quarta-feira, 18 de junho de 2014

Número expressivo é um alerta para o drama das crianças desaparecidas

Rio - A cada 45 minutos, 22 pessoas desaparecem no Brasil. É como se, no segundo tempo de uma partida de futebol, nem o seu time e nem o adversário voltassem do vestiário. Com esse alerta, o portal ‘Meu Filho Sumiu’ joga luz sobre um dos mais graves problemas sociais enfrentados pelo Brasil e lembrado no mundo todo neste domingo, Dia Internacional da Criança Desaparecida. A cada ano, 250 mil pessoas somem misteriosamente sem deixar vestígios. Destas, o Ministério da Justiça estima que 40 mil sejam menores de idade — sete mil somente no município do Rio.
Para que esses milhares de rostinhos nunca caiam no esquecimento, a data será celebrada pela primeira vez em uma favela carioca. Mães e parentes de vítimas vão participar de um culto evangélico, às 10h, na quadra do Morro do Chapéu Mangueira, no Leme. O evento é uma iniciativa do site www.meufilhosumiu.com, ferramenta de busca de desaparecidos, utilizada por 4 milhões de usuários. Para utilizá-la, basta acessar o site e cadastrar a vítima. A informação é repassada para o Ministério Público, delegacias, e divulgada nas redes sociais. 


Junto com o site, o advogado Arnaldo Gesuele criou um aplicativo que dispara um alarme a cada denúncia de uma nova vítima. “As primeiras 24 horas são fundamentais para localizar a criança. Depois disso, a cada hora que passa, ela pode estar a caminho do exterior”, explica. 
Uma das fotos compartilhadas é a de Gisela Andrade de Jesus. Ela sumiu, em 2010, aos 9 anos, quando voltava da escola, na favela Nova Holanda, e parou em posto de gasolina para beber água. Foi a última vez que foi vista. Sem notícias da filha, a auxiliar de serviços Lenivanda Andrade, 36 anos, vive à base de remédios. “Ela tem bronquite. Então quando o tempo esfria, fico desesperada imaginando onde ela está. Se está sendo bem cuidada, se está se alimentando. É a minha única filha”, desabafa a mãe. 
Para muitos pais, uma nova esperança surge com a inauguração da delegacia especializada em pessoas desaparecidas no Rio. A unidade será instalada na Cidade da Polícia, no Jacarezinho, e vai atender casos de desaparecimento na capital. A inaugurada será após a formatura dos novos inspetores, em junho.

fonte>>http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-05-24/numero-expressivo-e-um-alerta-para-o-drama-das-criancas-desaparecidas.html

Projeto de lei pretende facilitar buscas por crianças desaparecidas

Um projeto de lei tramita na Câmara Federal para que as buscas por crianças desaparecidas sejam facilitadas pelos meios de comunicação. Pelo projeto, os veículos de comunicação eletrônicos (rádio e televisão) ficariam obrigados a veicular alertas com nome, descrição e imagens de crianças desaparecidas nas primeiras horas do ocorrido, desde que comprovada a situação por autoridade policial.
A propostase baseia em um sistema implantado nos Estados Unidos, onde aproximadamente 800 mil crianças desaparecem todos os anos. No Brasil, estima-se que esse número seja de 40 mil por ano. Cerca de 10 a 15% desses casos não são resolvidos de imediato e essas pessoas permanecem desaparecidas por longos períodos ou jamais são encontradas. O destino das crianças e adolescentes é quase sempre trágico, podendo ser vítimas de tráfico de órgãos, exploração sexual ou adoções ilegais. 
“Especialistas dizem que as primeiras horas após o desaparecimento da criança são críticas para sua recuperação, porque a cada hora que passa aumenta a chance de o sequestrador se afastar do local. Acreditamos que uma rápida e intensa divulgação na mídia aumentaria muito a chance de resgate dessas vidas”, argumenta Alfredo Kaefer (PSDB-PR), autor do projeto.

fonte>>http://www.bemparana.com.br/noticia/331725/projeto-de-lei-pretende-facilitar-buscas-por-criancas-desaparecidas

Projeto de lei pretende facilitar buscas por crianças desaparecidas

Um projeto de lei tramita na Câmara Federal para que as buscas por crianças desaparecidas sejam facilitadas pelos meios de comunicação. Pelo projeto, os veículos de comunicação eletrônicos (rádio e televisão) ficariam obrigados a veicular alertas com nome, descrição e imagens de crianças desaparecidas nas primeiras horas do ocorrido, desde que comprovada a situação por autoridade policial.
A propostase baseia em um sistema implantado nos Estados Unidos, onde aproximadamente 800 mil crianças desaparecem todos os anos. No Brasil, estima-se que esse número seja de 40 mil por ano. Cerca de 10 a 15% desses casos não são resolvidos de imediato e essas pessoas permanecem desaparecidas por longos períodos ou jamais são encontradas. O destino das crianças e adolescentes é quase sempre trágico, podendo ser vítimas de tráfico de órgãos, exploração sexual ou adoções ilegais. 
“Especialistas dizem que as primeiras horas após o desaparecimento da criança são críticas para sua recuperação, porque a cada hora que passa aumenta a chance de o sequestrador se afastar do local. Acreditamos que uma rápida e intensa divulgação na mídia aumentaria muito a chance de resgate dessas vidas”, argumenta Alfredo Kaefer (PSDB-PR), autor do projeto.

fonte>>http://www.bemparana.com.br/noticia/331725/projeto-de-lei-pretende-facilitar-buscas-por-criancas-desaparecidas

Fiscalização flagra 247 crianças em trabalho irregular

Entre janeiro e maio deste ano, em Goiás, foram localizadas 247 crianças e adolescentes submetidas a trabalho irregular, segundo dados da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO). No ano passado foram afastados 894 menores.
É considerado trabalho irregular atividades para terceiros, com fins lucrativos, sem nenhum direito trabalhista e exercendo jornada excessiva, entre outras irregularidades. 
A punição para quem foi flagrado pelos fiscais do MTE explorando mão-de-obra infantil dependeu da gravidade do caso, da vantagem econômica obtida e do porte da empresa, variando de R$ 402,53 a R$ 1.891,36, por menor localizado trabalhando, sendo que a multa conta em dobro no caso de reincidência. 
Panorama
Em 2014, as cidades com maior número de afastamento de crianças e adolescentes em Goiás foram Goiânia (70), Aparecida de Goiânia(28), Pires do Rio (26), Cachoeira Alta (20) e Goianésia (12). 
Segundo o superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Goiás, Arquivaldo Bites, a mudança da metodologia do combate ao trabalho infantil implementada a partir de 2013 possibilitou um aumento significativo no número de afastamentos de crianças e adolescentes em Goiás.
“Os menores são encaminhados para a assistência social dos municípios e para o programa jovem aprendiz, numa ação voltada para acolher tanto a criança, o adolescente quanto suas famílias”, afirmou.   

Sicride encontra criança desaparecida

Policiais civis do Serviço de Investigações de Crianças 

Desaparecidas (Sicride), sob o comando da delegada 

Iara Laurek Dechiche, localizaram, no final da noite na 

última sexta-feira (13), em uma Praça no Município de 

Pinhais, um menino de sete anos que estava 

desaparecido desde a manhã de sexta-feira.

De acordo com informações apuradas pela polícia, a 

criança desapareceu pela manhã quando estava 

brincando no quintal de sua casa em Colombo. A 

criança foi entregue ao responsável e passará por 

acompanhamento psicológico de profissional do 

Sicride.


fonte>>http://www.policiacivil.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=9038&tit=Sicride-encontra-crianca-desaparecida

Família desaparece: até o pequeno-almoço ficou na mesa

Uma família de quatro pessoas desapareceu a 27 de maio sem deixar rasto. A mulher e o namorado, juntamente com as duas filhas dela desapareceram simplesmente. A avó das crianças e ex-sogra da mulher pode ser a chave para resolver o mistério.

A polícia não confirma, mas Lisa Marie Hundley, avó das crianças desaparecidas no Alasca, Estados Unidos, há mais de um mês, foi detida para interrogatório. Segundo as autoridades, a mulher de 46 não é suspeita, mas já estava a ser procurada por tráfico de droga e pode ser uma ajuda no desvendar deste mistério que já foi entregue ao FBI. 

Afinal, o que aconteceu àquela família? Rebecca Adams, de 22 anos, e as filhas Michelle Hundley, de cinco, e Jaracca Hundley, de três, juntamente com o namorado de Rebecca, Brandon Jividen, com 37, ão deram mais sinal de vida desde o dia 27 de maio. Até o pequeno-almoço ficou na mesa. Não levaram roupa, nem as chaves ou as carteiras. 

O canal de televisão local KTUU, filiada da NBC, adianta, no entanto, que Lisa Marie Hundley tinha «problemas», nomeadamente, questões financeiras, com a antiga nora e viúva do filho, vítima de um acidente em 2012. 


fonte>>http://www.tvi24.iol.pt/internacional/familia-desaparecidos-alasca-sogra-fbi-tvi24/1560199-4073.html

Crianças desaparecidas estampam figurinhas em ação que divulga a ONG Mães da Sé

Para chamar atenção para o problema das crianças desaparecidas no Brasil, a agência Newstyle pegou carona no sucesso das figurinhas do álbum da Copa e desenvolveu uma campanha para a ONG Mães da Sé. 



A ideia foi estampar o rosto de crianças e jovens desaparecidos em figurinhas personalizadas, e distribuir os pacotinhos em pontos de grande movimento da capital paulista. Estima-se que pelo menos 18 mil pessoas estejam perdidas de seus familiares todos os anos.
A expectativa é que as figurinhas sejam coladas pela cidade e também compartilhadas nas redes sociais, com a hashtag #FigurinhasDesaparecidas.

fonte>>http://www.portalimprensa.com.br/cdm/caderno+de+midia/66353/criancas+desaparecidas+estampam+figurinhas+em+acao+que+divulga+a+ong+maes+da+se

Número de desaparecidos no Brasil pode crescer com a Copa

SFG

A cada hora, 28 pessoas desaparecem no Brasil. No fim de um ano, são 250 mil desaparecidos. A estimativa é do advogado Arnaldo Gesuele, que teme que esses números aumentem ainda mais com a Copa do Mundo no país. “O desaparecimento de crianças e adolescentes ocorre por demanda. O Brasil irá receber cerca de 600 mil turistas, e parte deles virá apenas para praticar o ‘pornoturismo’. A capital (do turismo sexual) será Fortaleza, porque isso é muito forte no Nordeste”, diz.

Sensibilizado por essa triste realidade, que conheceu após uma reunião com mães de desaparecidos, Gesuele criou o site Meu Filho Sumiu (www.meufilhosumiu.com). Em apenas oito meses no ar, a página já conta com 7.521 cadastros de desaparecidos.
O sistema de divulgação em massa também está disponível nas redes sociais (Facebook e Twitter) e aplicativos para celular, e já atinge 4 milhões de pessoas. “Ultrapassamos as 19 mil curtidas no Facebook, e quando as pessoas compartilham os alertas (posts), se tornam vigilantes voluntários. No primeiro alerta que soltamos, já tivemos mais de 1 milhão de visualizações e 160 mil compartilhamentos. Não queremos justiceiros, quem prende e investiga é a polícia”, diz Gesuele.
O alerta do advogado já foi retratado também pelo jornalista Mauri König, no livro “O Brasil Oculto”, lançado em 2013. Ele percorreu 42 mil km pelo Brasil para mostrar que, por trás dos famosos pontos turísticos, existe um mundo obscuro que alimenta o tráfico de pessoas.
Situação. Mais de 2.798 casos de pessoas desaparecidas estão sendo investigados atualmente pela Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Polícia Civil de Minas Gerais (veja infográfico).
A chefe do órgão, Cristina Coelli, afirma que não é possível prever um aumento no número de desaparecidos por causa do Mundial e das Olimpíadas, mas reconhece que a situação deve ser uma preocupação de todos no país. “Estamos percorrendo os 22 departamentos de polícia no Estado para levar informação. Estamos bem próximos desses eventos, e é preciso conscientizar para prevenir”, diz.
No Brasil, porém, segundo o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos, existem apenas 353 casos em 20 Estados. Além de ser uma reclamação de diversos setores ligados à busca de desaparecidos, a ausência de dados oficiais e o uso incorreto do cadastro foram reconhecidos pela própria Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal. “Para funcionar é preciso contar com a participação dos Estados, porém eles não inserem esses números”, disse uma assessora por telefone.
Informações
Telefone. Todas as informações acerca de pessoas desaparecidas devem ser comunicadas à Polícia Civil de Minas Gerais. A pessoa deve ligar para o número 0800-2828-197.
O que fazer?
Prevenção: Sempre procurar registrar fotos das crianças a cada seis meses, pois elas mudam rápido.
Contato: Sempre deixar uma pulseirinha ou um papel com o telefone de contato com a criança, pessoas com deficiência e idosos.
Desaparecimento: Ao constatar o sumiço, fazer o registro imediato por meio de um Boletim de Ocorrência, em qualquer delegacia de polícia.

fonte>>http://www.otempo.com.br/super-noticia/n%C3%BAmero-de-desaparecidos-no-brasil-pode-crescer-com-a-copa-1.860598

Em Portugal não se aposta na prevenção como no Reino Unido

Ao contrário do que acontece no Reino Unido, quando se olha para o sistema de protecção dos direitos das crianças em Portugal, “não se aposta na prevenção”, diz a presidente da Associação Portuguesa das Crianças Desaparecidas, a psicóloga Patrícia Cipriano. “Eles agem de imediato, nós não. Não há uma acção veemente por parte do Estado.”
Os “indícios claros de perigo” susceptíveis de levar à retirada de uma criança do seio familiar podem resultar de maus-tratos físicos ou emocionais, negligência, exposição a modelos desviantes ou comportamentos violentos, entre outras situações menos referenciadas.
Mas, ao contrário do Reino Unido, antes de se avançar para a decisão de retirar uma criança, tentam-se esgotar todas as outras medidas de protecção, começando por dar apoio aos pais e tentar que mudem o seu comportamento. Por vezes correm-se riscos, como sucedeu no final de 2012 numa aldeia de Alenquer, quando duas crianças foram mortas pela mãe, depois as autoridades já terem intervindo por queixas de negligência.
Quando o acompanhamento da família pelas comissões de protecção de crianças e jovens em risco não se revela suficiente, parte-se para outro patamar: o de procurar uma solução em meio natural de vida, junto de um familiar, para não cortar os laços com os pais. Se isso não for possível e o menor continuar em perigo, a comissão tenta promover a retirada com o consentimento dos pais.
Quando tal também é impossível, a decisão cabe aos tribunais e pode ser imposta. Nesse caso, pode ser dada uma ordem para a criança ser colocada numa instituição de acolhimento temporário e depois, quando não há perspectiva de melhoria da situação, entregue para adopção.
Na decisão do juiz, tomada com base em relatórios de técnicos, existe sempre lugar à subjectividade. Por isso, tem sido defendido que, para minimizar erros de avaliação do risco, a situação da família seja acompanhada por equipas multidisciplinares – de técnicos de várias áreas – e não apenas submetida ao olhar de um número reduzido de profissionais.

fonte>>http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-portugal-nao-se-aposta-na-prevencao-como-no-reino-unido-1639240