terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sicride encontra criança desaparecida há uma semana

Policiais Civis do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) localizaram e resgataram uma criança que estava desparecida há mais de uma semana no Paraná. 

A menor de 11 anos morava com o pai em Rebouças, região Sul do estado, e foi encontrada no Bairro Sabará, em Ponta Grossa. 

A ação de resgate foi comandada pela delegada Araci Carmen Costa Vargas. Na sequência, a criança foi entregue ao conselho tutelar de Ponta Grossa.

FONTE>>http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--885-20140123

IAC Está a aumentar número de crianças desaparecidas

Está a aumentar número de crianças desaparecidas

a semana em que um menino de 18 meses desapareceu na Calheta, na ilha da Madeira, dados do Instituto de Apoio à Criança (IAC), avançados à Rádio Renascença, mostram que tem aumentado o número de desaparecimentos de menores no País. No ano passado, em comparação com 2012, desapareceram mais oito crianças.

O caso do Daniel, a criança que no passado domingo desapareceu na Madeira e que foi encontrada três dias depois, não ilustra a realidade do País. No ano passado, de acordo com dados do Instituto de Apoio à Criança, desapareceram 60 menores, mais oito do que em 2012.

“Neste momento, mais de 50% continuam desaparecidas”, revela Maria João Pena, da linha SOS Criança, daquele instituto, à Rádio Renascença.
A responsável refere ainda que “40% das situações denunciadas à linha telefónica foram de raptos parentais”. Mas há outros fatores na origem destes casos. Na adolescência, por exemplo, a causa prende-se com é “fugas” dos próprios menores.
O presidente da Comissão de Proteção de Menores, Armando Leandro, reconhece na antena da Rádio Renascença que a situação é preocupante e deve merecer uma análise mais profunda para identificar as suas razões no sentido de preveni-las. 

FONTE>>http://www.noticiasaominuto.com/pais/163828/esta-a-aumentar-numero-de-criancas-desaparecidas#.UugkatJTtkg

DESAPARECIDO>>RAFAEL CORREA

Mãe procura por adolescente de 13 anos desaparecido em Vilhena, RO Adolescente desapareceu de dentro de casa na segunda-feira, 13. A Polícia civil investiga o caso.



A família está à procura do adolescente Hercules Jhon Kennedy Felix Coelho, de 13 anos, que está desaparecido desde a segunda-feira (13), quando saiu de casa apenas com a roupa do corpo, Bairro Jardim Primavera, em Vilhena (RO). Segundo a mãe do estudante, Maria Auxiliadora do Nascimento, 31, Hercules desapareceu enquanto ela fazia o almoço.

“Tínhamos saído mais cedo para tirar umas fotografias 3x4, para fazer a matrícula dele numa escola”, conta a mãe. De acordo com ela, quando voltaram para casa, o adolescente disse estar com fome e ainda ajudou a lavar louça. Após terminar o almoço, Maria procurou por Hercules, mas não o encontrou.

Ao G1, a mãe disse já ter procurado pelo filho na casa de colegas e amigos, mas ninguém soube informar sobre o paradeiro dele. Na terça-feira (14), a família registrou um Boletim de Ocorrências na Delegacia de Polícia Civil de Vilhena.

A família e a polícia pedem para que quem tiver informações sobre o paradeiro de Hércules, para entrar em contato através dos telefones (69) 9938-3746, 197 ou no 3322-3001 da PC local.

http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2014/01/mae-procura-por-adolescente-de-13-anos-desaparecido-em-vilhena-ro.html

Encontrado com vida



Garoto desaparecido em Paraíso do Tocantins é localizado em Goiás
O adolescente de 12 anos saiu para jogar bola há dois dias e sumiu.
Ele foi localizado na casa de uma amiga da família dele, em Goiânia.

Carlos Daniel Sousa Rodrigues, de 12 anos, que estava desaparecido desde a noite da última segunda-feira (12), foi localizado na casa uma amiga da família dele, em Goiânia, na manhã desta quinta-feira (16). Na última vez em que foi visto, o menino havia saído para jogar bola com amigos em uma quadra que fica a 500 metros da casa onde mora.

Segundo a Polícia Civil, o adolescente havia fugido de casa. Por telefone, Carlos Daniel disse para os policiais que está bem e que quer ficar morando em Goiânia. O pai dele, o pedreiro Cleber Silva Rodrigues, de 36 anos, disse para a polícia que o filho já fugiu de casa uma vez, sendo que na primeira ele tinha apenas sete anos. Na época a família morava na capital do estado de Goiás.

A polícia continua a investigar o caso e para acompanhar o processo foram acionados os Conselhos Tutelares de Paraíso do Tocantins e de Goiânia.

Mãe pode revelar detalhes sobre desaparecimento do filho em Santo Antônio da Platina



Uma frase dita pela mãe do garoto Cristiano Soares, de apenas dois anos e dez meses, que está desaparecido desde a manhã de segunda-feira (25), em Santo Antônio da Platina (130 km de Londrina), chamou a atenção do delegado Tristão Borborema de Carvalho, responsável pelas investigações. A declaração fez aumentar ainda mais as suspeitas da polícia no envolvimento dela no sumiço da criança. Ao ser informada que a Justiça havia decretado temporariamente a sua prisão, Graciele Marcolino, 19 anos, declarou: "a bomba está prestes a explodir".
FONTE: http://londrina.odiario.com/policia/noticia/788205/mae-pode-revelar-detalhes-sobre-desaparecimento-do-filho-em-santo-antonio-da-platina/

Localizada com vida!

Preso suspeito de estuprar e assassinar menina de 10 anos



A polícia prendeu Reginaldo Tomas Moura, 31 anos, apontado como autor do estupro seguido morte praticado contra a menina Laisa Correia Xavier, 10, desaparecida desde 10 de outubro, quando saiu de casa até uma padaria e não mais voltou.

Segundo informações do chefe dos Investigadores do 7º Distrito Policial de Guarulhos, Moura foi preso em flagrante na madrugada desta quinta-feira (23), após estuprar uma mulher no mesmo local onde foi visto por uma testemunha, que na época o teria visto levando Laisa em um ônibus.

Informações preliminares indicam que o suspeito vinha sendo investigado pela tentativa de estupro de uma criança de nove anos. A polícia acredita ter capturado um criminoso serial de alta periculosidade das ruas de São Paulo.

O corpo de Laisa foi encontrado pela Guarda Civil Municipal de Guarulhos no dia 26 de outubro na estrada Albino Martelo, em um local conhecido como Mato das Cobras, em avançado estado de decomposição, decapitado, com as duas mãos e o pé esquerdo decepados e parcialmente queimado.

Antônia Pereira da Silva, mãe da menina, sepultou a filha ainda sem a certeza de uma identificação positiva já que os exames de DNA só confirmaram se tratar da criança em dezembro de 2013. Em entrevista no ano passado, Antônia desabafou.

— Ninguém merece morrer do modo que mataram minha filha.

Segurando nas mãos o caderno cor-de-rosa da filha onde se lê na capa “Com Jesus estou seguro”, Antônia acredita, pelo modo como o corpo foi encontrado, que Laisa pode ter sido vítima de magia negra.

— Cortaram a cabeça, as duas mãos e o pé esquerdo da minha filha.


http://www.primeirahora.com.br/noticia/95682/preso-suspeito-de-estuprar-e-assassinar-menina-de-10-anos

Localizada com vida!

Garota desaparece após receber castigo da mãe: 'Não entendemos'





Adolescente desapareceu no último dia 20 de janeiro, por volta das 21h.
Família já registrou o sumiço na polícia, que ainda não tem pistas.

 Uma adolescente de 14 anos desapareceu em São Vicente, no litoral de São Paulo, no último dia 20 de janeiro. Victória Reis Galvão saiu pelo portão lateral da casa onde mora, no bairro Vila Margarida, por volta das 21h, e não retornou. A família registrou um boletim de ocorrência sobre o caso.

De acordo com o padrasto da menina, Arthur Batista, ela tinha um bom relacionamento com ele e com a mãe, Cristiane de Souza Rego Reis, mas estava de castigo no dia. “A mãe a proibiu de sair de casa, porque ela voltou tarde da última vez que saiu, mas estava tudo bem. No domingo (19) fomos para a praia com ela e o irmão, de 9 anos. Não conseguimos entender o motivo de isso ter acontecido”, afirma.

A mãe e o padrasto procuraram os amigos da adolescente para obter informações. “Fomos até o Conjunto Habitacional Tancredo Neves porque a Victória tem muitos amigos lá. Soubemos que duas pessoas a viram na região, mas ninguém tem mais informações”, conta Arthur, desconsolado. O namorado da menina também foi procurado, mas não sabia o paradeiro da garota.

O padrasto de Victória afirma que a mãe da menina tem chorado todos os dias e não quer mais sair de casa. “Ela quer estar aqui se a filha aparecer ou telefonar. Minha esposa tem passado todas as noites acordada esperando alguma notícia da filha”, diz.

A polícia também investiga o paradeiro da jovem mas, até o momento, não há pistas do que possa ter acontecido com a garota.

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/01/garota-desaparece-apos-receber-castigo-da-mae-nao-entendemos.html

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Família recebe ligação sobre o paradeiro de menino desaparecido

Criança estava brincando com o avô quando sumiu (Foto: Arquivo pessoal)

A família do menino João Rafael Kovalski, que está desaparecido há quase cinco meses, recebeu uma ligação de uma mulher que afirma ter visto a criança na Holanda. De acordo com a tia dele, Elizabete Morse, a pessoa disse que João Rafael estava no aeroporto de Amsterdã. As mesmas informações têm circulado por redes sociais.
João Rafael morava com a família em Adrianópolis, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo os familiares, a criança desapareceu logo após brincar com o avô, do lado de fora da casa, em uma área rural da cidade, no dia 24 de agosto de 2013.
De acordo com as informações das redes sociais, o menino também foi visto em um voo entre São Paulo e o aeroporto de  Schiphol, em Amsterdã.
Os dados foram divulgados no Facebook, na página “Todos Juntos Por João Rafael Kovalski”. Na rede social, o post diz que o menino estava acompanhado com dois homens, os quais possivelmente permaneceram a bordo após o desembarque no aeroporto holandês. O garoto também teria sido visto em outras duas cidades dos Países Baixos, Eindhoven e Valkenswaard, conforme um relato anônino no Facebook.
“Ela também disse que ele foi visto em outra cidade tentando patinar no gelo”, disse a tia de João Rafael sobre a ligação que a família recebeu. Porém, como a mulher não enviou fotos e não apresentou “fatos mais concretos”, a família hesita em acreditar. Elizabete pede para que, quem tiver informações sobre o menino, ligue para a polícia.

“Temos que estar confiantes todos os dias. Esperar que vamos encontrá-lo. Pedir a Deus que nos dê pista. A gente vai fazendo o que pode aqui na Terra, divulgando, para o caso não ficar no esquecimento. Revivendo sempre a busca dele”, acredita.
A família não considera a hipótese de sequestro, pois nenhum suposto sequestrador pediu dinheiro. “Foi bem feito. Tiraram ele de dentro de casa. Acredito que foi algo bem montado, acredito que seja uma quadrilha. Não temos uma pista concreta ainda”, afirmou. Para ela, o menino pode sim estar fora do país devido ao tempo que ele está desaparecido.
Sicride
A delegada-titular do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), Araci Carmen Costa Vargas, responsável pelo caso, contou ao G1 nesta quarta-feira que repassou as informações contidas na rede social para a Polícia Federal. As investigações sobre o desaparecimento do garoto continuam no Paraná. Ela afirmou que ainda recebe muitas informações sobre o sumiço de João Rafael. Quase cinco meses depois do desaparecimento do menino, ainda não existe um “suspeito concreto”, como disse a delegada.
“Há várias hipóteses que foram investigadas. Umas foram descartadas, outras estão sendo investigadas ainda. E não descartamos a possibilidade da criança ter caído no rio Ribeira, que faz divisa do Paraná com São Paulo. Existem ‘n’ fatores para que essa tese seja forte”, afirmou.
Já a Polícia Federal (PF) informou, por meio da assessoria de imprensa, que um alerta à Interpol já foi feito e que, inclusive, existe uma página no site da polícia internacional com dados sobre o João Rafael e o desaparecimento do garoto. Como a denúncia é de que o menino estaria em outro país, a Polícia Federal alegou não poder fazer nada.
Suspeitas antigas
À época, a suspeita da família era de que um casal pudesse ter sequestrado o menino. Segundo o pai, Lucas Kovalski, um carro preto, com placas de Tietê, em São Paulo, parou próximo à residência da família para pedir informações. Minutos depois, a família se deu conta de que o menino havia sumido.
Os familiares também descartam a possibilidade de que o menino teria se afogado no rio que passa perto do local onde moram, já que, para chegar à água, João Rafael precisaria abrir um portão de madeira e ainda descer por uma escada irregular. Além disso, vizinhos e o Corpo de Bombeiros realizaram buscas durante vários dias no rio e não encontraram o corpo do menino.
Quem tiver alguma pista, pode entrar em contato com o Sicride pelo telefone (41) 3224-6822.

Cadastro nacional ignora sumidos em Minas

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Todos os anos, várias famílias em Minas vivem o drama de ter crianças e adolescentes desaparecidos. Ainda assim, a ferramenta disponibilizada pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que poderia ajudar a localizá-los, é subutilizada e ignora quase a totalidade dos mineiros que sumiram em 2013.

Em maio, O TEMPO mostrou que nenhuma criança ou adolescente desaparecido no Estado havia sido incluído no Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos até então.

Passados oito meses, pouca coisa mudou. Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), 1.588 casos de desaparecimento foram registrados no Estado entre janeiro e agosto do ano passado, incluindo 610 menores de idade – os dados mais atualizados, até dezembro, não foram informados. Até a última sexta-feira, apenas cinco menores desaparecidos em 2013 tinham sido incluídos no cadastro nacional, criado em março.

Entre eles está a menina Emilly Ferrari, 8, que foi vista pela última vez, em maio, na porta de casa em Rio Pardo de Minas, no Norte do Estado. Os dados sobre a criança foram incluídos pela Delegacia Especializada em Localização de Pessoas Desaparecidas da capital, que assumiu o caso em julho passado – dois meses após o desaparecimento de Emilly. A informação no cadastro, porém, poderia ter sido disponibilizada antes se a família da garota tivesse sido informada sobre a existência do banco de dados. “Se eu, que passo por situação de desaparecimento dentro da minha família, nunca ouvi falar do cadastro, imagina quem está ‘de fora’? Não adianta divulgar só na internet, que nem todas as famílias têm acesso”, reclama a mãe de Emilly, a professora Tatiany Ferrari, 30.

Para a presidente da Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas, Ivanise Esperidião, o cadastro nacional não representou avanço. “Enquanto ele for aberto ao público e ficar por conta das famílias preencherem os dados, continuará defasado, pois poucas são informadas sobre o cadastro. O ideal seria que o delegado responsável registrasse a queixa no momento em que é feito o boletim de ocorrência”, avalia.

Quando O TEMPO mostrou a defasagem do cadastro, o delegado Dagoberto Batista, da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, alegou que todos os dados de Minas haviam sido enviados. Ele garantiu ainda que todas as informações de desaparecidos seriam reenviadas. A reportagem procurou a assessoria da Polícia Civil, mas o órgão informou que só seria possível disponibilizar uma fonte para falar sobre o assunto hoje.



Projeto pretende evitar o desaparecimento de crianças nas praias

Projeto pretende evitar o desaparecimento de crianças nas praias Divulgação Portal IPR/Mário Motta

A parceria entre a Guarda Municipal e a Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas apresentou ontem o projeto que pretende evitar o desaparecimento de crianças em nossas praias. Foram divulgados o modelo da pulseira de identificação a ser colocada no pulso das crianças, o cronograma das praias em que serão distribuídas e a quantidade. Além da GMF e da Polícia Civil, também apoiam e participam da iniciativa a Câmara de Dirigentes Lojistas de Florianópolis, o Movimento Catarinense de Busca da Criança Desaparecida e o Portal da Esperança. 


Um caminhão para 20 carros de passeio
Desci a serra catarinense pela BR-282 no domingo com trânsito intenso. Sem congestionamentos, mas intenso. E percebi que só formavam filas, com 15 ou 20 carros de passeio, quando na frente transitava um caminhão pesado, carregado e em baixa velocidade. Claro que não sou contra o trânsito do progresso — que no Brasil transita por rodovias —, mas é fácil perceber a falta que fazem as terceiras faixas em subidas ao longo da BR-282. Nos pontos em que havia terceira faixa, o caminhão abria espaço e o trânsito fluía com muito mais agilidade. Quando um caminhoneiro se mostrava mais consciente, abrindo espaço de apenas duas rodas no acostamento, liberava a passagem dos carros menores. Pena que nem todo motorista tem essa consciência. 


Falta capacidade?
Segundo o leitor Murilo Junior, a água não chega às torneiras por falta de capacidade de armazenamento. Os mananciais dariam conta se os reservatórios fossem dimensionados para atender a demanda do verão. O problema é que falta planejamento. A Casan está finalizando a aprovação de um projeto junto à Caixa Econômica Federal para aumentar a capacidade de abastecimento por meio de uma adutora, que será instalada ao longo da Avenida Beira-Mar. Mas ainda não será a solução para o Norte da Ilha.


Calendário escolar 2014
As aulas nas redes estadual, municipal e particular de ensino do Estado começam no dia 13 de fevereiro. O recesso escolar deverá ser de 21 de julho a 1º de agosto e o final do ano letivo será 19 de dezembro. 
O calendário foi unificado para facilitar o planejamento das famílias, o transporte escolar e a formação dos professores. Os estudantes que ainda não efetivaram as matrículas terão nova oportunidade de 3 a 5 de fevereiro.

fonte>>http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/noticia/2014/01/projeto-pretende-evitar-o-desaparecimento-de-criancas-nas-praias-4383550.html

Pulseiras de identificação para crianças são distribuídas em praias de Florianópolis

Pulseiras de identificação para crianças são distribuídas em praias de Florianópolis Guto Kuerten/Agencia RBS

Dez mil pulseiras de identificação para crianças começam a ser distribuídas nas praias de Florianópolis a partir de quinta-feira. A ação faz parte de um projeto piloto e é uma parceria entre a Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD) e da Secretaria de Defesa do Cidadão do Município. 

A ação quer evitar que os pequenos se percam de seus pais e a ideia é que o serviço seja estendido a outras cidades do Estado. Com praias lotadas, muitas cores e informações, as crianças pequenas, sem muito senso de direção, podem se perder facilmente. O melhor remédio nessa hora é o olhar atento dos responsáveis, mas todo os artifícios para a prevenção são bem-vindos.

A pulseira com o nome dos responsáveis e contatos telefônicos facilita a sua identificação e faz com que a criança fique sozinha por menos tempo.

— O dano que uma criança desaparecida pode causar é grande, por ser um desaparecimento involuntário. A intenção é que isso não aconteça e que os traumas psicológicos sofridos pela criança sejam reduzidos — ressalta Andresa Ventura, Gestora de Projetos da Secretaria de Defesa do Cidadão de Florianópolis.

Além da distribuição de pulseiras, a ação que começa nas praias de Jurerê, Daniela, Ingleses e Canasvieiras, também será focada na conscientização. Seis policiais da Delegacia de Desaparecidos e três guardas municipais vão andar pelas praias, conversar com as famílias para passar orientações, entregar panfletos e a pulseirinha, pedindo que eles preencham a ficha e coloquem na criança. A intenção da DPPD é de que o projeto se estenda para mais praias da Ilha de Santa Catarina e de que seja levado para outras cidades do Estado. 

Na próxima semana, o titular da delegacia, Vanderlei Redondo, deve se encontrar com a secretaria do Meio Ambiente de Balneário Camboriú para definir datas de distribuição. Contatos com as cidades de Laguna, São Francisco do Sul e Itapema também já foram iniciados. 

— No final do ano, pretendemos levar o projeto para a Secretaria de Segurança Estadual para fazermos um trabalho em conjunto com o Corpo de Bombeiros, pois são eles que estarão nas praias — conta Redondo. 

O desafio para o poder público é evitar que casos de crianças perdidas se transformem em desaparecimentos. De outubro do ano passado até agora foram 12 ocorrências de crianças desaparecidas nas praias catarinenses. No mesmo período, o Corpo de Bombeiros registrou 363 casos de crianças perdidas nas 153 praias com a presença de Guarda-vidas — 153 deles só em Florianópolis, 10 em Itajaí, 34 na região de Governador Celso Ramos e Palhoça. Na região de Balneário Camboriú, foram 166 casos. 

Os registros verificados pelos bombeiros referem-se a situações que compreendem um curto espaço de tempo. As ocorrências policiais dizem respeito a uma situação que compreende um período maior de desaparecimento.

Em toda a temporada passada (de outubro de 2012 até 30 de abril de 2013), foram 1.375 — 212 em praias de Florianópolis, 593 em praias de Balneário, 511 nas praias do Continente (entre Gov Celso Ramos e Palhoça) e 18 casos nas praias do Sul.

Onde conseguir
- Todos os postos guarda-vidas do Estado têm pulseirinhas para distribuição
- O identificador também pode ser encontrado na Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (rua Ademar da Silva, 1.035, Bairro Kobrasol, São José). Outras informações no telefone (48) 3665-5595 ou pelo e-mail desaparecidos@pc.sc.gov.br.
Dicas para os pais
- Fique de olho na criança, a melhor maneira de evitar que ela se perca é a prevenção.
- Caso a criança se perca, procure um agente público: guarda-vidas, policial militar ou guarda municipal. É fácil identificá-los, pois estão sempre uniformizados. Eles saberão como proceder.
- Em seguida, mobilize o maior número de pessoas possível, passando as características físicas da criança.
- Quanto menos tempo a criança ficar perdida, menor será o trauma enfrentado por ela.

Dicas para quem encontra uma criança perdida
Ao encontrar uma criança perdida, a primeira coisa a fazer é gritar pelo nome dos pais, que geralmente não estão longe. Caso não haja resposta, leve o menino ou menina até um agente público para pedir orientações. Quando a criança está de pulseirinha, tudo fica mais fácil, pois o adulto que a encontrar tem acesso aos contatos dos pais e a criança pode ser devolvida à família mais rapidamente.
Cronograma de distribuição
Quinta-feira: Jurerê e Daniela
Sexta-feira: Ingleses e Canasvieiras
das 9h30 até o final da tarde
Sábado, se o tempo ajudar, a equipe voltará às quatro praias

sábado, 4 de janeiro de 2014

MPPB e CRM lançam campanha por crianças desaparecidas

MPPB e CRM lançam campanha por crianças desaparecidas

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), através do Centro de Apoio às Promotorias de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente, e os Conselhos Federal e Regional de Medicina (CFM e CRM-PB) lançam, nesta quarta-feira (11), às 14h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa, uma campanha para divulgar a “Lei da Busca Imediata” (Lei Federal 11.259/2005). De acordo com essa lei, as pessoas devem comunicar imediatamente à polícia o desaparecimento de uma criança ou adolescente para que as buscas sejam iniciadas o mais rápido possível.

O objetivo da campanha é acabar com o mito de que se deve esperar 24 horas para fazer um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de uma criança ou adolescente e mudar o drama vivido por muitas famílias no país, já que a cada 15 minutos, um criança desaparece no Brasil. Em 15% dos casos, as crianças e adolescentes desaparecidos nunca mais voltarão a ver os pais, mães e demais parentes.

Além de cartazes, divulgando a lei federal, serão distribuídos folderes, orientando as pessoas a como prevenir o desaparecimento de crianças e adolescentes, sobre as providências a serem adotadas em caso de desaparecimento e informações importantes que devem ser ensinadas ao público infanto-juvenil.

A campanha também tem como propósito divulgar serviços que podem ajudar na busca do desaparecido, como o Disque 100 ou 197 e o cadastro que pode ser feito no site www.desaparecidos.gov.br.

Providências

Segundo a promotora de Justiça que coordena o Centro de Apoio às Promotorias da Criança e do Adolescente, Soraya Escorel, as providências que devem ser adotadas em caso de desaparecimento de uma criança ou adolescente são: ligar imediatamente para o 197, fazer o boletim de ocorrência na delegacia mais próxima de sua casa (não é preciso esperar 24 horas para adotar essa providência!) e se informar na delegacia sobre a inclusão dos dados da criança desaparecida no programa internacional “DNA-Prokids”, que tem como objetivo reforçar o combate ao tráfico de crianças e adolescentes, bem como as adoções ilegais, através da identificação genética das vítimas e familiares.

Outras medidas a serem adotadas são a descrição da situação em que ocorreu o desaparecimento da criança ou do adolescente e a aparência da pessoa, assim como levar fotos e documentos do desaparecido.

Já as pessoas que encontrarem uma criança ou adolescente devem fazer um boletim de encontro do desaparecido na delegacia mais próxima de sua casa.

A promotora também disse que a prevenção do desaparecimento de uma criança e adolescente se dá, principalmente, através do diálogo na família e de medidas simples como não descuidar dos filhos pequenos em locais públicos, acompanhando-os sempre nos banheiros públicos. Orientar o filho a procurar o pessoal de segurança nos locais públicos, em caso de necessidade, também é importante.

Já as crianças devem ser orientadas pelos pais a nunca falarem com pessoas estranhas, a não andarem sozinhas nas ruas e lugares públicos, nem a entrarem em banheiros públicos sozinhas, a não aceitarem nada de estranhos e a andarem sempre com um documento de identificação, com o telefone dos pais e endereço.

As crianças e adolescentes também devem ser orientados pelos familiares a nunca passarem informações pessoais nas redes sociais e que, caso se percam, que liguem imediatamente para o número 190 ou 197, pedindo ajuda.

“Lei da busca imediata”

A campanha “Denuncie imediatamente o desaparecimento de crianças”, foi lançada em dezembro de 2011 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na Paraíba, a campanha que tinha como principal público-alvo os 370 mil médicos que atuam no território brasileiro (sendo que cerca de 5 mil estão em atividade na Paraíba) também será voltada aos demais profissionais da saúde, a profissionais da educação, segurança pública, aos integrantes do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (o que inclui conselhos tutelares, Ministério Público, organizações não-governamentais e Vara da Infância, por exemplo) e à sociedade em geral.

De acordo com o pediatra João Medeiros, os médicos podem colaborar com o enfrentamento do problema durante o exercício da profissão. “A orientação é de que os profissionais fiquem atentos nos hospitais, pronto-socorros e clínicas quanto à presença de sinais de agressão, às semelhanças entre os pais e as crianças e ao comportamento da criança com a família. Outra recomendação é que os médicos sempre confiram os documentos da criança e do adolescente e dos responsáveis. O mais importante é fazer a denúncia, se houver qualquer suspeita”, destacou.


fonte>>http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20131210232959&cat=paraiba&keys=mppb-crm-lancam-campanha-criancas-desaparecidas

Criança de 4 anos é encontrada ferida em terreno de Campos do Jordão, SP



Uma menina de quatro anos foi encontrada ferida em uma pedreira na madrugada deste sábado (4), no bairro Vila Santo Antônio, emCampos do Jordão (SP). Segundo informações da Secretaria de Saúde, a criança relatou no Pronto Socorro que foi vítima de uma tentativa de estupro. Ainda de acordo com a prefeitura, um homem apontado pela garota como autor chegou a ser detido, mas foi liberado. A Polícia Civil informa que o suspeito foi liberado por falta de provas e assegura que investiga o caso.
De acordo com o boletim de ocorrência, durante a noite desta sexta-feira (3) a mãe relatou que foi tomar banho enquanto a filha dormia no quarto, mas quando deixou o banheiro não encontrou mais a criança e a porta da sala da casa estava aberta. A família procurou a menina desde as 21h30 até encontrá-la na pedreira por volta das 2h. A criança estava sem roupa e apresentava ferimentos no rosto, perto dos olhos, e na cabeça.

No Pronto Socorro, ela teria relatado, segundo a Secretaria de Saúde, que ao acordar e não ver a mãe saiu na rua para procurá-la. Ainda de acordo com o relato da menina, um vizinho a teria abordado na calçada e a levado para a pedreira, onde tirou sua roupa e tentou tocar em suas partes íntimas. Ela conta ainda que nesse momento teria começado a gritar e foi esganada pelo homem, que ao não conseguir controlá-la teria pisado em sua cabeça e a arremessado da pedreira.

De acordo com a pediatra que está fazendo o atendimento, preliminarmente não há indícios de que algum ato sexual tenha sido consumado. A criança está bem e tem quadro de saúde estável, mas vai ficar em observação.

Criança de quatro anos é encontrada morta em Amarante do Maranhão



Em Amarante do Maranhão, município que fica a 100 km de Imperatriz, uma criança de quatro anos de idade, que estava desaparecida há dois dias, foi encontrada morta nessa quarta-feira (1). O corpo da menina estava sem roupa, com sinais de abuso sexual e  duas perfurações a faca.
Segundo informações de moradores, a criança estava desaparecida há dois dias e foi encontrada em um matagal, na periferia da cidade. A morte provocou revolta nos moradores que lincharam um homem suspeito de ter cometido o crime. O suspeito, ainda segundo as informações de moradores, era um índio que era frequentemente visto pela cidade. Com elem segundo a polícia, foi encontrada uma peça de roupa da criança.
Segundo o Instituto Médico Legal (IML), em Imperatriz, uma equipe seguiu da cidade com destino a Amarante para fazer o recolhimento dos dois corpos. Segundo a Polícia Militar de Imperatriz o caso está sendo investigado.

TJ-SP decreta prisão preventiva de mãe e padrasto do menino Joaquim



A psicóloga Natália Ponte, mãe do meninoJoaquim Ponte Marques, foi presa novamente na manhã deste sábado (4) após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretar a prisão preventiva dela e do padrasto, Guilherme Longo. A informação foi confirmada à EPTV pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que chefiou as investigações sobre o desaparecimento e a morte da criança de 3 anos. O decreto foi assinado pela 1ª Juíza de Direito Auxiliar,  Lucilene Aparecida Canella de Mello. Guilherme Longo segue detido na Delegacia Seccional de Barretos (SP).
Natália foi presa em São Joaquim da Barra (SP), cidade onde vivem seus pais, e levada para a Cadeia Feminina de Franca, onde permanece detida sozinha em uma cela.  A psicóloga chegou a ficar presa por 31 dias, mas foi libertada em dezembro após o Tribunal de Justiça de São Paulo conceder a ela um habeas corpus, antes da conclusão do inquérito policial.

Na última quinta-feira (2), o promotor Marcus Túlio Nicolino encaminhou à Justiça de Ribeirão Preto (SP) a denúncia sobre a morte do menino. Além do indiciamento e do pedido de prisão preventiva do padrasto – já formalizados em relatório elaborado pela Polícia Civil –, o promotor acusa a psicóloga de omissão e pediu também a prisão preventiva da mãe de Joaquim. Para Nicolino, a psicóloga deve ser responsabilizada porque tinha ciência dos riscos que corria enquanto vivia com Longo.
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro entregou à Justiça a conclusão do inquérito policial sobre o caso no dia 27 de dezembro. No relatório final, entregue à 2ª Vara de Execuções Criminais do Fórum de Ribeirão Preto (SP), Castro indicia o padrasto do menino, Guilherme Longo, pelos crimes de homicídio doloso triplamente qualificado e ocultação de cadáver. O pedido de prisão preventiva do técnico em TI também foi anexado ao documento
Entenda o caso
Joaquim Ponte Marques foi encontrado morto no dia 10 de novembro, boiando no Rio Pardo. Ele havia desaparecido no dia 5 de novembro da casa onde vivia com a mãe, o padrasto e o irmão, no bairro Jardim Independência, em Ribeirão Preto.
O padrasto de Joaquim está detido na Delegacia Seccional de Barretos desde que o corpo do menino foi encontrado e foi indiciado por homicídio triplamente qualificado. De acordo com o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que chefia as investigações, o indiciamento de Longo foi feito baseado num conjunto de provas. No entanto, segundo Castro, o trajeto feito pelos cães farejadores e a diferença de doses de insulina encontrada em uma das canetas que eram utilizadas no menino – que sofria de diabetes – foram determinantes para incriminar o padrasto.
Para Castro, Longo aplicou uma superdosagem de insulina no menino e depois jogou o corpo dele no córrego que fica nas proximidades da casa da família. O delegado, no entanto, diz não ter encontrado indícios que pudessem ser levados em consideração para que Natália Ponte respondesse pela morte do filho. Já a Promotoria teve um outro entendimento.
Joaquim, de 3 anos, desapareceu no dia 5 de novembro em Ribeirão Preto (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)

















Jovem de 15 anos sai para entregar currículo e desaparece em Bauru



A estudante Gabriely Lopes da Silva, 15 anos, está desaparecida desde a última quinta-feira (2), em Bauru, quando saiu de casa, por volta das 19h, para entregar currículo em uma empresa, na região da Vila Cardia, e não mais retornou.
Os familiares estão bastante aflitos com o desaparecimento da adolescente. A mãe da vítima, Patrícia de Lourdes Bertin Lopes, procurou a Central de Polícia Judiciária (CPJ), na tarde de sexta-feira (3), para registrar o desparecimento.
Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Gabriely deve entrar em contato pelo telefone: (14) 99626-1712, 99687-8314 ou 99797-9316 ou pelo 190 da Polícia Militar.

Polícia investiga se sequestro de Madeleine ocorreu após roubo frustrado

A Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard, investiga se a menina britânica Madeleine McCann foi sequestrada após um roubo frustrado ao apartamento do resort onde ela estava, em Portugal. A garota, então com 4 anos, desapareceu em maio de 2007, em Algarve, onde passava férias com os pais e os dois irmãos.
Os investigadores identificaram três suspeitos de terem sequestrado a menina, e a principal suspeita é que eles quisessem assaltar o apartamento onde Madeleine e os irmãos dormiam. Porém, a garota teria acordado durante a ação dos ladrões, que teriam entrado em pânico e decidido levá-la com eles.
"Depois de todas as teorias rebuscadas sobre o que pode ter acontecido com Madeleine, pode haver uma explicação muito mais simples: que um assalto terminou muito mal", disse uma fonte ao jornal Daily Mail. Pelo menos um dos suspeitos é português.
Uma análise dos celulares dos homens aponta que uma quadrilha de roubos operava próximo ao local onde a garota desapareceu.  Os três homens fizeram várias ligações uns aos outros horas depois que Madeleine foi declarada desaparecida.
A polícia acredita que eles já haviam entrado no resort antes e tentado roubar outro apartamento - onde também havia uma criança, cujos pais estavam bebendo fora do quarto. Quando a mãe e o pai entraram no local, os três já haviam fugido. Na época, a polícia portuguesa não levou em conta essa tentativa de assalto para as investigações sobre Madeleine, e agora detetives britânicos afirmam que esse descuido foi uma "desgraça".

Namorado confessa ter matado adolescente em Valinhos, diz polícia

Taynara de Oliveira, de 14 anos, foi encontrada morta às margens de estrada de terra em Valinhos (SP) (Foto: Toni Mendes/EPTV)

O namorado da estudante Taynara Sato de Oliveira, de 14 anos, encontrada morta em um terreno no bairro Vale Verde, em Valinhos (SP), no dia 15 de dezembro, confessou à Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (3), que matou a adolescente. Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Álvaro Noventa Júnior, o jovem de 20 anos afirmou que estrangulou a namorada depois de uma discussão na noite do dia 9 de dezembro.
O rapaz, que prestou depoimento na Delegacia de Valinhos nesta sexta-feira, disse à polícia que ouviu a menina dizer para uma amiga por telefone que iria terminar o namoro e por isso ele teria ficado nervoso e cometido o crime. O jovem será indiciado por homicídio doloso e vai ser encaminhado novamente para a cadeia anexa ao 2º Distrito Policial de Campinas, onde está preso desde o dia 16 de dezembro.
A determinação da prisão ocorreu após o depoimento de uma testemunha, que demonstrou indícios de envolvimento do namorado na morte de Taynara. A garota ficou desaparecida por seis dias e o corpo foi encontrado pela Guarda Municipal, enterrado, a poucos metros da casa onde a vítima vivia. De acordo com o delegado, o suspeito tinha arranhões e lesões pelo corpo.
Discussão
Segundo a Guarda Municipal, na tarde do dia 9, o namorado chegou a discutir com Taynara antes do desaparecimento dela, o que foi verificado pela família um dia depois. As informações partiram de relatos de vizinhos que não quiseram se identificar.

PROCURA-SE Minas registrou quase 19 mil casos de desaparecimentos em 2013

Só este ano, a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida registrou 18.834 casos de pessoas desaparecidas em todo o  Estado. Dessas, 16.036 foram localizadas. As investigações continuam para localizar 2.798 pessoas.

Apenas em Belo Horizonte, foram registrados no mesmo período 11.807 desaparecimentos, sendo que destes, 10.473 pessoas foram localizadas e 1.334 casos continuam sendo investigados, segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social.
De acordo com os dados divulgados pela Polícia Civil e registrados até o dia 2 de dezembro deste ano, na capital, foram 756 crianças desaparecidas com idades entre 0 e 11 anos, e 722 delas encontradas. 34 crianças continuam desaparecidas.
Já no interior do Estado, 18.834 pessoas desapareceram desde o início do ano e 16.036 foram encontradas. 2.798 pessoas continuam desaparecidas. O maior número de registros é relativo a mulheres entre 18 a 59 anos. Foram 3.331 delas que desapareceram em 2013. Somando-se ao número de desaparecidas na capital, o registro fica em 7.606 mulheres desaparecidas em todo o Estado.
 

SC conta com a 3ª Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas no país

SC conta com a 3ª Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas no país

Santa Catarina conta com a Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD). Esta é a 3ª unidade de desaparecidos da Polícia Civil no país. A estrutura atende todo o Estado na localização de pessoas e está direcionada à possível identificação de cadáveres, para evitar o sepultamento de indigentes. O primeiro atendimento é feito na delegacia local, ou seja, na cidade onde a pessoa desapareceu. “No momento que a pessoa registra a ocorrência na cidade mais próxima do acontecido, na mesma hora somos informados e tomamos as devidas providências”, explicou o delegado titular da Delegacia, Wanderley Redondo. De acordo com o delegado Wanderley Redondo, desde 2002 foram registrados em Santa Catarina, 18 mil desaparecimentos. Destes, cerca de 90% retornaram aos seus lares, só que muitos desses casos não fizeram um novo Boletim de Ocorrência registrando o reaparecimento da pessoa. Desta forma, para amenizar o número de ocorrências em aberto sobre desaparecimentos, a unidade especializada fará a gestão de um mecanismo de alerta, que seria implantado no atual sistema de informações usado pela Polícia Civil de Santa Catarina, o Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP), e acessível a todos os policiais. “Assim, toda vez que uma pessoa que possua registro de desaparecimento for identificada numa unidade policial, o sistema emitirá um alerta para o policial civil, para que o registro de reaparecimento seja feito”, informou Redondo. A Delegacia de Desaparecidos funciona em São José, na Grande Florianópolis, no mesmo prédio que está a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso. O endereço é Rua Adhemar da Silva, 1135 – Bairro Kobrasol. O telefone de contato é o (48) 3665-5595.

fonte>>http://www.atribunanet.com/noticia/sc-conta-com-a-3a-delegacia-de-policia-de-pessoas-desaparecidas-no-pais-99442

Criança sequestrada na véspera do Natal, no AM, é encontrada por taxista

Criança foi encontrada e voltou para os pais nesta quarta-feira (25) (Foto: Alírio Lucas/G1 AM)

A criança de dois anos sequestrada na véspera de Natal, em uma loja do Centro de Manaus, foi encontrada na tarde desta quarta-feira (25). A menina Tamara de Oliveira da Silva foi entregue à polícia por um taxista por volta das 13h15, segundo o policial militar Arrysse Samlay, da 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).
O taxista teria levado a suspeita de sequestrar Tamara por volta das 7h desta quarta-feira (25) do Mauazinho, na Zona Leste de Manaus, até o Morro da Catita, comunidade também localizada na Zona Leste. De acordo com o PM, a suspeita pediu para que o taxista parasse o carro no local enquanto ia buscar dinheiro. A criança ficou no veículo, sob os cuidados do motorista.
Imagem mostra mulher suspeita com a menina e irmão (Foto: Reprodução/TV Amazonas)Imagem do circuito interno de loja mostra mulher suspeita com a menina e irmão (Foto: Reprodução/TV Amazonas)
Ainda segundo o PM, o motorista esperou por pelo menos duas horas pela suspeita, que, segundo ele, não voltou para o carro, e levou a criança à 13ª Cicom. "Não liguei isso às informações do sequestro, mas a guarnição afirmou que havia uma criança desaparecida. Entramos em contato com a [titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca)] Linda Gláucia, que tomou as devidas providências", acrescentou.
Na delegacia, criança brincava com os pais ao lado enquanto taxista prestava depoimento (Foto: Alírio Lucas/G1 AM)Na delegacia, criança brincava com os pais
enquanto taxista prestava depoimento
(Foto: Alírio Lucas/G1 AM)
A delegada explicou ao G1 que as buscas pela suspeita continuam. "Caso ela seja encontrada até a noite desta quarta-feira, será presa em flagrante. A partir de amanhã, já responderá a um inquérito", disse Linda Gláucia.
Aliviada, a mãe de Tamara conversou com oG1 na sede da Depca, localizada na Zona Sul de Manaus. Segundo ela, a criança está com os cabelos mais curtos do que antes do sequestro. "Foi um pesadelo. Não dormi pensando no que essa mulher poderia fazer. Fiquei com medo de ela fugir, mas agora estou aliviada. Foi o presente de Natal no dia certo", resumiu a vendedora ambulante Rosimeire Pereira de Oliveira, de 30 anos.

ntenda o caso
Tamara de Oliveira da Silva estava com a mãe, Rosimeire Pereira de Oliveira, na banca de verduras onde a mulher trabalha quando saiu com o irmão de 13 anos para pegar bombons em uma loja. Os dois teriam sido abordados por uma mulher que, segundo o irmão da vítima, ofereceu presentes de Natal para os dois.
De acordo com a Polícia Civil, a mulher teria levado as crianças para outra loja, onde comprou uma boneca para a menina. Enquanto o irmão mais velho escolhia um presente, a mulher, não identificada, desapareceu com a criança. Imagens das câmeras de segurança da loja em que as crianças foram abordadas mostram os dois deixando o local com a suspeita. O irmão da menina pediu ajuda de uma viatura da Polícia Militar (PM), mas a menina não foi encontrada.