sábado, 30 de novembro de 2013

Passeata em Manaus vai alertar para casos de crianças desaparecidas no Brasil

O pequeno João Rafael Kovalski, de 2 anos, está desaparecido desde agosto deste ano e foi raptado no quintal de sua casa – foto: divulgação

No próximo dia 1º de dezembro, domingo, o grupo de apoio do Facebook “Todos Juntos por João Rafael Kovalski” realizará uma passeata em forma de protesto para chamar atenção para o desaparecimento de crianças no Brasil, em especial do pequeno João Rafael Kovalski, 2, que está desaparecido desde agosto deste ano. O evento acontece às 15h, no calçadão da praia da Ponta Negra.

A criança foi raptada do quintal de sua casa, no Paraná, e desde então a família não soube nenhum paradeiro e nem informações do menino. A família de João Rafael não tem condições financeiras de divulgar o desaparecimento na mídia e tem usado as redes sociais para tentar chegar ao seu paradeiro.

Os Estados de Curitiba, Goiânia, Brasília, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro já realizaram a passeata e até o momento nenhuma pista foi encontrada. Um dos objetivos da mobilização é cobrar respostas das autoridades para os desaparecimentos de crianças no Brasil, e a criação de uma lei que cobre das emissoras de televisão, pelo menos, cinco minutos em horário nobre para divulgação de fotos de pessoas desaparecidas.

Segundo a mãe da criança, Lorena Cristina Conceição Santos, 32, que faz um relato diário sobre as buscas pelo filho em uma página na rede social, a irmã gêmea de Rafael também está sentindo muito com a ausência do irmão, e não se alimenta direito. “Ela pergunta todos os dias pelo irmão, procura embaixo da cama, nos cômodos da casa. Acorda todos os dias chorando, beija a foto do irmão. Quem puder nos ajudar, desde já agradecemos o apoio”, disse.

Quem estiver interessado em compartilhar informações, ou ajudar nas buscas de João Rafael, pode ir até o endereço www.facebook.com/todosjuntosporjoaorafaelkovalski.

Os pais da Shara Ruana Nascimento dos Reis, desaparecida desde o dia 28/11/2007 na cidade de Manaus também estaram com outras mães de desaparecidos do Amazonas para pedir que seja criada uma Delegacia Federal Especializada em Crianças Desaparecidas em esfera Nacional.

O tráfico de bebês e crianças no Brasil chega a 40 mil pessoas. “O governo federal tem de criar uma lei severa aos traficantes de pessoas e também criar uma Delegacia Federal Especializada em Crianças Desaparecidas”, diz uma das organizadoras, Alessandra Vasconcelos.

Bombeiros encontram corpo de uma de duas crianças desaparecidas após temporal em Samambaia



O Corpo de Bombeiros encontrou uma das duas crianças que desapareceram após uma forte chuva que caiu em Samambaia (DF) na tarde desta quinta-feira (28). Elas foram levadas pela enxurrada no Parque Três Meninas.
Os bombeiros continuam as buscas da outra criança que continua desaparecida.
Outras três crianças também ficaram feridas e foram atendidas com escoriações pelos bombeiros.
Na noite desta terça-feira (26), um menino de 12 anos morreu após ter sido levado pela forte correnteza causada pela chuva que caiu em Águas Lindas de Goiás, região do Entorno do DF. Ele, o irmão de dez anos e outras crianças brincavam na beira de um córrego no setor 7.  
Foram duas horas e meia de buscas até os homens do Corpo de Bombeiros localizarem o corpo do menino, que estava a oito quilômetros de distancia da ponte, onde ele provavelmente caiu.

Mãe diz que filho foi sequestrado e polícia descobre que era farsa



Uma farsa envolvendo um menino de dois meses e 18 dias levou a mãe da criança a ser presa. Ela disse que o bebê foi sequestrado sábado em Belo Horizonte, chegou a chorar durante uma entrevista. Ontem (25), a criança foi encontrada no Rio de Janeiro, com um casal de adolescentes. A mãe é suspeita de entregar o filho para eles.
O pai do bebê, Johney Nulhia, diz que não entende o que levou a noiva, Renata Soares, a dar o bebê. “Pra mim foi um choque, eu não sei nem o que pensar. Eu não sei se ela tem problema de cabeça, não tenho a mínima ideia, não sei se ela tá com depressão pós-parto, não tenho ideia do que pode ter acontecido.”
Renata contou que estava com a criança no colo quando foi abordada por um homem que a ameaçou com um revólver, e duas outras pessoas. “Parou um atrás de mim e falou ‘não olha para trás, a gente só quer o menino. Se olhar para trás eu vou atirar’. A mulher pegou o menino.”
Ontem, a polícia do Rio de Janeiro recebeu uma denúncia anônima. O bebê foi encontrado em uma casa na zona oeste com uma adolescente de 17 anos e um rapaz de 24 anos. De acordo com as investigações, esse casal quis ficar com o bebê de Belo Horizonte porque a adolescente estava grávida e perdeu o filho.
“Não me arrependo de ter ficado com ele, não. Me arrependo pela minha família, pela situação que eu fiz a minha família passar e a do meu namorado também”, diz a adolescente.
A adolescente afirma que a criança foi entregue pela mãe espontaneamente e que a negociação entre as duas foi pela internet. Segundo essa versão, a adolescente trocou mais de cem mensagens com a mãe do menino em uma página sobre maternidade. A primeira foi em 12 de outubro, quando o bebê era um recém-nascido.
Na internet, com um pseudônimo, Renata conta que quer doar o bebê, diz que será a decisão mais difícil da vida e pede que contato seja feito por email. Na última mensagem, na manhã de ontem, Renata avisa que a criança está sendo procurada e pede que ela não saia de casa para não chamar a atenção.
A polícia mineira investiga se houve negociação em dinheiro. Se ficar comprovado que o casal pagou pela criança, a mãe pode pegar até sete anos de prisão. Renata está presa em Belo Horizonte pelos crimes de falsa denúncia e subtração de menor.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Internauta encontra campanha sobre desaparecidos em lugar da 'Mônica'

Cartaz sobre campanha desaparecida (Foto: Cristiano Rodrigues/G1)

Um cartaz sobre crianças desaparecidas ocupava o lugar da estátua da Mônica na rua Oscar Freire, ponto de lojas de luxo em São Paulo, nesta sexta (15). O registro foi feito pelo leitor Cristiano Rodrigues. A escultura que estava no local é parte das comemorações dos 50 anos da personagem e havia sido furtada do local no último dia 8. Foi encontrada seis dias depois em Guarulhos, na Grande São Paulo, após uma denúncia anônima.
A mensagem no cartaz tem o nome da ONG Mães da Sé, fundada há 17 anos para chamar a atenção sobre o desaparecimento de crianças. A presidente e fundadora da associação, Ivanise Esperidião da Silva Santos, disse que não tem conhecimento do cartaz e nem sabe quem o confeccionou. Ela afirmou que está preocupada com o aparecimento da peça.
"A pessoa até pode ter boas intenções, mas está prejudicando a instituição. Gostaria dizer que nós não temos nenhuma responsabilidade sobre o cartaz e não queremos que as pessoas pensem que queremos nos aproveitar do que aconteceu com a estátua da Mônica", disse Ivanise. Ela  também não tem registro de quem seja a criança que aparece na imagem.
A entidade faz manifestações periódicas na região central da capital paulista para alertar sobre a angústia passada por mães e pais dos desaparecidos. No estado de São Paulo, 1.800 pessoas desaparecem por mês. No país, o número pode chegar a 200 mil por ano. Ninguém no escritório da organização foi localizado nesta sexta para comentar a ideia do cartaz.
Recentemente o Ministério Público aderiu a um programa para localizar pessoas desaparecidas que pode se tornar um banco de dados nacional, com a adesão de todos os MPs do país.
Furto
A estátua da personagem criada por Mauricio de Sousa foi localizada na Avenida Dona Rosa Maria Conceição Barbosa, em Guarulhos, via sem asfalto, próximo a um matagal e a um córrego poluído. A personagem e o Sansão, seu coelhinho de pelúcia, tiveram arranhões.
A Mônica Parade tem 50 esculturas para celebrar os 50 anos da dentuça espalhadas por vias da capital paulista (Veja mapa com a localização de cada escultura).
Desde o início da exposição urbana, pelo menos três obras foram vandalizadas. A escultura exposta na Praça Benedito Calixto, na região central, foi alvo de pichadores. Uma suástica foi pintada na testa da personagem.
Duas das seis estátuas instaladas na Avenida Paulista também foram pichadas ou rabiscadas. Umas delas é a assinada por Mauricio de Sousa. Segundo a Editora Panini, as três obras já passaram por reparos.
Policiais aguardam a chegada da perícia. (Foto: Claudio Ciconi/G1)Policiais aguardam a chegada da perícia. (Foto: Claudio Ciconi/G1)






Caso das 5 crianças desaparecidas há 15 anos em Natal vira peça de teatro

Peça desaparecidos RN (Foto: Lenilton Teixeira/ Arquivo Pessoal)

O caso das 'Crianças do Planalto', o mais emblemático envolvendo crianças desaparecidas no Rio Grande do Norte, foi transformado em peça de teatro. O espetáculo 'Desaparecidos', direção de Lenilton Teixeira, tem sua pré-estreia às 20h desta sexta-feira (15) na Casa da Ribeira, zona Leste de Natal, e conta a história das cinco crianças levadas de dentro de suas casas entre os anos de 1998 e 2001 numa comunidade carente do bairro Planalto, zona Oeste da capital potiguar. A mais nova delas tinham 1 ano na época. A mais velha, 8. O caso continua até hoje sem solução.
Crianças desaparecidas no bairro do Planalto, em Natal, entre os anos de 1998 e 2001 (Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)Crianças desapareceram no bairro Planalto entre 1998 e 2001 (Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)
A peça tem texto de Henrique Fontes e leva ao palco três atrizes que interpretam as mães das crianças. Segundo Lenilton, a ideia de encenar o caso surgiu em 2011, quando o Grupo Estandarte de Teatro, do qual ele faz parte, começou a idealizar um espetáculo sobre crianças desaparecidas. "No princípio o objetivo era fazer uma peça sobre o desaparecimento de crianças, mas não tínhamos o direcionamento para o caso do Planalto - até porque a primeira ideia era fazer de uma forma mais geral. Durante as pesquisas, encontramos em um jornal uma matéria sobre este específico, o que logo nos chamou a atenção. Depois disso, ficamos pendentes a falar sobre o assunto. Fomos puxados pela história para falar sobre as crianças do Planalto", revelou ao G1.

Com a ideia formada, chegou o momento de fazer a construção da história. Segundo Lenilton, o processo de criação começou com pesquisas baseadas nos relatos da imprensa. "Usamos muito material publicado nos jornais de Natal, principalmente material da época do caso. Participamos de uma audiência pública em 2012 que falava sobre o assunto, além de conversar com os delegados Ben-Hur Medeiros e Márcio Delgado, que colaboram muito com seus depoimentos", ressaltou o diretor.
Depois disso, chegou o momento de entrevistar os principais interessados na história: as famílias das crianças. Segundo Lenilton, a recepção das famílias em relação à ideia da peça foi boa, mesmo o assunto sendo algo tão delicado. "Em um primeiro momento, uma líder comunitária intermediou nossos contatos. Depois disso começamos a conversar diretamente com os familiares. Mães, pais, irmãos, tios, muita gente falou sobre o assunto", contou ele.
Não temos a pretensão de ajudar a solucionar o caso, mas sim fazer com que ele não seja esquecido"
Lenilton teixeira, diretor do espetáculo
De acordo com Lenilton, o objetivo é fazer com que a história das crianças do Planalto não seja esquecida. "Não temos a pretensão de ajudar a solucionar o caso, mas sim fazer com que ele não seja esquecido. Foram cinco crianças tiradas de dentro de suas casas quando dormiam. Isso não pode ser esquecido, até porque até hoje não foi resolvido. Um trabalho como esse mexe muito com quem o faz."
A peça deve estreiar oficialmente até o dia 13 de dezembro. A entrada para a pré-estreia desta sexta é gratuita. "Vai de cada um. Não vamos cobrar ingresso nessa apresentação. Quando estrearmos vamos trazer também os familiares das vítimas, pois também é uma história feita por eles.", conta Lenilton.
O caso
O mistério no Planalto começou em novembro de 1998, quando Moisés Alves da Silva, de 1 ano e 7 meses, foi levado de dentro da casa na qual morava. Ele dormia com os pais e os irmãos. Em janeiro do ano seguinte foi a vez de Joseane Pereira dos Santos, de 8 anos, ser raptada da casa de uma vizinha. O terceiro sumiço aconteceu em janeiro de 2000 com o rapto de Yuri Tomé Ribeiro, de 2 anos. Três meses depois, o pequeno Gilson Enedino da Silva, 2 anos, também desapareceu. O último caso aconteceu em dezembro de 2001, quando Marília da Silva Gomes, de 2 anos, também desapareceu de dentro de sua residência. Ela dormia com a mãe, os irmãos e o padrasto.
Lindalva e Geraldo ainda têm esperança de encontrar a filha Joseane  (Foto: Magnus Nascimento)Lindalva e Geraldo ainda têm esperança de
encontrar a filha (Foto: Magnus Nascimento)
Lindalva Florêncio da Costa tem atualmente 55 anos. Há dois anos ela sofreu um AVC e quase morreu. Passou por uma cirurgia complexa que lhe deixou sequelada – uma dormência permanente nas pernas. Até hoje ela tem dificuldades para andar. Ao longo da vida, engravidou doze vezes, mas acabou perdendo três bebês quando ainda estava gestante. Uma queda de bicicleta, uma hemorragia e a hepatite lhe fizeram abortar as crianças. Foram muitas as dores na vida de Lindalva. Porém, para ela, nada disso importa. O sofrimento que ainda não superou é um só: o sumiço da pequena Joseane Pereira dos Santos, quando ela tinha 8 anos.
Se viva estiver, Joseane já terá completado 23 anos. “Eu tenho fé. Meu coração me diz que ela está em algum lugar fora do país, mas que ainda está viva. Bem viva”. As palavras que exalam esperança soam em meio a muitas lágrimas. Reaberto em 2011, o inquérito ainda não aponta suspeitos. E até hoje a Polícia Civil não sabe, de fato, o que aconteceu com Joseane, ou simplesmente Biba, como era carinhosamente chamada a filha de dona Lindalva, e com as outras quatro crianças que desapareceram no Planalto.
Segundo as investigações, quatro das cinco crianças dormiam quando teriam sido raptadas. Apenas Joseane estava acordada quando foi levada. “Ela estava na casa da vizinha, assistindo o DVD do Tiririca”, relembrou Lindalva, emocionando-se com a dolorosa recordação.
Ela está em outro país. Eu acredito que a levaram para algum casal que não podia ter filhos”
Feirante Geraldo Santos,
pai de Joseane
O pai de Joseane, o feirante Geraldo Santos, também tem esperança de um dia encontrar a filha. “Tenho certeza disso. Ela está em outro país. Eu acredito que a levaram para algum casal que não podia ter filhos”, declarou, referindo-se ao tráfico internacional de crianças. Questionado se acredita na possibilidade de Joseane ter sido morta – para que seus órgãos pudessem ter sido comercializados – o vendedor de frutas agarrou-se à fé em Deus. “Nunca pensei nisso. Minha filha está viva. E um dia voltaremos a vê-la. Pode passar mais treze anos, mas um dia estaremos juntos de novo”, disse Geraldo.
O Caso das Crianças do Planalto é uma das páginas mais surpreendentes e instigantes da crônica policial potiguar. Depois de o inquérito passar pelas mãos de mais de 10 delegados ao longo de todos estes anos, a atual responsabilidade de dar um desfecho diferente ao mistério está com o delegado Ben-Hur Cirino de Medeiros, titular da Delegacia Especializada em Capturas, a Decap. Ele disse não ter novidades sobre o caso.

CPI ouve mãe de crianças desaparecidas no Rio

Mães de meninas desaparecidas no estado do Rio de Janeiro participam de audiência pública hoje (25) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. A portas fechadas, elas prestam informações à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), da Câmara Federal, que investiga denúncia de exploração sexual de crianças e adolescentes.

Com a presença da presidenta da CPI, deputada Erika Kokay (PT-DF), e da relatora, deputada Lilian Sá (Pros-RJ), serão ouvidas mães de cerca de 10 adolescentes desaparecidas. A suspeita da Promotoria Criminal do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro é que os casos estejam relacionados: há um suspeito em comum, sob investigação.

Hoje, a CPI faz uma diligência ao Tribunal de Justiça do Rio para ouvir o desembargador Paulo Rangel. Ele é o responsável por analisar o pedido de prisão do suspeito.

Antes da audiência, a presidenta do portal Kids (organização não governamental que acompanha os casos), Waltéa Ferrão, disse que a Polícia Civil do Rio já concluiu as investigações. Ela preferiu não dar detalhes dos desaparecimentos para não prejudicar os processos. Segundo ela, um dossiê com mais de 40 páginas revela que houve exploração sexual, tráfico de órgãos e de pessoas nos episódios que antecederam o desaparecimento das crianças..

“Eram meninas de famílias estruturadas, com quartinho montado, acostumadas a obedecer os pais e que estudavam. Normalmente meninas negras, mas não todas, que não tinham nem menstruado”, disse Waltéa. Ela cobrou que os casos sejam assumidos pela Polícia Federal. “As mães contam que delegacias rejeitam as denúncias porque não fazem investigações em casos de pobres”, declarou.

Entre os casos está o da menina Larissa Gonçalves Dias, de 11 anos, sequestrada em São Cristóvão, zona norte do Rio, em 2008, além de Larissa Andrade de Souza, de 9 anos, que sumiu em 2007.

Agência Brasil

fonte>>http://tribunadonorte.com.br/noticia/cpi-ouve-mae-de-criancas-desaparecidas-no-rio/267431

EUA: polícia encontra ossadas de crianças desaparecidas há 4 anos

Trabalhadores escavam local em que os corpos da família foram encontrados, próximo a Victorville, em 15 de novembro Foto: AP


Esqueletos encontrados enterrados no deserto californiano foram identificados como sendo de dois filhos de uma família que sumiu há quatro anos, disse a polícia na sexta-feira.
Vice-xerifes do condado de San Bernardino foram destacados para o deserto, perto de Victorville, localizada cerca de 113 quilômetros a nordeste de Los Angeles, em 11 de novembro, depois que um motociclista relatou ter encontrado o que acreditava ser restos humanos. Dois dias depois, quatro esqueletos humanos enterrados em duas covas rasas foram desenterrados.
A arcada dentária foi usada para identificar os restos como sendo de Joseph McStay, 40 anos, e de sua mulher Summer, 43 anos, que desapareceram perto de San Diego em fevereiro de 2010, ao lado de seus dois filhos, afirmou a polícia na semana passada. Acreditava-se que os outros esqueletos eram mesmo dos dois filhos do casal.
Testes de DNA confirmaram agora que os ossos eram de Gianni McStay, 4 anos, e de seu irmão Joseph, 3 anos, afirmou a polícia na sexta-feira.
O gabinete do médico-legista classificou as quatro mortes como homicídios, disse o xerife do condado de San Bernardino, John McMahon. Ele contou que o possível método usado para matar as vítimas não será revelado durante as investigações.
A família McStay foi vista pela última vez em casa, em Fallbrook, nos subúrbios de San Diego, no dia 4 de fevereiro de 2010.
O jornal The San Diego Union Tribune informou que uma busca feita no computador da família mostrou evidências de que eles planejavam viajar para o México.

Garoto de 11 anos está desaparecido desde quinta-feira

Na tarde de ontem (21), um garoto de 11 onze anos desapareceu em Cambé. Segundo a tia da criança, ele saiu às 16h45 do Projeto Ação Educativa, na Avenida Raminelli, e não retornou para casa.
"Como ele não voltou para casa pensamos que ele não havia ido ao Projeto, mas procuramos a professora e ela disse que ele foi, estava contente e que nada demais aconteceu", declarou a tia.
Polícia Civil, Conselho Tutelar e Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas do Paraná (Sicride) já foram alertados da situação e a família já realizou buscas em toda a região. O menino, que estuda de manhã na Escola Municipal Profª Lourdes Gobi Rodrigues, mora no Jardim Ana Rosa com a avó. Vários colegas da criança já foram ouvidos na investigação do caso, aponta a Polícia Civil de Cambé.
O garoto tem olhos e cabelos castanhos e usava calça verde com listra branca, boné vermelho e regata azul antes de desaparecer.
Pessoas que tiverem informações sobre o paradeiro do garoto podem entrar em contato com a família pelos telefones (43) 9807-7769 e (43) 9141-4957 ou falar com a polícia.

Crianças da creche Vida Nova ganham tarde de lazer no Círculo Militar

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As crianças da creche Vida Nova localizada no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco, tiveram uma tarde de muito lazer com várias bricadeiras, ontem (20). A iniciativa partiu de um grupo de senhoras civis e de esposas de oficiais do 4º Batalhão de Infantaria e Selva (BIS), com apoio da Associação dos Obesos e a Direção do Círculo Militar.
De acordo com a coordenação do evento, Glória Mendes, a creche que existe há 15 anos e cuida de crianças de seis meses a 15 anos, passa por dificuldades. A tarde dessa quarta-feira vai ficar na lembrança dos alunos. Alexandre Oliveirade 15 anos falou da satisfação proporcionada a eles pelas as esposas do militares do 4º BIS.
Além das brincadeiras e do passeio ao círculo militar, a criançada recebeu lanche, e doação de várias certas básicas e outros alimentos. A voluntária Elaine Guerra chegou a se emocionar quando lembrou o dia  em que conheceu a creche Vida Nova.
Todo esse trabalho social é desenvolvido pela senhora Maria Duarte, de 69  anos, uma das coordenadoras da creche. Dona Maria relata  que são grandes as dificuldades  para manter a creche funcionando. “Somente com ações de apoio da comunidade é possível vencer os obstáculos”, disse.

Telões na rodoviária de Porto Alegre avisam sobre jovens desaparecidos

Inaugurados oficialmente nesta quarta-feira (20), dois telões instalados na Rodoviária de Porto Alegre têm o objetivo de alertar as pessoas que passam pelo terminal sobre crianças e adolescentes desaparecidos. A iniciativa é do Departamento da Criança e do Adolescente (Deca). Conforme o delegado Adalberto Mattos Lima, a ação já deu resultado.
"Inauguramos os telões hoje, mas eles já estão colocados aqui desde a semana passada. Nesse período, uma adolescente de 14 anos foi encontrada através do sistema. Ela estava acompanhada de uma pessoa não autorizada e iria para o interior. Já está tudo resolvido, ela já está com a família", comemorou.
Até as 17h desta quarta, orientações serão dadas a quem passar pela rodoviária por uma equipe formada pelo delegado e por integrantes do RS na Paz, programa estadual que busca reduzir a violência no Rio Grande do Sul, e do Instituto Visão Social, que atua para contribuir na criação de oportunidades para pessoas crianças, adolescentes, adultos e idosos. "Estamos orientando sobre cuidados com as crianças e o contato com estranhos", completou o delegado.
De acordo com dados do Deca, somente em Porto Alegre são registrados 120 desaparecimentos por mês, sendo 1,5 mil por ano. No estado, são cerca de 5 mil por mês. O disque-denúncia para avisar a polícia sobre casos de pessoas desaparecidas é 0800 642 6400.

Criança é encontrada sozinha após ser sequestrada pelo pai em Cuiabá

Uma criança de 1 ano e três meses foi sequestrada pelo próprio pai na madrugada desta quarta-feira (20) no Bairro 1º de Março, em Cuiabá. De acordo com informações do 3º Batalhão da Polícia Militar, o suspeito invadiu a casa da ex-mulher, discutiu e acabou levando o filho com ele.

O caso foi registrado por volta de 1h [horário de Mato Grosso], em uma residência do bairro. Segundo a PM, o suspeito tem 34 anos e não aceitaria o fim do relacionamento com uma jovem de 23. A mulher já estava vivendo com outro homem de 27 anos, junto com um menino de 1 ano e três meses, filho do primeiro relacionamento.
Durante a madrugada o suspeito entrou na casa e ameaçou matar a ex com um facão. Ele e o atual companheiro da vítima brigaram e se agrediram. Exaltado, o homem raptou o filho que estava na casa e fugiu. O casal chamou a PM, que conseguiu encontrar a casa onde o ex-marido estaria, no mesmo bairro.
Os policiais arrombaram a casa e encontraram a criança sozinha na residência. O menino estava bem, sem nenhum ferimento e foi devolvido à mãe. A PM chegou a fazer rondas na região e não encontrou o suspeito.



Avó de bebê de três dias sequestrada aponta suposta assistente social como suspeita

A família da bebê de três dias de vida sequestrada no sábado (16), no bairro Dom Antônio Barbosa, está completamente apavorada e aflita com o paradeiro da criança sequestrada. Eles desconfiam de uma suposta assistente social que conversou com a adolescente de 14 anos, mãe da menina, na quinta-feira (14) logo após o parto.
De acordo com a avó da bebê desaparecida, Meire da Silva Batista, 33 anos, essa assistente social entrou no quarto onde estava a adolescente e fez varias perguntas relacionadas ao endereço da menina, as condições familiares, dentre outras questões.
A mulher ainda teria aconselhado a garota a esperar até segunda-feira para registrar a criança. A bebê desaparecida irá se chamar Nicole e nasceu com três quilos e 30 gramas.
“O parto aconteceu no Hospital da Mulher, nas Moreninhas, e normalmente no próprio hospital tem alguém para orientar em relação ao registro da criança. E essa assistente social não tinha nenhum crachá, nenhuma identificação nem nada”, afirma a avó da criança.
A mulher tem outros dois filhos alem da adolescente de 14 anos, um menino de um ano e uma menina de três anos. “As minhas crianças não saem nem para ir para creche. Eu estou completamente apavorada com a situação”, conta.
A mãe da bebê desaparecida se mostra muito triste e diz não ter ideia do paradeiro de sua filha. “Estou mal, não tenho ideia de onde minha filha está. Só espero que esteja bem. Eu não sei quem poderia ter feito isso com a minha filha”, fala desesperada.
As duas contam que desde o dia do parto um carro vermelho, identificado como um Fiat Premio por elas passou a rondar a casa. Os vizinhos afirmam que os ocupantes do veiculo perguntavam no bairro onde morava a garota. “Eles já sabiam e estavam em busca da criança”, diz Meire.
O sequestro
No sábado, dia do sequestro, a adolescente de 14 anos foi abordada juntamente com a sua mãe quando elas saíram da casa de uma tia e estavam em direção à própria residência, a uns 300 metros de distância.  A jovem afirma que viu o carro em frente parado na casa da tia, mas jamais desconfiaria do que iria acontecer.
A adolescente ainda tentou resistir, mas o motorista do veículo desceu com uma arma de fogo na mão, e a ameaçou de morte para que ela entregasse a criança. O sequestro aconteceu na rua 10, no bairro Dom Antonio Barbosa. A mãe, de 14 anos, mora na rua 6 no mesmo bairro e estava indo para casa no momento do crime.


Minanar Junior
 

Instituição completa 27 anos formando crianças e jovens para a vida

Há 27 anos, a Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, localizada na Vila Guiomar, em Santo André, convida a todos a olhar com os olhos do coração. Com essa visão, a entidade mantém atividades educativas, culturais e esportivas a crianças e adolescentes dos núcleos Tamarutaca, Sacadura Cabral e Palmares. O intuito é proporcionar condições para que os moradores se tornem cidadãos conscientes e participativos na sociedade.
O que começou com dez crianças num departamento do Centro Espírita Bezerra de Menezes, aumentou gradativamente. Hoje, são atendidas 215 pessoas, com idade entre 3 meses a 17 anos. “Nossa primeira preocupação era alimentar adequadamente essas crianças para que crescessem em condições de enfrentar os problemas da vida como cidadãos”, destaca a fundadora da instituição e presidente da entidade, Terezinha Sardano.
Dessa forma, as crianças são divididas em grupos de acordo com a faixa etária. Os menores – com idade entre zero e 3 anos – passam o dia na instituição, entre 7h30 e 16h30. Lá, recebem desde café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Já os mais velhos são atendidos no contraturno escolar e participam de atividades como oficinas de artes plásticas, dança, ecologia, além de complemento na aprendizagem por meio do universo lúdico. Neste caso, são duas refeições.
“Trabalhamos valores como ética, solidariedade, a importância da família e a compaixão de uma forma laica”, explica a educadora Viviane Aparecida Gabriel. Segundo a professora, os trabalhos visam superar as dificuldades apresentadas pelos estudantes por meio de exercícios lúdicos. “Eles já passam cinco horas numa sala de aula formal, por isso, o enfoque não é passar conteúdo e sim propiciar o desenvolvimento de habilidades”, diz.
Por meio da dança e das atividades poliesportivas, as crianças e jovens têm oportunidade de desenvolver habilidades e a coordenação motora, explica o professor de educação física com formação em dança, Edgard Rosa. “A dança também tem o poder de melhorar a autoestima das crianças”, comenta.
Em sua sede, a entidade mantém ainda oficina de costura. O trabalho das duas funcionárias e nove voluntárias é aproveitar os tecidos oriundos de doações na fabricação de peças para serem comercializadas nos bazares, como panos de prato, bolsas, tapetes e toalhas. Além disso, o departamento é responsável pela confecção dos uniformes das crianças, dos funcionários e dos figurinos das apresentações musicais, observa a costureira e figurinista Marisa Vano.
GESTANTES - Outro projeto mantido pela instituição são os cursos destinado às gestantes. Acontecem semestralmente e oferecem orientação de profissionais como agentes de saúde, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros e nutricionistas voluntários. Ao fim da ação, as pessoas que frequentaram pelo menos 80% das aulas ganham enxoval completo de seus bebês.
Projeto social colabora para mudança da comunidade
Ao longo dos 27 anos de atuação, a Instituição Amélia Rodrigues pôde observar, além de contribuir para, a mudança do entorno onde está localizada. Apesar de ainda apresentar problemas sociais, os núcleos habitacionais Tamarutaca, Sacadura Cabral e Palmares, já conta com rede de assistência, comércios próximos e aumento no número de casas urbanizadas.
“Quando começamos, a comunidade era muito carente, as casas eram de papelão”, lembra a presidente da entidade, Terezinha Sardano. A educadora ressalta ainda as mudanças sociais. “Podemos dizer que colocamos vitamina à constituição da criatura. Hoje temos vários exemplos de pessoas que passaram por aqui e estão incluídas na sociedade, fazendo faculdade ou em cargos de chefia em grandes empresas”, diz.
Com oportunidade, fica difícil não sonhar com o futuro e trilhar caminhos para alcançá-lo. O aluno do 1º ano do Ensino Fundamental, Juan Pablo Alves da Silva, 6 anos, por exemplo, dá asas à imaginação quando o assunto é o horizonte. “Quero ser bombeiro porque ele socorre as pessoas, jogador de basquete e campeão mundial em correr na maratona”, revela.
Morador da comunidade carente da Vila Palmares, ele destaca ser frequentador da Instituição Amélia Rodrigues desde bebê, do mesmo modo que a irmã, hoje com 12 anos. “Aqui a gente pode aprender muitas coisas novas que nem mesmo nossos pais podem nos ensinar”, observa.
No caso de Bianca Alves Soares, 6, a meta é se tornar cabeleireira, já que gosta de pentear o cabelo das bonecas. Para ela, as aulas de dança foram fundamentais para perder a timidez e fazer amigos. “Também gosto de brincar no pula-pula e desenhar”, conta.
Meta é dar continuidade ao trabalho com qualidade
A principal meta da instituição assistencial e educacional Amélia Rodrigues hoje é dar prosseguimento ao trabalho desempenhado em favor do próximo com qualidade. Isso porque, segundo a presidente da entidade, Terezinha Sardano, são relativamente poucos os indivíduos que não aproveitam as oportunidades, quando associadas à educação e participação da família.
Embora não feche no vermelho, o orçamento da instituição é apertado. Para dar conta do gasto mensal de cerca de R$ 130 mil, a entidade conta com a colaboração da Prefeitura por meio de dois convênios – os repasses suprem 50% das despesas. Além disso, a instituição mantém o projeto Investidor Social, que envolve cerca de 70 empresas da região. Neste caso, as contribuições respondem por 20% dos custos. O orçamento é complementado com o auxílio de sócios-contribuintes, doações e arrecadações oriundas de bazares e eventos.
Além dos 52 funcionários, a entidade assistencial mantém 40 voluntários para as atividades do dia a dia. “Temos que ressaltar a importância das parcerias e do apoio da comunidade. Sozinhos não teríamos feito nada”, ressalta Terezinha.
 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Deputado quer programa de atenção à criança e ao adolescente desaparecidos

O deputado Walter Rabello (PSD) propôs a criação do Programa de Busca de Crianças e dos Adolescentes Desaparecidos de Mato Grosso. “Infelizmente, o número de desaparecimentos cresce a cada ano e é preciso um esforço conjunto de governos e sociedade para resolver a questão, além de ações que possam diminuir esses dados”, justificou o parlamentar.
De acordo com Walter Rabello, poucos estados contam com delegacias especializadas em investigar o desaparecimento de crianças e adolescentes. “Em Mato Grosso  também não temos esta  polícia especializada”, disse o deputado.
O programa tem por objetivo promover ações de prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes; desenvolver mecanismos de identificação, busca e localização de crianças e adolescentes desaparecidos, apoiar as famílias vitimadas pelo desaparecimento de suas crianças e adolescentes, veicular campanhas de conscientização de pais e responsáveis quanto a medidas de prevenção do desaparecimento de crianças e adolescentes, esclarecer sobre a importância da obtenção, desde a primeira infância, do documento de identidade (RG), divulgar imagens de crianças e adolescentes desaparecidos.
O projeto prevê também que seja de responsabilidade da autoridade policial e dos órgãos de segurança pública, recebida a notícia do desaparecimento de pessoa com idade de até 16 (dezesseis) anos ou pessoa de qualquer idade portadora de deficiência física, mental ou sensorial, proceder a imediata busca e localização.
Autor: AL/MT
Fonte: O NORTÃO

Criança sequestrada em Artulândia

Na tarde da última quarta-feira (30), por volta das 17h, Hélio Vieira de Moura, 62, suspeito de sequestrar uma criança de 12 anos, foi detido pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O caso ocorreu às margens da rodovia GO-080, no povoado de Artulândia, interior de Goiás. Na cena do crime, o homem, usando de má-fé, pediu à menina que pegasse um objeto no porta-malas do seu veículo, um Fiat Siena, cor prata, com placa da cidade de Anápolis. Logo em seguida, ele a empurrou, trancou a menor dentro do bagageiro e empreendeu fuga.
Segundo informações da PRE, que estava se deslocando da cidade de Ceres para o Posto Policial, próximo de Artulândia, Hélio foi avistado no km 133 da rodovia em atitude suspeita. Dessa forma, já parado na entrada vicinal em direção à zona rural, quando os policiais o abordaram, ouviram barulhos vindos do porta-malas do veículo e, ao abrir o carro, a menina em prantos pulou desesperada no colo do policial.
Ainda de acordo com a PRE, não houve consumação de ato de violência sexual. O suspeito da tentativa de sequestro disse à polícia que é casado, além de alegar ser inocente. Mas, imediatamente, os policiais conduziram o homem para a Delegacia de Jaraguá. No entanto, já no distrito policial, famílias de outras duas vítimas foram até o local e reconheceram o criminoso como principal suspeito de várias práticas de estupro de vulnerável na região.
Estupro
De acordo com informações do site do jornal Jaraguá Notícia (JN), o avô de uma menina de 13 anos, ao saber da prisão de um agressor sexual na cidade, se lembrou de um fato semelhante vivido pela sua neta há quatro anos. Segundo o patriarca, o crime foi cometido com as mesmas características de emboscada do suspeito. A princípio, a criança abusada sexualmente reconheceu o criminoso como seu principal agressor.
Outra vítima, ao chegar à delegacia de polícia de Jaraguá, reconheceu o homem que a teria sequestrado e a colocado no veículo, levando para um lugar obscuro do município. Logo após consumar o ato, ela foi abandonada. Na época, a polícia não conseguiu identificar o autor, porém, desta vez a sorte não estava ao lado do criminoso. Hélio Vieira já tem passagem por estupro de vulnerável e chegou a cumprir pena em Anápolis, sua cidade de origem, conforme apurou o JN.
Com a presença do Conselho Tutelar, ambas as crianças prestaram depoimento na delegacia da cidade e foram liberadas. Segundo a polícia local, o suspeito foi autuado por cárcere privado e tentativa de estupro. O major Allan, comandante da 2ª Companhia da PRE, parabenizou o trabalho dos policiais, o cabo Santos, o sargento Maia e os soldados Neto e Xavier da Barreira de Artulândia.
Allan disse que os policiais ajudaram a tirar um criminoso de alta periculosidade das ruas, também livraram uma criança de um quadro cruel e imprescindível. Sem contar que a menina poderia ter um desfecho trágico, contou o major em entrevista ao JN. (Com informações do Jaraguá Notícias)