fato de que crianças nessa faixa etária estão no grupo das pessoas mais vulneráveis.
 
 
 
— Crianças, adolescentes, idosos e portadores de sofrimento mental são os perfis de maior vulnerabilidade. Mas, de forma genérica, a criança é um perfil vulnerável, não tenha dúvida. Quanto menor a faixa etária, ela fica mais indefesa.
 
 
 
Dois casos de desaparecimentos terminaram de forma trágica e chocaram o Estado. O primeiro foi o da menina Kamyla Grazziely Santos Vitoriano, de cinco anos, encontrada morta dentro de um saco de ração nesta segunda-feira (22) em Bom Sucesso, no centro-oeste de Minas. Ela foi enterrada nesta terça-feira (23), no Cemitério Municipal da cidade.
 
 
 
Em Araxá, no Alto Paranaíba, a polícia encontrou nesta terça-feira (23), e após cinco dias de procura, o corpo de Ana Clara Cunha, de 11 anos. Segundo policiais, os restos mortais da garota foram descobertos às margens da MG-452, em avançado estado de decomposição e com indícios de que teriam sido carbonizados. Na quinta-feira (25), um idoso foi preso suspeito de participar do crime.
 
 
Dos desaparecimentos ainda em aberto, um chama a atenção pelo tempo em que aconteceu - cerca de 36 anos. A menina Cecília São José estava com a família em um acampamento próximo a uma praia, no Espírito Santo, e nunca mais foi vista.
 
 
 
Belo Horizonte
 
Segundo os dados, a cidade que mais registra desaparecimentos de crianças entre zero e 11 anos é Belo Horizonte. Segundo os dados da corporação, dos 140 casos deste tipo ocorridos no Estado em 2012, 109 foram aconteceram na capital mineira, o equivalente a 77% do total. Segundo Cristina, não há um estudo proporcional entre as cidades, mas a polícia acredita que o alto número de registros de crianças desaparecidas em Belo Horizonte é o fato da cidade ter uma população maior.
 
 
 
Para evitar este tipo de ocorrência, a delegada recomenda vigilância redobrada sobre os pequenos.
 
 
 
— O aliciador não se aproxima de forma violenta. Ele se aproxima oferecendo bala, brinquedo, presente. E depois que a criança chega em casa, muitas vezes os pais não perguntam nem sobre o presente. Vigilância não é só fisica, é de comportamento. Tem que acompanhar o crescimento do filho, dar liberdade para que ele possa contar seus segredos.

Google cria alertas para crianças desaparecidas nos EUA


O Google fechou uma parceria com o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas dos Estados Unidos e vai colocar alertas sobre crianças desaparecidas nos seus resultados de busca e no Google Maps. Os alertas vão fornecer informações sobre crianças sequestradas com base no local de pesquisa do usuário.
Ao buscar por um restaurante ou por uma rota no Google Maps, por exemplo, o Google vai alertar o usuário se uma criança foi recentemente dada como desaparecida naquela área e mais informações sobre o caso que poderiam ajudar a identificar o menor ou seu sequestrador. "Estamos trabalhando em estreita colaboração com o Missing Children Europe e com o Canadian Centre for Child Protection tentando levar este serviço a mais países", afirmou em postagem no blog da companhia o engenheiro Phil Coakley.
Na Europa, Missing Children Europe fechou parceria com diversos sites para usar as mensagens de erro de página não encontrada (o erro 404) para ajudar a encontrar crianças desaparecidas.