quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Startup brasileira cria aplicativo para buscar desaparecidos

   Divulgação

Não é raro no mundo das startupsencontrar jovens que, apesar da pouca idade, criam produtos e serviços que mudam a vida das pessoas. Os brasileiros Johnny Hederson, 19 anos, Bruno Lira, 21 anos, Leandro Neves, 31 anos, e Daniel Amaral, 22 anos, acabaram de engrossar esse time. Sócios da startup IlhaSoft, eles desenvolveram o Find People, um aplicativo para ajudar na busca de crianças desaparecidas. 

Johnny teve a ideia ao assistir a um noticiário que falava sobre o tema. Pesquisou durante alguns dias e descobriu que ainda não existia nenhum app no Brasil que pudesse colaborar com a causa. 

Assim, a IlhaSoft começou a desenvolver o Find People, cujo objetivo é espalhar rapidamente, para o maior número de pessoas possível e em lugares distintos, as fotos dos desaparecidos. 

O programa funciona com uma base de dados já existente de desaparecidos, mas é possível que qualquer usuário cadastre novos procurados. Basta preencher algumas informações, como data de nascimento, idade, último lugar que a pessoa foi vista e uma foto. 

Com os dados em mãos, a equipe da startup, que é baseada em Maceió, entra em contato com o usuário para checar os dados, e em seguida acrescenta a pessoa desaparecida à sua base. 

Atualmente há 150 cadastros. Mas o jovem Hederson, que fica no Rio de Janeiro, tem planos ambiciosos para o dispositivo. A intenção é desenvolvê-lo para que futuramente ele funcione com reconhecimento facial, permitindo que quem tiver o aplicativo baixado aponte o celular para uma pessoa e instantaneamente descubra se ela está entre os desaparecidos cadastrados na base. 

O app pode ser baixado gratuitamente na App Store e no Google Play. Em breve será lançada também a versão para Windows Phone.


fonte>>http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI329545-17180,00.html

Amostra de sangue não pertence à criança desaparecida



Material foi colhido no dia 11, em casa abandonada no Alto do Mateus; análise do material foi concluída na última quinta-feira (24)

O sangue encontrado em uma casa abandonada na Comunidade Jardim Mônica, que fica no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa, não é da estudante Fernanda Ellen de Oliveira, 11, desaparecida desde o dia 7 de janeiro. Os peritos do Instituto de Polícia Científica (IPC) haviam iniciado os exames no dia 14 e concluíram a análise do material na última quinta-feira (24). A Polícia Civil prossegue com as investigações.
“Foi descartada qualquer possibilidade do sangue pertencer à estudante. Estamos com as investigações em andamento e temos algumas especulações, mas nada que possa ser divulgado, por enquanto”, declarou o secretário da Segurança e da Defesa Social Cláudio Lima. 
Familiares mantém esperança
“Mesmo com o passar dos dias, acreditamos que ela vai voltar. Às vezes, quando passo na rua, fico triste ao ouvir os comentários das pessoas, que não apostam mais na possibilidade dela estar viva. Nós preferimos esperar por uma boa notícia”, relatou Wellington Cabral de Oliveira, tio de Fernanda. Severino Ferreira de Oliveira, avô, disse que confia no trabalho da polícia. “Temos muita fé e certeza de que está mais perto do que longe dela aparecer”. 
O diretor geral do IPC, Humberto Pontes, disse que os exames foram concluídos dentro do prazo esperado. A amostra foi comparada com o material genético da mãe da garota, e a equipe deu prioridade ao caso. O laudo foi encaminhado para o delegado Aldroville Grisi, designado em caráter especial para cuidar do caso. As informações ficarão armazenadas no banco de dados do IPC e poderão ser comparadas com outros casos de crianças desaparecidas, dentro do Programa DNA ProKids. O material analisado foi encontrado na sexta-feira (11) durante buscas à estudante, em uma casa desocupada, onde havia um colchão com sangue.
Com informações de Lucilene Meireles, do Correio da Paraíba – 26/01/2013

Criança sequestrada volta pra casa em Jaguaruna

Uma criança de nove anos, sequestrada pelo padrasto, de 45 anos, em Jaguaruna, na última sexta-feira, foi resgatada no domingo em Tijucas. O acusado de sequestro foi preso pela Polícia Civil. O homem também é investigado pelo atropelamento da ex-companheira e mãe do menino, além da fuga sem prestar socorro.

Ele teria cometido os crimes após o término do relacionamento e uma discussão com a mãe da criança, com quem conviveu pouco mais de oito anos. No meio de brigas, o homem obrigou a ex-companheira e o filho a embarcarem no veículo que conduzia. A mãe conseguiu se desvencilhar, mas a criança permaneceu no carro. Dessa forma, o suspeito atropelou a mulher e conseguiu impedir a saída da criança. A mulher foi socorrida por vizinhos com ferimentos leves e comunicou o caso à polícia.

O padrasto foi conduzido à Delegacia de Tijucas e autuado em flagrante por sequestro qualificado e a criança libertada e entregue à sua mãe. Segundo o Jornal Diário do Sul, Antes de ser encaminhado para o Presídio Regional de Tijucas, a uma juíza da comarca local converteu a prisão para preventiva. O delegado João Fleury comandou a operação.


fonte>>http://www.sulinfoco.com.br/crianca-sequestrada-volta-pra-casa-em-jaguaruna

Projeto obriga cinemas a divulgarem fotos de crianças desaparecidas



 
Dep. Onofre Santo Agostini (PSD-SC)
Agostini: 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano no Brasil.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4593/12, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que obriga cinemas comerciais a divulgarem, entre as sessões de filmes, fotos de crianças e adolescentes desaparecidos.

Pela proposta, a exposição das fotos deverá ocorrer durante a exibição dos trailers e incluir a divulgação dos nomes das pessoas desaparecidas e de números telefônicos para contato.

O tempo destinado para a veiculação das fotos deve ser de, no mínimo, 30 segundos por cada exibição do filme em cartaz e por cada grupo de trailers.

De acordo com o texto, para a obtenção das fotos e dos demais dados das crianças e adolescentes desaparecidos, as empresas responsáveis pela exibição de filmes poderão se articular com entidades ligadas ao tema, como as varas da infância e da juventude, conselhos tutelares, fundações estaduais, Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, organizações não governamentais e fundações cujas finalidades sejam localizar pessoas desaparecidas.

Punição
Os estabelecimentos que descumprirem a determinação poderão ser punidos com notificação para cumprimento da lei, suspensão do funcionamento por 30 dias e cassação do Alvará de Licença para Estabelecimento. As salas de cinema terão 180 dias para se adaptarem.

O deputado defende sua proposta com o argumento de que cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano no Brasil, sendo que 15% jamais voltam aos seus lares.

“A questão das crianças desaparecidas é um dos grandes problemas que o País precisa enfrentar. São inúmeros os casos de crianças e adolescentes, que das mais diferentes formas, são sequestrados do convívio familiar, deixando dor e saudade. Incontáveis ações já foram executadas, tanto por parte da sociedade em geral quanto dos governos, visando encontrar uma solução mais eficaz para esses dramáticos casos”, destacou Onofre Santo Agostini.

Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 3812/97 e será analisado por comissão especial 
sobre o tema.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O garoto Carlos Silva de Souza que estava desaparecido foi encontrado pela mãe


Teixeira de Freitas: A mãe de Carlos Vitor de Souza, de 12 anos não estava conformada com o sumiço do filho desde do dia 19, ela buscou a polícia, percorreu a cidade aos quatro cantos durante esses últimos dias. Com sua insistência indo a cada bairro com a foto dele em mãos, teve a sorte de encontrar uma criança na rua que o reconheceu e a levou até seu filho.
O jovem Vitor foi encontrado na sexta feira (25), ele estava em um lixão no Bairro Udurico Pinto com uma família, a mãe não conhecia ninguém desta “família”, foi ali que ele estava se alimentando e dormindo, a mãe Jucelma conseguiu levá-lo para casa. Agora é só alegria, “estou muito feliz que meu filho está de volta, está perto de mim, à noite fico olhando ele dormindo, nem acredito, mas durante o dia ele ainda vai para a rua, mas volta para comer e dormir, eu dou muito carinho, converso com ele, mas ele não quer muita conversa, mesmo assim estou muito feliz”. Disse emocionada a mãe de Carlos Vitor, a senhora Jucelma Salomé de Souza para o Liberdade News.
Por: Mirian Ferreira/Liberdadenews

Irmãs de 14 e 15 anos estão desaparecidas, em Porto Velho


As irmãs Emilly Monique Pereira Galdino, de 15 anos e Evellyn Monique Pereira Galdino, de 14 anos, estão desaparecidas desde a madrugada desta segunda-feira (28), em Porto Velho. Segundo o pai das jovens, José Pedro Galdino, as duas saíram de casa por volta da 1h e não retornaram. A família pede para quem tiver alguma informação entrar em contato pelo telefone (69) 9252-1956.


José Pedro conta que na noite de domingo (27/01/2013) as duas irmãs saíram de casa, no Bairro Cuniã, para caminhar, atividade rotineira, segundo o pai. Depois de retornarem, todos foram dormir, já no início da madrugada. Por volta das 5h o pai das adolescentes encontrou a porta dos fundos da casa aberta. "Eu acredito que elas tenham saído assim que nos deitamos para dormir. A casa estava trancada e quando acordei vi a porta aberta", diz o pai.

A mãe das meninas contou que uma amiga das irmãs entrou em contato com a família nesta manhã, depois de saber que as duas estavam desaparecidas. Elas teriam dito que iriam até a residência de um primo, mas não chegaram ao local. "Nó entramos em contato com toda a família, mas ninguém sabe de nada", diz a mãe.


fonte>>http://www.dihitt.com.br/barra/irmas-de-14-e-15-anos-estao-desaparecidas-em-porto-velho

Equipe multidisciplinar atendeu 450 crianças e adolescentes na Deddica


Um total de 450 crianças e adolescentes vítimas de crimes, a maioria abuso sexual, recebeu acolhimento na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, em 2012. As vítimas passaram por entrevistas com a equipe multidisciplinar, que auxilia no processo de coleta de informações para as investigações da unidade policial.
 
Em 2012, a equipe multidisciplinar, composta por um psicólogo, uma assistente social e uma pedagoga, realizou 814 atendimentos a crianças, adolescentes, pais e responsáveis. Por natureza, a equipe conversou com 185 vítimas de suposto estupro de vulnerável; 6 estupros; 66 por maus tratos ou negligência; 58 lesão corporal, entre outros casos denunciados à Delegacia. Além do atendimento de 329 pais ou responsáveis.
 
Com apoio dos relatórios elaborados pela equipe, 26 agressores tiveram autoria confirmada em violência cometida contra criança, mais da metade, crimes sexuais. As prisões foram efetuadas em 2012, em investigações conduzidas pela Deddica, que também finalizou o procedimento de 60 homens presos em flagrantes lavrados no plantão da Capital, totalizando 86 presos ao logo de 2012.
 
A unidade também instaurou 619 inquéritos policiais contra 419 no ano de 2011, além da formalização de 220 termos circunstanciados de ocorrências e abertura de 195 verificações preliminares, de denúncias que chegaram à delegacia.
 
Para a delegada titular da Deddica, Alexandra Fachone, as investigações de violência contra crianças e adolescentes são munidas de cuidados e por isso acabam sendo também mais demoradas, devido à necessidade do estudo psicossocial da equipe multidisciplinar, laudos periciais e depoimentos de testemunhas, para que não haja dúvidas da prática do crime e o Ministério Público possa oferecer a denúncia com toda a convicção da autoria. “Quando se trata de criança, o inquérito é mais complexo, precisa de muitos documentos”, declara.
 
De acordo com a delegada, a violência sexual sempre vem acompanhada de ameaças e lesão corporal, com maior intimidação da vítima que acaba sofrendo calada. “O abuso não acontece de forma isolada, são condutas reiteradas que começam com toques e vai progredindo para contatos mais íntimos”, afirma.
 
A delegada alerta para as denúncias infundadas feitas com intuito particular de prejudicar vizinhos, esposas e companheiros. “São crimes graves que não podem ser deixados de apurar. Recebemos muitas denúncias inverídicas e gastamos muito tempo averiguando uma informação grave que é infundada”, afirma Fachone.
 
Todas as vítimas de violência que chegam à Deddica recebem o acolhimento da equipe multidisciplinar da Deddica. Os profissionais são responsáveis por ajudar os policiais no esclarecimento da agressão sofrida. A equipe, após o atendimento sem traumas, faz o encaminhamento da vítima para o Hospital Universitário Júlio Muller, quando preciso, e unidades que possam dar continuidade ao atendimento realizado na Delegacia, tanto para a vítima quanto para família. Quando a criança está fora da escola o encaminhamento também é realizado.
 
Conforme o psicólogo João Henrique Arantes e a assistente social, Adriana Mendes dos Santos Guedes, a prioridade do atendimento são crianças até 12 anos, principalmente vítimas de crimes sexuais. “A gente recebe a criança sempre acompanhada de um familiar e a conversa acontece em separado, em ambiente lúdico, na sala de brinquedos”, explica o psicólogo João Henrique.
 
 “A gente parte do pressuposto de que a criança não mente. Sua reação é verdadeira”, completa a assistente social Adriana Mendes.
 
De acordo com os profissionais, a abordagem é cuidadosa. Começa de forma indireta até o aprofundamento do assunto. “A criança sabe que está num ambiente diferente. É muito comum ela falar espontaneamente porque sabe que está em um lugar seguro”, afirma o psicólogo.
 
“A gente está aqui para contribuir e fortalecer o trabalho da delegacia e de uma forma indireta estamos encorajando as pessoas a denunciarem”, avaliam os profissionais.

ES registrou mais de 990 casos de desaparecimentos em 2012


DivulgaçãoDurante todo o ano de 2012, 996 pessoas desapareceram na Grande Vitória. Levantamento divulgado pela Polícia Civil mostra que, deste total, 782 foram encontrados, e outras 29 morreram. O número de casos de desaparecimento pode ser ainda maior já que a Delegacia de Pessoas Desaparecidas (DPD) de Vitória não concentra todas as ocorrências do interior do Estado.
De acordo com o levantamento, o maior número de ocorrências foi registrado na Serra: 265 casos. Na sequência aparece Vila Velha com 258, seguida por Cariacica e Vitória, com 233 e 189 casos, respectivamente. Viana registrou o menor índice de ocorrências: 51. Em 2011, o número de desaparecimentos chegou a 915. Ao todo, 642 pessoas foram encontradas e 70 óbitos registrados.
A pesquisa mostra ainda que a maior parte dos casos de desaparecimento no Estado aconteceu no mês de outubro, quando 116 ocorrências foram registradas na DPD. Além disso, a estatística por sexo e faixa etária aponta que a maioria dos casos registrados no Espírito Santo envolve adultos do sexo masculino. Somente no ano passado foram 383 desaparecimentos envolvendo homens. Mulheres de 12 a 17 anos somaram 312 casos.
Confira algumas dicas da polícia para evitar desaparecimentos:
- Ensine seus filhos a sempre permanecerem próximos a você em todos os momentos (compras, passeios, etc);
- Ensine as crianças a pedir auxílio à polícia (pessoalmente ou por telefone) ou a pessoas conhecidas, quando houver estranhos em atitudes suspeitas ou que as estejam molestando;
- Toda criança deve saber seu endereço, telefone, nome dos pais ou responsáveis ou de quem vai buscá-la na escola;
- Deixe seus filhos somente com pessoas de extrema confiança e credibilidade;
- Não permita que as crianças façam viagens com pessoas que você não conhece;
- Oriente seus filhos contra a violência, agindo sempre com um comportamento pacífico. Resolva problemas com diálogo;
- Crianças não devem ser autorizadas a entrar ou permanecer no carro sozinhas;
- Ouça seus filhos com relação a suas preocupações e temores sobre locais e pessoas;
- Faça com que sua casa seja um ponto de encontro com seus amigos;
- Ensine-os a se afastarem de situações perigosas, como: armas, acidentes, aglomerações, discussões, brigas de rua etc;
- Cuidado com jóias, tênis ou roupas caras;
- Conheça e selecione as companhias de seus filhos e o ambiente que eles frequentam (clubes, festinhas, casas de jogos eletrônicos etc.);
- Evitar os pontos de ônibus em locais escuros e sem movimento;
- Não acreditar em estranhos que dizem trazer recado de seus familiares. Procure confirmar o que estão dizendo;
- Se for seguido por estranhos na rua, entre na primeira casa habitada ou comércio e peça socorro;
- Ande sempre pelo centro da calçada no sentido contrário ao fluxo de trânsito.
fonte>>http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2013/01/es-registrou-mais-de-990-casos-de-desaparecimentos-em-2012.html

Corpo de criança é encontrado em buraco na BR-369, em Santa Mariana

O corpo de uma criança foi encontrado em um buraco no início da noite deste domingo (27), em um buraco às margens da BR-369, em Santa Mariana (88 km de Londrina). Acredita-se que ele pertença a um garoto que estava desaparecido no município desde a última sexta-feira (25).


Na manhã deste domingo, a família registrou o sumiço de Pedro Henrique Cologneze de Abrantis. Buscas foram iniciadas pela Polícia Militar, com a ajuda da população, e um corpo foi encontrado por volta das 19h, em um local de difícil acesso às margens da rodovia.
De acordo com dados do portal Anuncifácil, homens do Corpo de Bombeiros foram chamados para fazer o resgate do cadáver, que foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina, onde passará pelo exame de necropsia para detectar a real causa da morte.

Anuncifácil
Corpo de criança é encontrado em buraco na BR-369, em Santa Mariana - Anuncifácil
Corpo estava em local de difícil acesso e foi resgatado por bombeiros


















O sargento Assunção da Polícia Militar de Santa Mariana informou o garoto aparentava estar morto há cerca de 24 horas e apresentava ferimentos na região da cabeça, como se tivesse sido atingido a pedradas.
Apesar dos indícios de morte violenta, o policial civil Rodrigo Zambardino Gallotti ressaltou que ainda não foram descartadas as possibilidade do óbito ter sido causado por uma queda ou até mesmo por picadas de animais peçonhentos.
A Polícia Civil e a Polícia Científica estiveram no local para reunir pistas sobre o caso e iniciar a investigação da morte do garoto.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

PATRICIA E JOSÉ CARLOS

Irmãos desaparecem após pular portão de casa para brincar

Crianças têm 11 e seis anos de idade.

Patrícia e José Carlos estão desaparecidos desde o meio-dia desta terça, 22/01/2013


Duas crianças estão desaparecidas desde as 13h desta terça-feira, dia 22. Desesperado, o pai confirma que os filhos foram vistos pela última vez na casa de uma sobrinha da esposa dele (mãe dos menores).

Patrícia Teles da Silva, de 11 anos, e José Carlos Teles da Silva, de seis, pularam o portão de casa para brincar em uma praça no Conjunto Benedito Bentes I, na periferia de Maceió, enquanto a mãe cuidava do filho caçula, de um ano e meio, e também cuidava dos afazeres domésticos.

Segundo o pai dos menores, os irmãos são crianças obedientes e nunca desapareceram por tanto tempo. Ele confirmou ainda que os menores estavam em período de férias escolares e que eles voltariam à escola na próxima segunda-feira. O pai não acredita que os menores tenham fugido. Ele nega, ainda, que as crianças tenham tido motivos para fugir de casa.

Os pais aguardavam, na manhã desta quarta, 23, na Delegacia de Plantão II para formalizar o Boletim de Ocorrência dando conta do desaparecimento de ambos.

O caso deve ser investigado pelo delegado Walter Nascimento.

FONTE>>http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=140732


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Número de pessoas desaparecidas aumenta na grande Cuiabá

Número de pessoas desaparecidas aumenta na grande Cuiabá


Em doze meses, 785 registros de adolescentes, jovens e adultos, que sem motivo aparente sumiram de casa, foram averiguados pelo Núcleo de Desaparecidos, da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHHP). No ano de 2011, 590 ocorrências de desaparecimento chegaram ao setor. 
 
A chefe do setor, investigadora Lauriane Cristina de Oliveira, atribui o aumento a maior divulgação do trabalho, ao grande número de adolescentes que fogem de casa, principalmente do sexo feminino, e a procura de familiares que querem localizar parentes sem contato há anos. 
 
De acordo com balanço do Núcleo de Desaparecidos, 586 pessoas foram localizadas em 2012. Por categoria foram 329 homens de todas as idades e 257 mulheres. Os motivos dos desaparecimentos são os mais variados. Entre crianças e adolescentes, é comum a fuga por conflitos familiares e também os casos involuntários, em que a vítima é levada por desconhecidos ou até por um dos pais. 
 
Os homens são os que mais somem entre os 18 e 64 anos, e muitos por envolvimento com as drogas. No ano passado, foram 406 registros de desaparecimentos de jovens acima dos 18 anos e pessoas adulta até a faixa de 64 anos. Destas, 206 foram encontradas. 
 
Os registros de ocorrências de pessoas do sexo feminino somam 335 desaparecidos e 257 localizados. As adolescentes entre os 12 e 17 anos representam o maior índice das comunicações classificadas como afastamento ou abandono do convívio familiar. 
 
As causas, geralmente, estão ligadas a brigas com os pais ou porque querem um relacionamento e não têm a permissão dos pais, explica à investigadora Lauriane Cristina. “A maioria é namoro e liberdade”, afirma. 
 
A investigadora alerta para os cuidados que os pais necessitam ter com seus filhos, para que prestem atenção nos amigos, na rotina e ambientes que frequentam. Informações, segundo ela, muito importantes na investigação. “É importante que nos passem a rotina diária da pessoa e principalmente telefones de amigos, pois são eles que acabam ajudando no trabalho”, destaca. 
 
Ainda na faixa de zero a 17 anos, 19 crianças tiveram registros relacionados à evasão da custódia legal, situação em que um dos pais, destituído da guarda legal, permanece com o filho sem consentimento da família e da Justiça. Nestes casos, o pai ou mãe acaba denunciando na Polícia pela não devolução da criança. 
 
Com relação às pessoas que perderam contados com membros da família, a investigação inicia sempre com pesquisa nos bancos de dados, estadual e nacional, e por eliminação o campo de busca é reduzido até encontrar uma pista de onde o desaparecido está morando. A partir daí, os policiais solicitam apoio de outras unidades policiais, seja dentro ou fora do estado. “Antes as pessoas achavam que só podiam registrar desaparecimentos recentes. Temos localizados pessoas que sumiram há 10, 20 e 30 anos”, destaca Lauriane. 
 
Um desses casos foi da senhora Márcia Maria Oliveira Silva Souza, moradora do Jardim Imperial, em Várzea Grande, que procurou os policiais do núcleo para achar a irmã Francinete Ferreira da Silva, de 57 anos, que não via desde a infância, há mais de 40 anos. 
 
Em março do ano passado, a mulher foi localizada na cidade de Guanambi, um pequeno município no sertão da Bahia, próximo a cidade de Palmas de Monte Alto, com ajuda da Polícia Civil daquela localidade. 
 
A investigadora acrescenta que as delegacias são obrigadas a registrar boletim de ocorrência nas primeiras horas do desaparecimento. “Não é obrigatório esperar 24 horas ou mais”, frisa. 
 
O diretor metropolitano, Luciano Inácio, disse que neste ano o setor de desaparecidos deverá ampliar ainda mais o trabalho social que realizada na localização de pessoa. Em parceria a ser firmada com a Secretaria de Assistência Social do município, o núcleo passará a trabalhar na identificação da família de andarilhos e pessoas que vivem nas ruas, como forma de prevenção aos crimes de homicídios. “Eles serão resgatados, fotografados, coletados digitais e levantadas informações para localização de parentes. Depois encaminhados a casas de apoio”, afirma.

Ação realizada na Argentina ajudou a divulgar crianças desaparecidas

Trecho do vídeo da ONG Bandera Blanca Missing Children para divulgação de crianças desaparecidas por QR Code


São Paulo - A Bandera Blanca Missing Children, organização responsável pela divulgação e busca decrianças desaparecidas na Argentina, lançou uma campanha bem interessante criada pela Almacén de Buenos Aires. Combinando a curiosidade das pessoas com a tecnologia QR Code bem posicionada, a campanha QRiosity Codes se propôs a envolver quem mais interessa: os pais.

A ativação foi feita nos principais parques de Buenos Aires, onde os QR Codes foram espalhados por bancos e brinquedos. Quando fotografados, os códigos divulgavam dados sobre crianças desaparecidas na Argentina. A ação também chamou a atenção da imprensa, mas o principal é que mais de 5 mil pessoas acessaram o conteúdo da Bandera Blanca.
A gente sempre torce para que ações como esta ou como outras realizadas no Canadá e Chile possam ser úteis para reduzir o número de crianças desaparecidas. 
Quem sabe






FONTE>>http://exame.abril.com.br/economia/noticias/qriosity-codes-usa-tecnologia-e-curiosidade-por-boa-causa

Desaparecimento de crianças nas férias é motivo de preocupação


Férias. Quem tem filhos sabe que esse é um período em que as crianças precisam de entretenimento para preencher tantas horas livres. Contudo, com tantos locais lotados, como praias e shoppings, é importante atentar para que esses pequenos não se percam e aumentem as estatísticas de crianças desaparecidas no Estado.

Parte considerável dos desaparecimentos ocorridos em Fortaleza acontece entre adolescentes que passam por problemas de relacionamento dentro do próprio lar entre os familiares Foto: Marília Camelo

De acordo com a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), 111 crianças e adolescentes desapareceram em 2012. Somente neste ano de 2013, foram três adolescentes que desapareceram. Segundo a inspetora de Polícia do setor de investigação da Dececa, Célia de Sousa, cerca de 90% são adolescentes, em geral, com problemas com a família.

"Às vezes, esses adolescentes não são aceitos em casa, por terem relações homoafetivas e fogem para viver a sua vida. Outros querem para transgredir alguma proibição imposta pelos pais. Em alguns casos, o adolescente volta poucos dias depois para casa, sem grandes transtornos", diz.

Números

Entretanto, esse número pode ser ainda maior, porque em muitos casos, a família não denuncia o desaparecimento. Além disso, nas denúncias feitas em outras delegacias, o processo pode demorar dias para chegar até a Dececa. "Não existe uma unificação das delegacias e nem uma que seja específica nesse tipo de crime, como acontece no Paraná, em que as crianças geralmente são traficadas. Aqui, pelo menos pela realidade da Dececa, são raros os casos identificados assim. Eu não lembro da última vez em que registramos um caso", explica.

Para a inspetora da Dececa, o ideal é que a família comunique a delegacia imediatamente após notar o desaparecimento da criança. "Não é necessário esperar 24 horas. A busca deve ser imediata. Se possível, a família também deve divulgar cartazes com as fotos da criança nos meios de comunicação e em locais de grande circulação", diz.

Após o registro do boletim de ocorrência, que pode ser feito em qualquer delegacia, mediante a apresentação de um documento de identificação do responsável, a Polícia aciona os órgãos de Segurança Pública para localizar a criança ou adolescente. Mas para que a criança retorne à sua casa, pode ser preciso que o Centro de Referência Regional Especializada em Assistência Social (Creas) tenha que intervir para negociar esse retorno. "Quando existe um conflito familiar, o Creas é responsável por acompanhar essa família e conversar para que a criança ou o adolescente volte para casa", ressalta.

Conflitos

No Creas, de acordo com a supervisora Regiana Nogueira, em 2012, foram registradas 147 notificações de desaparecimento. Destas, 125 foram encontradas com vida, três óbitos e 19 permanecem desaparecidas. Já em 2011, foram 134 registros, com 131 localizadas e oito ainda sem paradeiro conhecido.

Apesar de 2012 ter 13 casos a mais que 2011, Regiana Nogueira esclarece que o número é muito instável. "Esse crescimento não tem um porquê, e os desaparecimentos tem uma constância. As crianças são minoria e, por isso, não temos um aumento significativo desse número nos meses de férias. Maio, por exemplo, foi o mês que teve mais registros em 2012".

Para localizar essas crianças e adolescentes, o Creas se utiliza de um mural na sede da instituição, localizada na Rua Tabelião Fabião, 114, no bairro São Gerardo e de divulgação nas contas de energia da Coelce. Denúncias podem ser feitas através do fone 0800.285.1407

Problemas familiares

Foi por conta de um conflito com o irmão que a dona de casa E.P.O perdeu o contato com o filho, de 10 anos. Depois que ela iniciou um relacionamento amoroso, o irmão se tornou violento e ameaçou que iria levar os seus filhos. Após o nascimento do seu terceiro filho, o primeiro dessa nova união, o irmão raptou os outros dois filhos e os levou até a casa de outra irmã. Após um desentendimento com a parente, ele fugiu com o menino de dez anos e não se sabe do paradeiro dos dois irmãos.

"Não quero me identificar porque tenho medo. Se ele souber que o denunciamos na delegacia, pode tentar me matar, como ele já tentou outras vezes", conta temerosa.

Para alimentar as esperanças de rever o filha, a dona de casa procura ligar pelo menos duas vezes na semana para a Dececa e procurar notícias sobre o ente querido.

"Se eu denunciei, tenho que confiar na justiça. E a gente vai levando, mas eu ainda creio que vou ter ele de volta. As coisinhas dele ainda estão no mesmo lugar, esperando", diz.

SAIBA MAIS
Os filhos devem estar sempre no campo visual dos pais
As crianças devem levar no bolso o nome dos da mãe, do pai ou de algum responsável
Além disso, a identificação deve conter endereço e telefone
Assim que a criança aprender a falar, deve aprender o número do telefone de casa
Ao perceber que a criança sumiu, procurar os postos de guarda-vidas
Tente contactar rapidamente os órgãos de segurança pública

Ocorrências
111 crianças foram procuradas pelos pais na Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), durante o ano passado. Neste ano, foram três desaparecimentos

Não se pode perder de vista na praia
Nas praias, lotadas nesse início de ano, todo o cuidado é pouco para não perder de vista as crianças. Para ajudar os pais nessa tarefa, os bombeiros disponibilizam, gratuitamente, pulseiras em que é possível colocar o nome da criança, do responsável e o seu telefone, além de qual barraca os pais estão.

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Bombeiros alertam que a colocação das pulseiras nas crianças é uma forma de ajudar em caso de desorientação do pequeno Foto: Rodrigo Carvalho
De acordo com o assessor de comunicação do Corpo de Bombeiros, coronel Leandro Nogueira, os guarda-vidas estão presentes apenas na Praia do Futuro. Porém, o papel mais importante para que as crianças não se percam dos pais é dos próprios responsáveis. "Os pais, ao virem à praia com os filhos, não podem perdê-los do seu campo de visão", ressalta.

De acordo com o sargento Reginaldo Lopes, os casos de crianças perdidas na Praia do Futuro são comuns. "Nos fins de semana, chegamos a registrar quatro a cinco casos por dia. Isso se deve aos pais deixarem os filhos tomarem banho de mar sozinhos e, depois, eles não acharem mais as barracas, por elas serem muito parecidas e difíceis de encontrar após o banho de mar", diz.

Em geral, as crianças perdidas tem de quatro a sete anos. "Pelo fato de as crianças não terem tanta iniciativa, elas ficam vagando por muito tempo e não pedem informações. Teve um acaso em que a criança andou do Caça e Pesca até a Praia do Futuro", relata.

Postos

Na Praia do Futuro, existem nove postos com dois guarda-vidas em cada um. Os agentes permanecem nos postos das 7 às 17 horas de domingo a domingo, inclusive no horário de almoço.

Para a empresária Lessandra Firmino, de Teresina, as férias no Ceará serão lembradas ainda por muito tempo. Foi em um parque aquático daqui que o seu filho Davi Lucas, de seis anos, se perdeu pela primeira vez e causou um grande susto em toda a família.

"Não existe sensação pior. Pensei que ele tivesse morrido, ainda bem que achamos ele em menos de uma hora", relata.


VITÓRIA CRISTINA DA SILVA

ANA CLARA

domingo, 20 de janeiro de 2013

MENINA DE 12 ANOS ESTÁ DESAPARECIDA


Vitória está desaparecida desde a manhã de sábado
Foto: Lucas Tannuri
 A jovem Vitória Cristina da Silva, de 12 anos, está desaparecida desde a manhã do último sábado (19), quando saiu de casa por volta das 11 horas e pegou um ônibus em direção ao Clube Atlético, na Vila Xavier. Ela disse à família que iria assistir um jogo de futebol. Vitória mora no Jardim Arco Iris, Região Sudeste de Araraquara e nunca saiu de casa sem avisar.

De acordo com a tia de Vitória, Vanessa da Silva, 26 anos, a menina joga futebol pela equipe da Ferroviária. “Ela é uma menina calma, não tem vícios e não deixaria de avisar se alguma coisa acontecesse. Estamos ligando no celular dela, mas está desligado”, conta.

A família informou à Polícia do desaparecimento, mas também já procurou por ela na casa de amigos, parentes e vizinhos. Até o momento não há notícias do paradeiro da jovem.
Vitória tem 1,47 m de altura, pesa 48 quilos, tem os cabelos longos na cor castanho claro, estava trajando uma calça preta e uma camiseta branca. A família pede para que, quem ver ou tiver notícias da menina, que, por favor entre em contato com a Polícia Militar pelo telefone 190.


fonte>>http://www.portalk3.com.br/Artigo/policia/menina-de-12-anos-esta-desaparecida

sábado, 19 de janeiro de 2013

POLÍCIA MILITAR LOCALIZA E PRENDE AUTORA DE CÁRCERE PRIVADO/SEQUESTRO


Ontem, por volta das 17h, a vítima Tatiane Melo Dias, 33 anos, moradora da rua “B” Vila Atlântida, acionou a Polícia Militar alegando que uma mulher de nome Silvonete Rodrigues de Souza, teria seqüestrado o seu filho recém nascido. Com a presença da guarnição policial, a Solicitante informou que teria tido um mal estar, e sido levada para o Hospital Aroldo Tourinho e ali medicada; Com a sua liberação,ao sair do Hospital, foi abordada pela autora Silvonete Rodrigues de Souza,28 anos, residente na cidade de São Francisco/MG,  alegando que não teria condições de pagar um hotel e que procurava um local para ficar. Com o argumento, sentiu-se obrigada a auxiliar a envolvida Silvonete, levando-a para casa, ficando com ela boa parte do dia cedendo até a alimentação para ela. Na parte da tarde, após estar descansada, a envolvida silvonete solicitou a presença de um veículo VW Parati ou Palio de cor escura, na residencia, provavelmente um taxi da cidade de São Francisco, cujo condutor não foi identificado, sendo que com a aproximação do veículo, a autora veio a retirar dos braços da solicitante de forma brusca o recém nascido E.D.S., em seguida adentrado no veiculo táxi vindo a evadir do local. Com a divulgalção, populares informaram para o COPOM via 190, de que a autora teria sido vista com a criança no bairro Nova Morada, ocasião em que procurava auxílio junto aos proprietários de veículos com o intuito de ser conduzida até ao PS da Santa Casa, sob alegação de que o seu filho (criança raptada) estaria passando mal. As Guarnições PM ao chegarem no bairro, constataram que a autora já havia se retirado do local e conduzida para a Santa Casa por um cidadão não identificado. Diante das informações, os militares fizeram contato com populares nas proximidades do Hospital Santa Casa, onde foram informados que a autora havia se hospedado com uma criança na Pousada Irmã Beata, no Centro da cidade. Após intensa busca, com locação de uma grande quantidade de policiais na procura, a autora foi presa em flagrante, e a criança recuperada e entregue aos cuidados da testemunha Giorlan Melo Dias, representante legal da criança. A autora ao ser indagada a respeito dos fatos alegou que a criança E.D.S. era seu filho, contudo, durante o diálogo mantido, foi percebido contradições, uma vez o filho era seu, outro, tinha perdido no início do mês de dezembro/12. A autora foi entregue na Delegacia de Plantão sem lesões corporais, juntamente com o  aparelho celular que foi utilizado para fazer vários contatos referentes ao seqüestro da criança. A solicitante e testemunhas acompanharam a ocorrência até a finalização e autuação da autora. Foi registrado o BO nr 4.568, REDS 2013-000122310-001.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Menino de 9 anos desaparece após cair no Rio do Peixe, no Oeste de SC

Área onde menino desapareceu tem forte correnteza, segundo os bombeiros (Foto: Michel Teixeira/Divulgação)


Equipes do Corpo de Bombeiros de JoaçabaCapinzalPiratuba e Curitibanos fazem buscas para encontrar um menino que caiu no Rio do Peixe, em Ouro. Segundo os socorristas,  os trabalhos começaram logo após o desaparecimento, por volta das 14h de quarta-feira (16), e recomeçaram na manhã desta quinta (17).
Equipes de quatro cidades trabalham na busca (Foto: Michel Teixeira/Divulgação)Equipes de quatro cidades trabalham na busca
(Foto: Michel Teixeira/Divulgação)
Familiares contaram para os bombeiros que o menino estava próximo de casa, andando de bicicleta com o irmão, de 11 anos, quando eles decidiram descer até o rio. A criança mais velha informou que o desaparecido escorregou e foi levado pela correnteza.
A região onde o menino caiu é de difícil acesso e com bastante correnteza, conforme os socorristas. Por causa disso, os bombeiros estão fazendo varreduras em todo o leito do rio, para tentar encontrar o menino. 

Denúncias de violações pelo Disque 100 cresceram 77% em 2012


O número de denúncias de violações de direitos humanos, feitas por meio do Disque 100, alcançou 155.336 de janeiro a novembro deste ano. Os registros representam aumento de77% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 87.764denúncias. Ao todo, considerando também as ligações com pedidos de orientações e de informações, foram feitos, de janeiro a novembro de 2012, 234.839 atendimentos.

Os dados foram divulgados nesta em dezembro de 2012 pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, responsável pelo serviço, para marcar o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Para a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, o aumento nos números ocorreu porque a população percebeu que o serviço é confiável. "Se a população não percebesse que há resultados e que a rede de acolhimento e de encaminhamento está melhorando, não continuaria denunciando por meio do serviço", disse.

Ela destacou que o incremento não significa, necessariamente, aumento dos casos de violência no País, mas indica que as violações de direitos humanos "não ficam mais invisíveis. Isso comprova que o Brasil se importa e que qualquer pessoa que sofra uma situação desse tipo sabe que não é justo e que ela pode denunciar", acrescentou.

A ministra ressaltou que as denúncias são importantes porque as vítimas precisam de atendimento e porque elas contribuem para que os agressores não fiquem impunes. Maria do Rosário enfatizou que nenhuma denúncia fica "esquecida no sistema" e que todas são encaminhadas a autoridades locais da rede de assistência, como conselhos tutelares – no caso de violações contra crianças -, ministérios públicos e órgãos de segurança pública.

Desde maio de 2003, quando o serviço passou a ser operacionalizado pelo governo federal, o Disque 100 recebeu e encaminhou 396.693 denúncias em todo o País.

Disque 100

O serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes é coordenado e executado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.

Por meio do telefone 100, o usuário pode denunciar violências, colher informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de pessoas – independentemente da idade da vítima – e obter informações sobre os Conselhos Tutelares.

O serviço funciona diariamente de 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados.
As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, conforme a competência, em um prazo de 24h. A identidade do denunciante é mantida em absoluto sigilo.

As denúncias podem ser feitas pelos seguintes canais:

• discagem direta e gratuita do número 100;
• envio de mensagem para o e-mail: disquedenuncia@sdh.gov.br
• na internet: www.disque100.gov.br
• ligação internacional. Fora do Brasil por meio do número: +55 61 3212.8400 


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mulher briga com marido e abandona bebê de 11 meses e outro de 2 anos com a sogra


Desaparecida há duas semanas, a Polícia Civil busca localizar Jéssica Silva de Matos, 21 anos, que abandonou os dois filhos e o marido no dia 31 de dezembro de 2012, logo após uma discussão do casal.

A jovem, segundo a ex-sogra, teria discutido com o marido em uma residência no Jardim Aeroporto e desde então não foi mais vista. E é ela, uma senhora de 57 anos que agora cuida do bebê de 11 meses e o menino de dois anos.

“Ela brigou com meu filho na virada do ano, por volta das 14h30 e saiu, sem falar para onde iria. Apenas me entregou os dois filhos e foi embora”, diz a senhora de 57 anos.
Inconformada com a atitude da mãe, a senhora diz que irá lutar pela guarda das crianças. “Sou em quem os crio, parei até de trabalhar. E esses dias disseram ao meu filho que ela estava morando em uma fazenda com um novo marido, então não dá para perdoar uma atitude como essas”, conclui a senhora.

O caso foi registrado na Depca (Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente), como abandono material e está sendo investigado.
Luiz Alberto

Moradia compulsória


Pessoas existem que são verdadeiros tiranos domésticos. Fazem dos familiares submissos assustados e cheios de traumas, medo e inquietação. Homens ou mulheres dão ordens e o outro (a), sendo submisso, sofre. Filhos, então, preferem sair de casa. E quando isto acontece, o perigo vem. Porque as drogas e os bandidos moram na rua. E quando se tratam de meninas, as ciladas são mais frequentes. Por isso, quando encontram filhas desaparecidas, estão mortas com sinais de estupros. Esse autoritarismo familiar deve ser extinto de casa, quanto mais com relação aos subordinados, amigos, patrões, colegas. Não é porque somos o rei em casa que os outros devam nos tolerar como majestades na vida em sociedade. Sejamos mais simpáticos e tolerantes, reciprocamente, porque não somos esses modelos de pessoas que os mais simples supõem sejamos.
Há pela vida muito sofrimento. Em termos de relações afetivas, já vi ingênuas mocinhas acreditarem nas mentiras de rapazes que “juram” amá-las sobre tudo na vida e, elas, sabendo-os casados, mesmo assim, uma delas, perguntou ao galanteador; geralmente desocupado, sem emprego, um simulador, que lhe diz não fumo não bebo não me drogo; e afirmou — acentua a moça — que “era casado”, contudo, depois que a conheceu, apaixonou-se por ela e deixou a esposa; e quando a jovenzinha perguntou pelos filhos com a então “ex”, ele diz que está pagando pensão e, pior, que ela acreditou e se lascou. Nem completa um ano a jovem inexperiente, além de já estar grávida, descobre que ele tem mais “esposas” com filhos, levando-o à Justiça.
São adultos e fazem as tolices que quiserem, contudo, as crianças não, estas pedirão contas a esses pais e responsáveis, embora tenham sido as mães quem as criou e as “educou”. Podem não pedir contas desses pais negligentes agora, mas quando se tornarem adultas e ficarem cientes de que foram pessoas incapazes, abandonadas, a seguir exploradas sexualmente quando infantes, por estranhos ou namoradinhos, por escassez de vigilância dos responsáveis, estes jovens podem procurar a Justiça da Infância e Juventude ou Conselhos Tutelares. Porque foram vítimas de algum modo.
Ainda hoje, quando o casamento é entre pessoas idôneas, responsáveis e sérias, tudo é feito às claras com o consentimento dos pais de ambas as partes e publicados os Editais de Proclamas indispensáveis.
Entre essa gente ignara tudo acontece às escuras. Quando os pais da jovem ficam sabendo, é a hora em que a menina diz que vai sair de casa e morar com o Tiago porque está grávida dele.
Não se vê mais comportamento ético entre essas pessoas sem compostura, sequer, entre elas mesmas, pensem agora com os outros? Pusilânimes, culpam os outros pelas suas gafes e se acham pessoas corretas, fazendo coisas erradas; procedem de forma certa, mas por meios errados; querem demonstrar “bom comportamento”, mas suas casas escondem sinais de irregularidades gritantes.
Muito orgulho e arrogância têm pessoas que “por fora se apresentam belas violas e, por dentro, pães bolorentos”.
A educação é uma aquisição pessoal e herança do clima de onde veio. Não tente a pessoa fingir que não mente, olhando no seu rosto, que o(a) cúmplice da sua mentira está atrás dela, olhando para você.
Os tribunais da terra foram feitos para todos. Muitos escapam deles pela força do dinheiro ou pela mentira ou por fugas, todavia, a Justiça Maior não se permite ser burlada por ninguém. Por menor seja seu erro, ele lhe será cobrado, pois ela jamais perde você de vista, devido ter moradia compulsória na sua consciência... 
Cuidado, hein!
(Iron Junqueira, escritor)