sexta-feira, 18 de julho de 2014

PF coleta DNA de parentes de crianças desaparecidas em Natal



A Polícia Federal coletou nesta quarta-feira (16) amostras de DNA de familiares das cinco crianças desaparecidas na Zona Oeste de Natal há mais de 10 anos. O material coletado vai ficar armazenado num banco de dados da PF para ser utilizado nas investigações.
De acordo com matéria exibida na Inter TV Cabugi, ainda nesta semana a polícia vai divulgar um retrato envelhecido digitalmente de uma das cinco crianças desaparecidas, que dará uma ideia de como ela está fisicamente nos dias atuais.
As Crianças do Planalto
O mistério das Crianças do Planalto, como ficou conhecido o caso, começou em novembro de 1998, quando Moisés Alves da Silva, de 1 ano e 7 meses, foi levado de dentro da casa na qual morava. Ele dormia com os pais e os irmãos. Em janeiro do ano seguinte foi a vez de Joseane Pereira dos Santos, de 8 anos, ser raptada da casa de uma vizinha. O terceiro sumiço aconteceu em janeiro de 2000, com o rapto de Yuri Tomé Ribeiro, de 2 anos.
 
Lindalva e Geraldo ainda têm esperança de encontrar a filha Joseane  (Foto: Magnus Nascimento)Lindalva e Geraldo ainda têm esperança de encontrar
a filha Joseane (Foto: Magnus Nascimento)
Três meses depois, o pequeno Gilson Enedino da Silva, 2 anos, também desapareceu. O último caso aconteceu em dezembro de 2001, quando Marília da Silva Gomes, de 2 anos, também sumiu misteriosamente de dentro de sua residência. Ela dormia com a mãe, os irmãos e o padrasto.

O Caso das Crianças do Planalto é uma das páginas mais surpreendentes e intrigantes da crônica policial potiguar. Depois de o inquérito passar pelas mãos de mais de 10 delegados ao longo de todos estes anos, a atual responsabilidade de dar um desfecho diferente ao mistério está com o delegado Ben-Hur Cirino de Medeiros, titular da Delegacia Especializada em Capturas, a Decap. Ele disse não ter novidades sobre o caso.

fonte>>http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2014/07/pf-coleta-dna-de-parentes-de-criancas-desaparecidas-em-natal.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário