quarta-feira, 23 de julho de 2014

Registro imediato de casos de pessoas desaparecidas agora é lei em São Paulo

DESAPARECIDO
Por força de lei aprovada pela Assembleia Legislativa, a Delegacia Geral de Polícia Civil editou, no último mês de junho, portaria determinando que nos casos de registro de desaparecimento de criança, adolescente ou de pessoas com deficiência física, mental e/ou sensorial, qualquer que seja sua idade, a unidade policial civil deverá providenciar imediata comunicação à Polícia Federal, aos portos, aeroportos, terminais rodoviários, ferroviários, polícia rodoviária e companhias de transporte intermunicipais, interestaduais e internacionais existentes ou que operem em sua respectiva circunscrição policial, fornecendo-lhes todos os dados necessários à identificação do desaparecido.
A decisão acompanha as diretrizes preconizadas na Política Estadual de Busca de Pessoas Desaparecidas, institucionalizada pela Lei estadual 15.292/2014. É uma iniciativa que tem como objetivo a procura e a localização de todos aqueles que, por qualquer circunstância anormal, tenham seu paradeiro considerado desconhecido, encontrando-se em lugar incerto e não sabido.
Prazo indefinido
A Política Estadual de Busca de Pessoas Desaparecidas preconiza a execução de programas e ações de inteligência e articulação entre órgãos públicos e unidades policiais na investigação das circunstâncias do desaparecimento, até a definitiva solução; o apoio e o empenho do poder público à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico voltados às análises que auxiliem e contribuam para a elucidação de todos os fatos, até a localização da pessoa; a participação dos órgãos públicos, assim como da sociedade civil, na formulação, definição e controle das medidas.
O prazo para encerramento das investigações dos casos de desaparecimento também sofreram alteração a partir da promulgação da lei. Agora elas só serão interrompidas quando a pessoa desaparecida seja encontrada. A lei estabelece, ainda, que nenhum corpo ou restos mortais encontrados sejam sepultados como indigentes sem que antes seja realizado o cruzamento de dados, coleta e inserção de informações no Banco de Dados estadual.
Os hospitais, clínicas e albergues, públicos ou privados, assim como entidades religiosas, comunidades alternativas e outras que acolham pessoas serão obrigados a informar às autoridades públicas os casos de ausência de identificação. Os casos de desaparecimentos também deverão ser comunicados pelos órgãos públicos aos veículos de comunicação.
As empresas de telefonia com atuação no Estado de São Paulo também serão envolvidas, para efeitos de investigação e busca, e deverão disponibilizar às autoridades, informações sobre o uso do sistema de telefonia fixa e móvel, que possam levar ao paradeiro da pessoa desaparecida.
Milhares de desaparecidos
Na justificativa do projeto aprovado, o autor da proposta referia-se a dados da Polícia Civil, divulgados pela imprensa em fevereiro de 2011, que informavam que o número de pessoas desaparecidas chegou a 13.089 entre 1º de janeiro de 2008 e 9 de fevereiro de 2011, uma média de 11 pessoas desaparecidas por dia, entre crianças, idosos, mulheres e homens. Nesse mesmo período, parentes e amigos comunicaram às delegacias paulistas o sumiço de 63.150 pessoas.
Desses casos, 50.061 foram esclarecidos. Em boa parte deles, felizmente aconteceu o reaparecimento de forma espontânea das pessoas; outros casos, porém, foram solucionados com a descoberta do corpo das vítimas. De qualquer forma, restavam ainda cerca de 13 mil casos de desaparecimento em aberto, sem contar existentes anteriormente a 2008.
Diante de tais dados, a ausência de uma articulação entre os vários órgãos públicos e a polícia, e de um serviço de informação baseado em banco de dados de âmbito do Estado de São Paulo, mas interligado ao já existente Sistema Nacional de Informações ” a Rede Infoseg “, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, vinha relegando aos parentes, familiares e amigos, todos os esforços, mobilização e diligências visando à procura e localização daqueles que desapareceram.
Dor das famílias
O que o autor da propositura a se debruçar sobre o tema foi o infortúnio de um amigo que, no ano de 2010, se viu na situação de ter sua filha, já adulta, desaparecida do convívio de seus familiares. “A sequência de eventos experimentadas por esse pai e o choque de realidade, arrebatador, quando concluímos que o maior e mais desenvolvido Estado da Federação era desprovido de instrumentos hábeis e eficientes que permitissem a busca e a localização de pessoas desaparecidas, foram decisivo para que procurássemos dotar o Estado de um instrumento normativo que definisse as diretrizes para uma Política de Busca de Pessoas Desaparecidas”, afirmou.
No período de colheita de subsídios para tal política, foram ouvidos relatos e testemunhos de pessoas que tiveram parentes desaparecidos, bem como entidades que congregam tais pessoas, como o Movimento Mães da Sé e o Movimento Mães em Luta.
“Foi com tristeza que pudemos verificar o sentimento de desamparo de tais pessoas diante do descaso e da falta de sensibilidade do aparelho administrativo estatal em face de um assunto delicado, mas ao mesmo tempo grave e caro para essas pessoas, que era o fato de estarem noticiando o desaparecimento de um ente querido, ao mesmo tempo em que pediam a adoção de providências, e ouvirem dos agentes públicos respostas burocráticas que em nada aplacavam aquele sentimento de perda ou, ao menos, fornecesse um alento de esperança”.
CPI do Desaparecimento de Pessoas
Em 2013, o tema também foi objeto de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada com base em Requerimento n180/2011. A CPI teve a finalidade de investigar e apurar o desaparecimento de pessoas no Estado de São Paulo e funcionou entre os meses de setembro de 2013 e março de 2014, tendo o seu relatório final sido aprovado em 2/4/2014. Foram realizadas sete reuniões, ouvidas 12 pessoas entre autoridades e representantes de entidades, além de três autoridades do Estado de Santa Catarina.
Entre as conclusões constantes do relatório final da CPI, destacam-se: indicação ao governador do Estado, para que realize investimentos em um Sistema Eletrônico Integrado das Polícias Paulistas, para efeito de comunicação ágil, rápida, dinâmica e eficiente entre todas as unidades do Estado; indicação ao ministro da Justiça para que também o governo federal realize investimentos num sistema eletrônico que integre as polícias de todos os estados à Rede Infoseg, da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Moções
Também o relatório indica o envio de moções ao Congresso Nacional pedindo alteração da Lei Federal 12.435/2011, que instituiu o Sistema Único de Assistência Social, para incluir a tipificação e regras para o atendimento dos familiares de pessoas desaparecidas pelos Centros de Referência da Assistência Social; e a alteração do artigo 83 do Estatuto da Criança e do Adolescente ” Lei federal 8.069/1990 “, visando incluir os adolescentes na necessidade de autorização judicial para viajar fora da comarca onde residem, se desacompanhados dos pais ou responsáveis.
Também foram elaboradas moções no sentido de que emissoras de rádio e tevê, que têm funcionamento garantido por concessão pública, divulguem com rapidez os desaparecimentos de pessoas. Tratam-se das moções 71, 72, 73, 74 e 75, todas de 2014. O teor das moções e sua tramitação podem ser consultadas no Portal da Assembleia – al.sp.gov.br ” no link Projetos. Através do link Comissões ” CPIs, podem ser acessadas as atas das reuniões, bem como o relatório final.
Notícias provenientes da Alesp – www.al.sp.gov.br

Prédio de quatro andares desaba em Aracaju e duas crianças estão desaparecidas

Um prédio de quatro andares, localizado na Rua Poeta Sales, no bairro Coroa do Meio, na zona sul de Aracaju, desabou por volta das 2 horas da manhã deste sábado, e quatro pessoas estão desaparecidas: o vigilante, a esposa deles e duas crianças, que residiam temporariamente no local. Equipes do Corpo de Bombeiros, com ajuda de dois cães farejadores, procuram por vítimas sob os escombros.
“Ouvimos um grande barulho e quando fomos ver o prédio desmoronou”, disse Mariana Amarante que, na hora do acidente estava numa festa próximo ao edifício. De acordo com a Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju, responsável pela fiscalização de obras, o empreendimento estava com a documentação regularizada desde 2012.
A obra estava em conclusão e o prédio era composto por quatro apartamentos e um estacionamento no térreo. Somente o vigilante e sua família estavam no local na hora do acidente. Até o momento, não há informações sobre as possíveis vítimas. O Corpo de Bombeiros conta com a ajuda de um retroescavadeira para retirada dos escombros.

fonte>>http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/predio-de-quatro-andares-desaba-em-aracaju-e-duas-criancas-estao-desaparecidas/?cHash=f18535cd53cbf0327fb93be1f0376201

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Polícia orienta sobre cuidados para manter as crianças em segurança

A Polícia Civil do Paraná alerta a população sobre desaparecimentos de crianças e reforça que os responsáveis devem orientar constantemente as crianças a não ficar muito longe dos pais e a não falar com estranhos sem a presença dos pais ou responsáveis. “É importante que os pais estejam sempre atentos aos filhos. Devem ensinar que não podem conversar e nem aceitar qualquer coisa de estranhos, como brinquedo, doce ou oferta de ir a um lugar novo”, lembra a delegada-titular do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), Iara Laurek Dechiche. 

“Observar mais os filhos e saber onde estão, assim como ensinar locais perigosos de se ir, auxiliam a inibir situações de desaparecimento”, diz ela. O Sicride é responsável pelas ocorrências relacionadas a crianças com até 12 anos de idade.

Outra orientação do Sicride é deixar com a criança um cartão de identificação com o nome, telefone e endereço dos pais. “Os pais devem ensinar as crianças a ligar para a casa. Elas devem saber indicar o endereço, o telefone e como realizar a chamada. Também é importante dizer à criança para não ter medo de procurar e informar a um policial que está perdida”, indica Dechiche.

Os pais devem ficar atentos às mudanças de comportamento dos filhos, já que alguns indícios podem demonstrar que estejam pensando em fugir de casa. Outro fator que pode colaborar com o desaparecimento é o espírito aventureiro da criança que, se incentivado, pode dar a segurança e a coragem para tentar fugir de casa.

Castigos exagerados, desproporcionais ao fato, assim como excesso de controle, também podem desencadear a ideia da fuga. O outro extremo, de desleixo dos pais, também pode fazer a criança sentir-se rejeitada, pensando em fugir para chamar a atenção.

PROCURA - Perdendo a criança de vista, deve-se informar imediatamente a polícia. Os familiares também devem deixar alguém no último lugar que viram a criança, para, caso ela volte, encontre um conhecido.

Ter uma foto atual da criança para mostrar nas proximidades do local em que ela desapareceu e saber as características das roupas que ela estava usando facilitam muito durante as buscas, de acordo com a polícia.

INVESTIGAÇÃO – A elucidação de casos envolvendo crianças e adolescentes é prioridade para as polícias do Paraná. Somente neste ano, foram registradas 110 ocorrências de desaparecimentos de crianças no Estado, todos já solucionados pelo Sicride. Em 2013 houve 330 casos, dos quais 329 já solucionados. A orientação inicial do órgão é que, em caso de crianças desaparecidas, os responsáveis mantenham a calma e acionem imediatamente a polícia.

Em geral, os boletins de ocorrência relacionados ao desaparecimento infantil são registrados por briga de guarda dos pais, quando um dos responsáveis foge com o filho e o outro aciona a polícia. Ou, ainda, por fuga do lar para chamar a atenção dos pais ou por causa de castigos; e quando as crianças saem para brincar e não avisam aos responsáveis, que informam o fato à delegacia.

A delegada-titular do Sicride esclarece que a polícia deve ser comunicada do desaparecimento assim que o responsável perceber que a criança sumiu, não sendo necessário esperar um período mínimo. “Não tem horário para acionar a polícia. Assim que perceber o desaparecimento, é importante ir à delegacia mais próxima e registrar o boletim de ocorrência. Para nós, as primeiras horas de desaparecimento são muito importantes para a investigação”, informa.

Assim que acionada, a delegacia informa imediatamente ao Conselho Tutelar e ao Sicride, que tem acesso automaticamente às informações repassadas no boletim de ocorrência e vai até o local necessário. “Quando chegamos ao lugar do fato, conversamos com os familiares, amigos, professores, vizinhos e pessoas que tenham alguma ligação com a criança para poder começar o processo de investigação”, conta a delegada.

Ela também afirma que é importante sempre manter a delegacia informada. “Caso a criança seja encontrada pelos pais, a orientação é que eles avisem à delegacia para atualizar o cadastro”, explica. “Em alguns casos que os pais não informam a polícia, se eles forem encontrados com a criança, deverão se justificar e mostrar seus documentos e os do filho”, acrescenta a delegada.

ADULTOS – Em caso de adolescente ou adulto desaparecido, a investigação é realizada pela Delegacia de Proteção à Pessoa, unidade que integra a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), localizada em Curitiba. O procedimento em caso de um conhecido ou familiar desaparecido é o mesmo: acionar a polícia o mais rápido possível.

Em Curitiba, a denúncia pode ser feita na delegacia mais próxima ou pela internet, pela Delegacia Eletrônica (www.delegaciaeletronica.pr.gov.br), que encaminham o caso para a Delegacia de Proteção à Pessoa investigar. Para moradores do interior do Estado, o processo é o mesmo, porém o caso será encaminhado e investigado pela subdivisão policial local.

O delegado-chefe da Delegacia de Proteção à Pessoa, Jaime da Luz, pede aos familiares de desaparecidos que, se possível, procurem diretamente a delegacia especializada para maior agilidade no início das investigações. “É importante que os familiares tenham nomes e endereços dos amigos mais próximos e verifiquem se a vítima levou roupas ou deixou alguma carta/bilhete”, indica o delegado.

SITE – As delegacias do Paraná utilizam a foto do desaparecido, entregue pelos familiares, para divulgação da imagem no site www.desaparecidos.pr.gov.br, desenvolvido pela Delegacia Eletrônica da Polícia Civil. Junto com cada foto são divulgadas informações como o nome completo do desaparecido, idade, último local em que foi visto, roupas e características físicas como altura, cor do olho e cabelo, por exemplo.

DESAPARECIMENTO – Em caso de desaparecimento, os responsáveis devem acionar imediatamente os serviços de segurança pública da região. No Paraná, as famílias podem entrar em contato com a delegacia mais próxima; com o Sicride, pelo telefone (41) 3224-6822; ou na Rua Vicente Machado, 2.560, bairro Campina do Siqueira; e com a Divisão de Proteção à Pessoa no telefone (41) 3360-1400 ou diretamente na Avenida Sete de Setembro, 2077, Centro de Curitiba.

Outro número que a população pode utilizar para informar o fato é o 181. 

BOX – DICAS DE SEGURANÇA COM AS CRIANÇAS

Para os Pais:

1 - Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;

2 - Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;

3 - Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;

4 - Acompanhá-los à escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;

5 - Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone; orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;

6 - Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;

7 - Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do Paraná;

8 - Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;

9 - Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;

10- Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;

11- Evitar lugares com aglomeração de pessoas;

12- Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.

Meu filho desapareceu, o que devo fazer?

1 - Em primeiro lugar, manter a calma;

2 - Caso esteja sozinho, peça auxílio para que acionem imediatamente a polícia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;

3 - Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ele poderá retornar ao local;

4 - Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;

5 - Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;

6 - Percorrer os locais de preferência da criança;

7 - Ter sempre a mão foto da criança;

8 - Ter em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc...).

Motivos

1 - Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;

2 - Repressão excessiva, excesso de controle;

3 - Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;

4 - Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;

5- O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças. Nunca elogie demais seus filhos, afirmando que eles são bastante espertos, pois isto lhes proporciona uma falsa sensação de segurança e auto-afirmação;

6 - Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;

7 - Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e 

desespero.

fonte>>http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=81323&tit=Policia-alerta-sobre-cuidados-para-manter-as-criancas-em-seguranca

Caso Planalto: parentes de desaparecidos são chamados pela PF

Parentes de crianças desaparecidas foram à Polícia Federal

Os familiares das crianças desaparecidas no bairro Planalto, zona oeste de Natal, foram convocados para comparecer à Polícia Federal na manhã de hoje (16). Um microônibus com sete familiares das cinco crianças desaparecidas chegou por volta das 9h15. Segundo informações da PF os familiares farão apenas coleta de material genético - uma "reserva" para as investigações.

Segundo o delegado da Polícia Civil, Ben Hur de Medeiros, titular do caso desde o final de 2012, outros depoimentos já foram dados pelas vítimas. "Trabalhamos com a PF desde 2012. Essa coleta de material é uma reserva, caso seja necessário identificar as vítimas depois", pontuou. Na PF, o titular do caso é o delegado Moura, e também ganhou o acompanhamento do promotor Tibério Fernandes.

Familiares foram levados para a coleta de material genético
Familiares foram levados para a coleta de material genético

O inquérito transcorre em segredo de justiça, por isso as polícias se isentam de prestar novas informações sobre o caso.

Segundo Ben Hur Medeiros, na sexta-feira (18) será apresentado ao público a projeção de envelhecimento de uma das crianças - Joseane da Costa, que na época do desaparecimento tinha oito anos.

fonte>>http://tribunadonorte.com.br/noticia/caso-planalto-parentes-de-desaparecidos-sao-chamados-pela-pf/287905

PF coleta DNA de parentes de crianças desaparecidas em Natal



A Polícia Federal coletou nesta quarta-feira (16) amostras de DNA de familiares das cinco crianças desaparecidas na Zona Oeste de Natal há mais de 10 anos. O material coletado vai ficar armazenado num banco de dados da PF para ser utilizado nas investigações.
De acordo com matéria exibida na Inter TV Cabugi, ainda nesta semana a polícia vai divulgar um retrato envelhecido digitalmente de uma das cinco crianças desaparecidas, que dará uma ideia de como ela está fisicamente nos dias atuais.
As Crianças do Planalto
O mistério das Crianças do Planalto, como ficou conhecido o caso, começou em novembro de 1998, quando Moisés Alves da Silva, de 1 ano e 7 meses, foi levado de dentro da casa na qual morava. Ele dormia com os pais e os irmãos. Em janeiro do ano seguinte foi a vez de Joseane Pereira dos Santos, de 8 anos, ser raptada da casa de uma vizinha. O terceiro sumiço aconteceu em janeiro de 2000, com o rapto de Yuri Tomé Ribeiro, de 2 anos.
 
Lindalva e Geraldo ainda têm esperança de encontrar a filha Joseane  (Foto: Magnus Nascimento)Lindalva e Geraldo ainda têm esperança de encontrar
a filha Joseane (Foto: Magnus Nascimento)
Três meses depois, o pequeno Gilson Enedino da Silva, 2 anos, também desapareceu. O último caso aconteceu em dezembro de 2001, quando Marília da Silva Gomes, de 2 anos, também sumiu misteriosamente de dentro de sua residência. Ela dormia com a mãe, os irmãos e o padrasto.

O Caso das Crianças do Planalto é uma das páginas mais surpreendentes e intrigantes da crônica policial potiguar. Depois de o inquérito passar pelas mãos de mais de 10 delegados ao longo de todos estes anos, a atual responsabilidade de dar um desfecho diferente ao mistério está com o delegado Ben-Hur Cirino de Medeiros, titular da Delegacia Especializada em Capturas, a Decap. Ele disse não ter novidades sobre o caso.

fonte>>http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2014/07/pf-coleta-dna-de-parentes-de-criancas-desaparecidas-em-natal.html

SOS Desaparecidos ganha força no Estado

SOS Desaparecidos ganha força no Estado

A partir desta terça-feira, dia 15, a Celesc se associa ao movimento de busca e divulgação de desaparecidos no Estado, o programa SOS Desaparecidos, da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). Atendendo ao compromisso estabelecido com o órgão estadual, a empresa iniciou nesta terça-feira a adesivagem de sua frota de veículos com informações sobre o programa. Toda a frota da concessionária – atualmente composta por cerca de mil veículos – receberá o adesivo nesta semana, a fim de dar mais visibilidade ao programa.
O apoio da Celesc se dará também por meio de mensagem na fatura de energia e disseminação de fotos dos desaparecidos em seu site e nas lojas de atendimento, além de debates e ações de conscientização sobre o tema junto aos seus públicos de interesse.
“A Celesc é uma empresa de grande porte, que atende mais de 2,6 milhões de consumidores em todo o Estado. Temos potencial para dar força e visibilidade à importante missão do SOS Desaparecidos”, comenta o presidente da Celesc sobre a importância da parceria.
Pioneirismo – A PMSC é a única no Brasil a ter uma equipe exclusiva e especializada em desaparecimentos, dedicada na busca, divulgação e armazenamento de dados de desaparecidos. Além de disponibilizar às famílias canais para divulgar imagens e dados sobre a pessoa desaparecida, o programa auxilia na prevenção e no encaminhamento psicossocial dessas famílias.
Em menos de dois anos de atuação, o SOS Desaparecidos já localizou mais de cem pessoas, e recebeu mais de duas mil solicitações de ajuda do Brasil e também do exterior. Desde a sua criação, em outubro de 2012, se tornou uma referência no país, e outros estados têm buscado conhecer melhor o programa com o intuito de auxiliar as diversas famílias que sofrem com o drama do desaparecimento.
Desaparecimentos em Santa Catarina – Todos os anos, há registros de três mil desaparecidos no Estado. De acordo com dados do Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP), de janeiro de 2005 a outubro de 2011, foram aproximadamente 19 mil casos de desaparecimentos registrados em Santa Catarina, dos quais 42% eram crianças e adolescentes. Apenas em Florianópolis, foram 650 registros de crianças desaparecidas no mesmo período.
Colaboração: Governo do Estado de Santa Catarina 

fonte>>http://www.engeplus.com.br/noticia/seguranca/2014/sos-desaparecidos-ganha-forca-no-estado/

CASAL ENCONTRA UM BEBÊ ABANDONADO NO PARÁ E ENTREGA PARA POLÍCIA MILITAR


Segundo informações dos nossos correspondentes, um bebê de dois meses foi encontrado por um casal na tarde de ontem (13) próximo a uma mata, às margens da BR-010, próximo ao município de São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará. Tudo indica que a criança encontrada é a mesma que foi sequestrada na noite do último domingo (13), por um casal em Belém. De acordo com as informações o casal encontrou a criança e logo acionou a policia . Fotos da bebê foram enviadas para a família de Belém que teve uma criança sequestrada e segundo a polícia, a mãe reconheceu a criança como sendo sua filha a menina Ana Fernanda. ( Na foto abaixo os policiais que participaram da operação segurando a bebê)
Redação do Plantão Policial
Fotos: Correspondentes do Plantão Policial

www.plantaopolicialcn.net

Criança que foi sequestrada é encontrada em posto de combustível em Aparecida de Goiânia

Foto: Ilustrativa

Na noite de ontem (12), uma criança de quatro anos que havia sido sequestrada foi encontrada em um posto de combustível, no Setor Santo André, em Aparecida de Goiânia. De acordo com informações da assessoria da PM, quando foi encontrada, a criança estava chorando muito e assustada. 
A vítima esteve em poder dos sequestradores por aproximadamente três dias. A criança foi entregue ao pai, em Aparecida de Goiânia. A Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) já estava investigando o caso e seguirá com as investigações.

fonte>>http://www.dm.com.br/texto/183713

Encontrado corpo de jovem desaparecido na Foz do Sousa

Encontrado corpo de jovem desaparecido na Foz do Sousa

O alerta para a situação ocorreu pelas 15:10, segundo os Bombeiros Voluntários de Valbom, tendo o corpo sido encontrado pelas 17:00 e depois transportado para o Instituto de Medicina Legal pelos Bombeiros de São Pedro da Cova.
A chamada de atenção inicial foi para três crianças desaparecidas, mas duas vieram a ser resgatadas e posteriormente encaminhadas para o Hospital de Santo António, no Porto, tendo depois sido ressalvado pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto que o desaparecido tinha 18 anos.
As buscas foram levadas a cabo por mergulhadores dos Sapadores Bombeiros do Porto, que estiveram no local com três elementos, uma viatura de mergulho e um barco, enquanto os Bombeiros Voluntários de Valbom destacaram dois veículos de emergência.
Segundo o CDOS do Porto, esteve também presente o Serviço Municipal de Proteção Civil, bem como a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Santo António.

fonte>>http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Gondomar&Option=Interior&content_id=4024473&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+JN-ULTIMAS+(JN+-+Ultimas)

Polícia diz que menina não foi estuprada por sequestradores em Tapiramutá

A Polícia Militar informou que a menina de 11 anos, que ficou desaparecida por seis dias, na cidade de Tapiramutá, a 350 km de Salvador, não foi estuprada. Inicialmente a 24ª CIPM (Companhia Independente da Polícia Militar) de Jacobina havia informado que a criança foi sequestrada e estuprada por dois homens, Lucivaldo Bastos Rodrigues, de 40 anos e Mario Junior Santos Viera, de 25 anos.

A polícia esclareceu que como não há perícia técnica em Tapiramutá, a menina foi levada a um hospital da cidade e um médico atestou a violência sexual. No dia seguinte, a menor foi encaminhada a perícia de Jacobina e após exames, o médico perito informou que a menina não foi vítima de abusos sexuais.

De acordo com a Polícia Militar, Rodrigues e Vieira não serão investigados pelo crime de estupro, permanecendo somente a investigação de outras condutas relacionadas ao desaparecimento da criança. Os pais da menina afirmaram que não sabiam do sumiço da menor, já que a criança mora em outra casa com a avó.

A menina foi encontrada na casa de Rodrigues, na localizada na rua do Largo, nº 75. A polícia chegou até o local após abordar o vizinho de Rodrigues, que informou onde a menina estava.

 

fonte>>http://noticias.r7.com/bahia/policia-diz-que-menina-nao-foi-estuprada-por-sequestradores-em-tapiramuta-12072014

Corpo de criança desaparecida no norte do PR é encontrado em córrego

Reprodução
O corpo de uma criança de cinco anos que estava desaparecida em Jataizinho, no norte do Paraná, foi encontrado na manhã desta quarta-feira (9). O corpo foi localizado por um tio e um primo do garoto no fundo de um córrego do Rio Jataizinho, em uma chácara que fica perto da residência onde a família do menino mora. Segundo os pais, a criança estava desaparecida desde segunda-feira (7).
Os pais informaram à polícia que o menino sumiu após voltar da casa da avó, que fica a poucos metros de distância de onde morava. Um vizinho contou aos policiais que viu o garoto sozinho passando pela chácara. Equipes da Polícia Militar (PM), do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas da Polícia Civil (Sicride) atuaram nas buscas na região desde terça-feira (8).
Parentes e amigos também auxiliaram procurando o garoto nas áreas próximas.  "Nós não paramos de procurar. Eu estava com meu primo quando ele disse que meu sobrinho estava ali, no fundo do rio. Ele deve ter tentado atravessar a parte mais estreita e afundou", conta o tio do garoto, Vantuir Siqueira.
O corpo será encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina. A polícia vai aguardar a perícia do Instituto de Criminalística para analisar quais foram as causas da morte da criança. "Não tem como verificar se há sinais de alguma coisa. Por isso, a preocupação é isolar o local e aguardar a chegada dos peritos, e eles trabalharem para apontar os motivos da morte, se é por afogamento ou se há alguma outra causa", explica o sargento Antônio Fragatti.

fonte>>http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2014/07/corpo-de-crianca-desaparecida-no-norte-do-pr-e-encontrado-em-corrego.html

Protesto denuncia policiais por sumiço de adolescente em aglomerado de BH



O desaparecimento de um jovem de 15 anos, sem solução há quase dois anos, provoca uma manifestação na manhã desta terça-feira (8), na porta da Delegacia Especializada de Crianças Desaparecidas, em Belo Horizonte. A família e amigos de Mateus de Souza Lopes denunciam policiais militares pelo sumiço o jovem na Pedreira Prado Lopes, aglomerado da região noroeste da capital mineira. Os manifestantes vão caminhar 300 metros, até a rua Popular, onde o jovem foi visto pela última vez.

Mateus Lopes, apelidado de Ronaldão, sumiu no dia 17 de setembro de 2013. Na véspera,havia comprado uma motocicleta furtada de um usuário de drogas por R$ 100.Ele levou dois colegas para passear de moto pela PPL. No fim da tarde, estacionou o veículo na rua Popular, em frente a um lote vago. Por volta das 20h, voltou para pegar a moto, mas se deparou com uma viatura da PM e desistiu de retirar o veículo.

Segundo amigos, uma hora depois, Mateus saiu da casa da avó dizendo que iria buscar a moto. Ele nunca mais foi visto. Um vídeo divulgado por manifestantes mostra um apelo da avó do jovem, Lúcia Silva, para encontrá-lo.

— Eu gostaria de saber quem desapareceu com ele. Nós queremos ao menos desenterrar os ossos. Porque não têm direito de fazer isso com uma criança. Queremos punir quem fez isso com ele. Vamos continuar procurando até encontrar.

Procurada pela reportagem, a Delegacia Especializada afirmou que o delegado Leonardo Costa instaurou inquérito para apurar o caso e que a Justiça autorizou medidas previstas pela polícia. Por correr em segredo de Justiça, o policial não quis dar entrevista sobre o caso nem informou quais medidas judiciais foram determinadas. A Polícia Militar não se pronunciou sobre o caso.
 

fonte>>http://noticias.r7.com/minas-gerais/protesto-denuncia-policiais-por-sumico-de-adolescente-em-aglomerado-de-bh-08072014

Família procura por criança desaparecida na região de Londrina

Reprodução

Um menino de apenas 5 anos está desaparecido desde a tarde desta segunda-feira (7), em Jataizinho, na Região Metropolitana de Londrina. André Luiz Antunes Siqueira foi visto pela última vez na frente decasa, por volta das 16h, na rua Daniel Pucca. 

A informação repassada pela Polícia Militar é de que o garoto brincava com outras crianças da mesma idade. Familiares, amigos e autoridades iniciaram as buscas, mas até o final da manhã desta terça-feira (8) André não tinha sido localizado. 

O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas da Polícia Civil do Estado do Paraná também divulgou alerta de desaparecimento do menino. O contato pode ser feito com a delegacia de Jataizinho, pelo número (43) 3259-1490, ou com o Sicride: (41) 3324-6822. 


fonte>>http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--259-20140708

Bebês vão deixar maternidade já com a carteira de identidade no Rio



As crianças que nascerem no estado do Rio de Janeiro poderão deixar a maternidade já com a certidão de nascimento e a carteira de identidade. As famílias poderão solicitar os documentos do bebê em postos do Detran dentro dos hospitais. O programa Novo Cidadão será lançado pelo governo do Rio nesta quarta-feira (2). 
O objetivo é garantir o direito à cidadania, proteger as crianças de sequestros ou sumiços e facilitar a localização de desaparecidos. O programa é uma iniciativa da primeira-dama do Estado, Maria Lúcia Horta Jardim. 
"Conheci o trabalho da Fundação para a Infância e Adolescência com crianças desaparecidas e fiquei muito preocupada com os números. São cerca de 40 mil crianças desaparecidas por ano no Brasil. Reunimos diversos órgãos do Estado e decidimos fazer uma grande ação para ajudar a encontrar essas crianças", disse a primeira-dama. 
fonte>>http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/bebes-vao-deixar-maternidade-ja-com-a-carteira-de-identidade-no-rio/?cHash=e868c9a90bf0255aa914c6bf6aaa68fb

Família é alvo de golpe 4 vezes

Em apenas uma semana, quatro pessoas de uma mesma família, em Cuiabá, receberam a ligação de bandidos tentando aplicar o golpe do “falso sequestro”, modalidade criminosa em que os bandidos ligam aleatoriamente para determinada pessoa e tentam por meio de pressão psicológica conseguir dinheiro fácil, alegando que um filho ou cônjuge está sendo assaltado ou sequestrado. 

A intenção dos bandidos é pedir dinheiro ou até mesmo créditos de celulares pré-pagos em troca da libertação da pessoa ou de informações. Geralmente, as chamadas partem de presos e a extorsão ocorre em horário bancário. Para conseguir os números das vítimas, os bandidos se valem de listas telefônicas, agendas de telefones celulares roubados e números anotados atrás de cheques igualmente roubados. 

Conforme o comerciante Paulo Sérgio Hatta, de 43 anos, sua esposa foi a primeira a receber a ligação do “telemarketing do crime” na semana passada. Anteontem, foi a vez dele, e ontem pela manhã, a sua cunhada. “Primeiro surge a voz de uma criança chorando e dizendo ‘mãe, mãe eu fui sequestrada, socorro mamãe”, contou. Uma tia do comerciante também teria recebido a ligação dos marginais há uma semana. 

Depois, segundo Hatta, a criança diz que vai passar o telefone para o bandido. “No meu caso, o bandido disse que queria negociar a vida da criança caso contrário eu receberia a cabeça [da filha] dentro de uma sacola. Eu falei que sabia que era um golpe e ele soltou um palavrão e desligou o telefone”, relatou.

Hatta e sua esposa não caíram no golpe por que além de já terem ouvido falar no crime a voz da criança aparentava ser de uma menina e não menino (ele tem um filho de 13 anos). 

Porém, ele comenta que a sua cunhada ficou desesperada e chegou a passar mal quando recebeu a ligação por que a filha dela não estava em casa. “A minha cunhada já tinha sido alertada, já havíamos conversado sobre o golpe, mas ela ficou desesperada, entrou em estado de choque quando ouviu que a filha tinha sido sequestrada”, afirmou. “Depois, ela saiu correndo até a minha casa, onde a filha dela estava”, acrescentou. 

Hatta diz que a família chegou de entrar em contato com o 190 da Polícia, por meio do qual teria sido orientado a registrar um boletim de ocorrência (BO), o que, entretanto, não foi feito. “A minha intenção é alertar as pessoas por que mexe com o emocional e com o psicológico. Se a pessoa de repente tem uma filha e não estiver informada ou preparada vai acabar acreditando e fazendo o que os bandidos querem”, frisou. 


fonte>>http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=454377

Duas das crianças desaparecidas no Cabo, em PE, são encontradas

Duas das três crianças que estavam sendo procuradas pela polícia e pelo Corpo de Bombeiros foram encontradas no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, no fim da tarde desta quarta (9). Os meninos estariam perdidos em uma mata em Enseada dos Corais. Alerrando Alves, de 7 anos, foi encontrado no centro do município, e o irmão, Aleandro Alves, de 9, voltou para casa, em Enseada. O terceiro menino, Cleiton Félix, tem 11 anos e ainda não foi encontrado.
Aleandro e Alerrando são irmãos e Cleiton é amigo dos dois. Segundo familiares, os três estavam brincando perto de onde moram quando decidiram caçar na mata. Conforme o delegado João Felipe, que acompanha o caso, Alerrandro foi encontrado por volta das 14h, na Rua Historiador Pereira da Costa, no Centro; já o irmão voltou para casa por volta das 17h40.
“A família ligou para avisar que o irmão, de 9 anos, tinha voltado para casa, lá em Enseada dos Corais. Soubemos que ele e Cleiton pegaram um ônibus até lá, mas Cleiton não desceu. Nós acreditamos que ele deve ter voltado de ônibus para a casa de uma tia ou ficou por lá, por isso que temos duas equipes em ação”, explicou o delegado.
A tia dos irmãos Alerrandro e Aleandro, Katriana Barbosa, aguarda o sobrinho prestar depoimento na Delegacia do Cabo. “Eles são vizinhos e estavam brincando na porta de casa quando surgiu a ideia de fugirem para o matagal que fica próximo”, contou ao G1, por telefone.
Mais cedo, o pai de Cleiton, Luiz Félix, informou, por telefone, que as três crianças tinham dormido na casa da sogra dele e quando acordaram foram para o Centro do município. Uma vez que foi descartada a possibilidade dos três estarem na mata, o Corpo de Bombeiros encerrou as buscas. “Minha esposa está na delegacia esperando que nosso filho seja encontrado pelos policiais, mas até agora nada”, contou. O delegado João Felipe informou que a procura por Cleiton continua, mas que ainda não há novidades sobre onde o garoto está.
fonte>>http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2014/07/duas-das-criancas-desaparecidas-no-cabo-em-pe-sao-encontradas.html

Pai de desaparecidos fala na Rural



O Jornalismo da Rádio Rural ouviu Juliano dos Santos, pai das duas crianças de Campina da Alegria, que ficaram desaparecidas por 23 horas nesta semana. Tainara (9 anos) e Tailon (4 anos) estavam brincando quando decidiram entrar e um matagal, por volta das 10h30 da última segunda-feira. Os dois só foram encontrados às 10h da manhã da terça-feira. As crianças se perderam na vasta mata da região. Familiares, bombeiros, policiais e funcionários da Celulose Irani auxiliaram nas buscas. Além disso, os dois cães da família tiveram uma participação decisiva para o sucesso da operação. Ao notar o latido dos animais, Tainara e Tailon, que enfrentaram o frio de uma noite, perdidos no matagal, começaram a gritar e logo foram localizados.. 

O pai das crianças, Juliano Santos, que passou por momento de angústia, lembra com emoção do momento em que os dois filhos foram encontrados. “Graças a Deus conseguimos encontrar eles. Foi momento de alívio. Um momento muito feliz para nós”, afirma o pai. Juliano não esquece do esforço dos bombeiros, policiais e funcionários da Celulose Irani, que não desistiram de procurar pelas crianças. “ Tenho que agradecer os policiais, os bombeiros e os funcionários da Celulose Irani que nos deram uma força enorme”, acrescenta.

Por fim, os cães da família foram lembrados pelo pai das crianças. Juliano dos Santos explica que os dois animais têm uma relação de muita afetividade com Tainara e Tailon. Foi o latido dos cachorros que deram esperanças aos desaparecidos. Os filhos de Juliano ouviram os latidos e começaram a gritar. Depois disso, foram encontrados. “Os cães estão sempre aqui em frente de casa e são muito agarrados com as crianças”, finaliza Juliano.

Apesar de ficarem 23 horas desaparecidos Tainara e Tailon, que enfrentaram o frio da madrugada, foram localizados em boas condições de saúde. As crianças e as famílias estão recebendo atendimento no Posto de Saúde de Campina da Alegria. O caso repercutiu em todo o Estado.


fonte>>http://www.radiorural.com.br/arquivos_internos/index.php?abrir=noticias&acao=conteudo&cat=15&id=12564